segunda-feira, 17 de outubro de 2011

A Copa e a denúncia requentada

Por Luis Nassif, em seu blog:

Vamos tentar encaixar algumas peças nesse quebra-cabeças do Ministério dos Esportes.

Como tenho escrito seguidamente, a velha mídia tem sua prateleira de escândalos reais ou potenciais, com indícios ou sem provas, velhos ou novos, que são utilizados de acordo com as conveniências do momento.

A cobiça pelo Ministério do Esporte

Por José Dirceu, em seu blog:

"Uma pessoa que já foi presa e é alvo de um inquérito policial vira a fonte da verdade. Coloco-me à disposição para ir ao Congresso dar explicações. Um bandido me acusa e eu tenho que me explicar". Esta foi a primeira reação do ministro dos Esportes, Orlando Silva, ao responder à matéria principal da revista Veja desta semana, na qual ele é acusado de receber dinheiro de ONGs.

domingo, 16 de outubro de 2011

As fontes sinistras da revista Veja

Por Altamiro Borges

Atacado em sua honra pela revista Veja, o ministro dos Esportes, Orlando Silva, foi rápido nas respostas. Ainda de Guadalajara, no México, onde participou da abertura dos Jogos Pan-Americano, ele solicitou que a Polícia Federal investigue as denúncias, colocou à disposição o seu sigilo fiscal e bancário e anunciou que refutará as acusações no Congresso Nacional já na próxima semana.

As camisinhas e a Igreja Católica

Por Leonardo Sakamoto, em sem blog:

O reitor do Santuário Nacional de Aparecida pediu ao ministro da Saúde que não distribua camisinhas nas escolas públicas, afirma o Painel da Folha de S. Paulo de hoje [13].

Sabedoria divina que arrepia. Até porque, como todos sabemos, jovens só fazem sexo por causa do preservativo grátis. Sim, ela, a camisinha, é a responsável por tirar da inocência milhões todos os anos. Sem a dita, viveriam uma vida de castidade, dedicada às boas causas. Mas não! Enquanto o pecado em forma de látex lubrificado estiver à espreita de nossos adolescentes, feito o Tranca-Rua, o Tinhoso, o Cramulhão mangando Jesus no deserto, não haverá paz.

As razões dos protestos nos EUA

Foto: Eduardo Muñoz-Reuters
Por Mauro Santayana, em seu blog:

O movimento de protesto nos Estados Unidos teve ontem um dia diferente em Nova Iorque: piquetes de centenas de pessoas se manifestaram às portas de cinco dos maiores milionários de Manhattan, começando pela casa de Rupert Murdoch. Outras residências visitadas foram as dos banqueiros John Paulson, Jamie Dimon, David Koch, e Howard Millstein – todos eles envolvidos nos grandes escândalos de Wall Street, e socorridos por Bush. Os lemas foram os mesmos: que tratassem de devolver o que haviam retirado da economia popular.

As lições do "Ocupar Wall Street"

Por Miguel Urbano Rodrigues, no sítio português Resistir:

Os acontecimentos de Wall Street confirmam que o grande capital que controla o sistema de exploração responsável pela crise está preparado para absorver e neutralizar os protestos isolados, mas quando estes se tornam permanentes e assumem um caráter massivo, entra em pânico. O gigante tem pés de barro.

Protestos contra ditadura do mercado

Por Eduardo Febbro, de Bruxelas, no sítio Carta Maior:

“A bolsa ou a vida!” O cartaz colocado na fachada do edifício da Bolsa de Bruxelas serviu de fio condutor da jornada “unidos por uma mudança global” que reuniu dezenas de milhares de pessoas em todo o planeta neste sábado. Ao longo trajeto pela capital belga, cada vez que os cerca de 7 mil manifestantes passavam por um banco ou qualquer outra instituição financeira um coro de vaias e gritos em todos os idiomas possíveis rompia o consenso festivo da marcha.

"Indignados": balanço da Telesur



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"Indignados": trabalhadores na Grécia



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"Indignados": milhares na Alemanha



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"Indignados": violência na Itália



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PCdoB rechaça calúnias da Veja

Do sítio Vermelho:

Na edição que circula desde este sábado, dia 15, a revista Veja, sem apresentar provas, acusa o PCdoB de ter montado “uma estrutura dentro do Ministério do Esporte para desviar dinheiro público”. Diz que o ministro do Esporte Orlando Silva seria o “chefe” da suposta operação. Em entrevista a jornalistas da TV Brasil e Rede Brasil, em São Paulo, o presidente do PCdoB Renato Rabelo, no final da tarde de hoje, dia 15, rechaçou acusações contra o PCdoB e defendeu Orlando Silva.

sábado, 15 de outubro de 2011

Quais os objetivos da revista Veja?

Fachada da academia This way Fitness, em Sobradinho, de propriedade do soldado da PM João Dias. Correio Braziliense 01-4-2010
Por Eduardo Guimarães, no Blog da Cidadania:

Após a última matéria antigoverno Dilma da Veja, agora contra o ministro Orlando Silva, o portal da revista noticia que fontes da Fifa que a matéria não identifica estariam se dizendo “preocupadas” com as denúncias em um momento em que uma delegação brasileira chega à Europa para tratar com a mesma Fifa detalhes da Copa de 2014.

Ministro aciona a Polícia Federal

Casa de João Dias avaliada em R$ 2 milhões. Foto: MARCELO FERRERIA/CB/D.A PRESS
Do sítio de Ministério do Esporte:

O ministro do Esporte, Orlando Silva, pediu ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que a Polícia Federal investigue denúncias feitas pelo Sr. João Dias em entrevista à revista Veja. Orlando Silva espera com isso não deixar dúvidas sobre a falta absoluta de fundamentação das acusações feitas contra ele pelo entrevistado. “Tenho a certeza de que ficará claro de que tudo o que ele diz são calúnias”, diz o ministro do Esporte.

Veja não apura, enlameia honras

Por Fernando Brito, no blog Tijolaço:

A revista Veja sai aos sábados. Com isso, garante seu principal objetivo “jornalístico”, que não é noticiar, mas “repercutir” nos jornais de domingo.

O que a revista tem contra o Ministro Orlando Silva é a declaração de um PM preso numa investigação sobre desvio de verbas, corroborada por um empregado seu.

Ministro do Esporte processará a Veja

Por Altamiro Borges

A revista Veja desembestou de vez. A cada semana ela aciona um de seus jagunços midiáticos para destruir reputações e produzir “reporcagens” com calúnias e difamações, sem qualquer consistência jornalística e sem ouvir as vítimas das agressões. A revista dá tiros para todos os lados, pouco se importando com sua credibilidade em declínio ou com a abertura de processos judiciais.

O capitalismo está condenado. E agora?

Por Sophie Shevardnadze, no sítio Outras Palavras:

A entrevista durou pouco mais de onze minutos, mas alimentará horas de debates em todo o mundo e certamente ajudará a enxergar melhor o período tormentoso que vivemos. Aos 81 anos, o sociólogo estadunidense Immanuel Wallerstein, acredita que o capitalismo chegou ao fim da linha: já não pode mais sobreviver como sistema. Mas – e aqui começam as provocações – o que surgirá em seu lugar pode ser melhor (mais igualitário e democrático) ou pior (mais polarizado e explorador) do que temos hoje em dia.

Indignados se mobilizam contra a crise

Do sítio Opera Mundi:

"Indignados" de todo o mundo saem às ruas de suas cidades neste sábado (15/10) para expressar sua fúria contra banqueiros, financistas e políticos, os principais acusados de arruinar a economia mundial e condenar milhões à pobreza e a dificuldades devido à sua ganância. Animados pelo movimento "Occupy Wall Street", que vem ganhando cada dia mais seguidores, manifestantes marcharão em várias partes do mundo, da Nova Zelândia ao Alasca, em cidades como Londres, Frankfurt, Roma e a própria Nova York.

15M: A luta por "democracia real já"

Por Natasha Pitts, no sítio da Adital:

O 15M, também conhecido como movimento dos indignados, ganhou as ruas e as manchetes dos jornais e TVs no início deste ano, em 15 de maio. Nascido na Espanha, surgiu como uma série de manifestações pacíficas em praças e parques nas principais cidades do país com o intuito de promover uma democracia mais participativa. A intensidade dos protestos foi tamanha que transpôs as barreiras geográficas e se espalhou por todo o planeta.

Rentistas comandam a mídia francesa

Por Marie Bénilde, no jornal Le Monde Diplomatique-Brasil:

Na próxima corrida às eleições presidenciais francesas, a imprensa escrita e sua ferramenta industrial correm o risco de dar trabalho às equipes de conselho políticas. Teria o Estado que acompanhar financeiramente a reestruturação dos jornais? Ao mesmo tempo que a direção do Le Figaro optou, em junho, por ceder o controle de sua gráfica de Tremblay-en-France ao grupo Riccobono, a do Le Monde anunciava a paralisação de duas rotativas ainda em funcionamento na gráfica de Ivry-sur-Seine. Louis Dreyfus, presidente do diretório do Le Monde, tem a intenção de deixar à imprensa cotidiana regional o cuidado de encontrar “uma solução para a impressão nas regiões”, a fim de assegurar as vendas à tarde no interior, em uma tentativa de conter uma perda anual de 3 milhões de euros.