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| Charge: Duke |
Em assembleia realizada nessa quinta-feira (8), os jornalistas de São Paulo rejeitaram a falsa neutralidade política e aprovaram um manifesto contra o fascismo e em defesa da reeleição de Lula. O documento aprovado conclama a categoria a votar “pela liberdade de imprensa, direitos e democracia”.
Como o texto afirma logo na abertura, “neste segundo turno, está em jogo mais do que a escolha entre duas candidaturas. Está em disputa o projeto de país que deixaremos para as próximas gerações. Para as e os jornalistas, essa escolha tem uma dimensão particular: não existe jornalismo livre, independente e comprometido com o interesse público sem democracia. E não existe democracia sem direito à informação”. O manifesto explicita que a categoria conhece os efeitos nefasto de um governo autoritário, que tratou a imprensa como inimiga:
Jair Bolsonaro patrocinou 175 ataques à categoria
“Entre 2018 e 2022, durante o governo de Jair Bolsonaro, jornalistas e, em particular, as mulheres jornalistas foram alvo de agressões físicas e virtuais, ameaças e tentativas de descredibilização. Em 2020, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo e a Federação Nacional dos Jornalistas contabilizaram 175 ataques de Jair Bolsonaro contra jornalistas e veículos de comunicação. O Sindicato também ingressou na Justiça com ação por dano moral coletivo em razão dos ataques dirigidos à categoria. Em 2023, Bolsonaro foi condenado definitivamente como assediador de jornalistas”.
O texto lembra ainda o ambiente de hostilidade sistemática à imprensa, à ciência e às instituições durante a pandemia da Covid-19. “A experiência mostrou o custo que a desinformação e o enfraquecimento das instituições podem produzir”, causando milhares de mortes. O manifesto também critica a postura dos donos da mídia hegemônica, que seguem chocando o ovo da serpente fascista no país:
Donos da mídia são cúmplices do fascismo
“Não podemos nos furtar a denunciar a lamentável postura do patronato da mídia diante de uma eleição que envolve diretamente o futuro da democracia e os rumos de nosso país. É especialmente revoltante o silenciamento de informações de evidente interesse público e a falsa equivalência entre projetos políticos profundamente distintos, em nome dos interesses econômicos dos proprietários das grandes empresas de comunicação”.
“Ao privilegiar seus interesses empresariais em detrimento do direito da população à informação, esses grupos de mídia comprometem a própria função social do jornalismo e contribuem para ocultar quais serão as consequências concretas de um eventual governo da extrema direita em relação ao direito dos trabalhadores, à soberania nacional e às liberdades democráticas”.
Mais liberdade ou mais violência?
Ao final, o manifesto conclama os jornalistas a se engajarem na luta para virar o jogo nas eleições presidenciais. “O segundo turno é uma escolha sobre o país que queremos. É uma decisão entre entreguismo e neocolonialismo. Mais direitos ou menos direitos. Mais espaço para a participação social ou maior concentração de poder. Mais liberdade para o jornalismo ou mais intimidação e violência. Mais proteção ao trabalho ou mais precarização. São questões concretas, que terão efeitos sobre a vida de milhões de pessoas para os próximos anos ou décadas”.
“Para o Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo, defender a democracia é parte fundamental da defesa do próprio jornalismo. É defender a liberdade de imprensa, o direito à informação, a organização dos trabalhadores e as instituições construídas pela sociedade brasileira. Por isso, conclamamos a categoria a participar desse debate, informar, conversar e ajudar a enfrentar a desinformação neste momento crucial da História de nosso país”.
“Como jornalistas e como cidadãos, temos responsabilidade na escolha do país que elegeremos. A disputa eleitoral está aberta, e a vitória da democracia está em nossas mãos. Como brasileiras e brasileiros, em defesa de nosso futuro, estaremos nas urnas no próximo dia 25 de outubro para reeleger Luiz Inácio Lula da Silva”.
O texto lembra ainda o ambiente de hostilidade sistemática à imprensa, à ciência e às instituições durante a pandemia da Covid-19. “A experiência mostrou o custo que a desinformação e o enfraquecimento das instituições podem produzir”, causando milhares de mortes. O manifesto também critica a postura dos donos da mídia hegemônica, que seguem chocando o ovo da serpente fascista no país:
Donos da mídia são cúmplices do fascismo
“Não podemos nos furtar a denunciar a lamentável postura do patronato da mídia diante de uma eleição que envolve diretamente o futuro da democracia e os rumos de nosso país. É especialmente revoltante o silenciamento de informações de evidente interesse público e a falsa equivalência entre projetos políticos profundamente distintos, em nome dos interesses econômicos dos proprietários das grandes empresas de comunicação”.
“Ao privilegiar seus interesses empresariais em detrimento do direito da população à informação, esses grupos de mídia comprometem a própria função social do jornalismo e contribuem para ocultar quais serão as consequências concretas de um eventual governo da extrema direita em relação ao direito dos trabalhadores, à soberania nacional e às liberdades democráticas”.
Mais liberdade ou mais violência?
Ao final, o manifesto conclama os jornalistas a se engajarem na luta para virar o jogo nas eleições presidenciais. “O segundo turno é uma escolha sobre o país que queremos. É uma decisão entre entreguismo e neocolonialismo. Mais direitos ou menos direitos. Mais espaço para a participação social ou maior concentração de poder. Mais liberdade para o jornalismo ou mais intimidação e violência. Mais proteção ao trabalho ou mais precarização. São questões concretas, que terão efeitos sobre a vida de milhões de pessoas para os próximos anos ou décadas”.
“Para o Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo, defender a democracia é parte fundamental da defesa do próprio jornalismo. É defender a liberdade de imprensa, o direito à informação, a organização dos trabalhadores e as instituições construídas pela sociedade brasileira. Por isso, conclamamos a categoria a participar desse debate, informar, conversar e ajudar a enfrentar a desinformação neste momento crucial da História de nosso país”.
“Como jornalistas e como cidadãos, temos responsabilidade na escolha do país que elegeremos. A disputa eleitoral está aberta, e a vitória da democracia está em nossas mãos. Como brasileiras e brasileiros, em defesa de nosso futuro, estaremos nas urnas no próximo dia 25 de outubro para reeleger Luiz Inácio Lula da Silva”.

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