Por Altamiro Borges
O esgoto digital bolsonarista segue espalhando fake news e apostando no caos contra a democracia. Nesta sexta-feira (23), o corregedor do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, determinou a remoção de um áudio do deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) com acusações falsas contra mesários do canal “Tropa do Flávio” no WhatsApp. O magistrado fixou multa de R$ 100 mil por hora em caso de descumprimento da decisão.
Como registra o site UOL, “no áudio, Gustavo Gayer diz, sem provas, que mesários ‘espalhados por todo o Brasil, principalmente na região do Nordeste’, teriam votado no lugar de eleitores ausentes no primeiro turno”. O lacrador fascistoide, recém-eleito senador, ainda convoca seus fanáticos seguidores a atuarem como fiscais de urna para garantir “que não vai ter mesário votando no Lula”.
domingo, 25 de outubro de 2026
Flávio Bolsonaro, o filho, seria diferente?
Por Frei Beto, no site Brasil-247:
Jair Bolsonaro governou o Brasil durante quatro anos (2019-2022). Quatro anos bastaram para deixar um legado que não pode ser apagado por propaganda eleitoral nem conveniente amnésia que costuma visitar políticos e eleitores em ano de eleição.
Foram anos de conflitos com as instituições, ataques às urnas eletrônicas, agressões à imprensa, desprezo pela ciência, devastação ambiental e uma política social marcada por recuos. A pergunta, agora, é inevitável: com seu filho, Flávio Bolsonaro, seria diferente?
Veio a Covid-19. O presidente que deveria unir o país diante de uma tragédia mundial preferiu minimizar a doença, atacar medidas de proteção, desacreditar vacinas e promover medicamentos sem eficácia comprovada.
Jair Bolsonaro governou o Brasil durante quatro anos (2019-2022). Quatro anos bastaram para deixar um legado que não pode ser apagado por propaganda eleitoral nem conveniente amnésia que costuma visitar políticos e eleitores em ano de eleição.
Foram anos de conflitos com as instituições, ataques às urnas eletrônicas, agressões à imprensa, desprezo pela ciência, devastação ambiental e uma política social marcada por recuos. A pergunta, agora, é inevitável: com seu filho, Flávio Bolsonaro, seria diferente?
Veio a Covid-19. O presidente que deveria unir o país diante de uma tragédia mundial preferiu minimizar a doença, atacar medidas de proteção, desacreditar vacinas e promover medicamentos sem eficácia comprovada.
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