sexta-feira, 11 de outubro de 2013

"Príncipe da Privataria" em Brasília

Do sítio do Centro de Estudos Barão de Itararé:

Na terça feira (15/10), o jornalista Palmério Dória lança seu mais novo livro, O Príncipe da Privataria (Geração Editorial, R$ 39,90), em Brasília (DF). A obra consiste em uma grande reportagem de 400 páginas, 36 capítulos e 20 anos de apuração sobre as polêmicas em torno da compra da reeleição de Fernando Henrique Cardoso (FHC). A atividade acontece no Sindicato dos Bancários (SHCS 314/315, Bloco A, Asa Sul), a partir das 19 horas.

Robin Hood tinha razão

Por Frei Betto, no sítio da Adital:

"A desigualdade mata”, afirmou o epidemiologista britânico Richard Wilkinson ao constatar que nas regiões menos igualitárias os índices de mortalidade são mais altos.

Os pesquisadores Frans de Waal e sua colega Sarah Brosnan, ao testar macacos-prego, verificaram que eles se zangavam ao ver um companheiro receber uma recompensa melhor. Sarah entregava um seixo a um dos animais e, em seguida, estendia a mão para que o macaco o devolvesse em troca de um pedaço de pepino. Os dois macacos aceitaram a troca 25 vezes consecutivas.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Chutando para todos os lados

Por Luciano Martins Costa, no Observatório da Imprensa:

A terça-feira (8/10) registra as escaramuças entre os neurônios da imprensa para desvendar o significado da aliança política entre a ex-senadora e ex-ministra Marina Silva e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos. A fundadora da frustrada Rede Sustentabilidade encontra no Partido Socialista Brasileiro uma sigla com nome tradicional para amarrar seu projeto político que se pretende inovador.

Serra chega tarde com suas críticas

Por José Dirceu, em seu blog:

O sempre presidenciável tucano José Serra chegou tarde com essas suas críticas ao troca-troca de partidos das últimas semanas, classificado por ele como “mercado partidário”. Em palestra na federação das associações comerciais do Rio Grande do Sul, ontem, em Porto Alegre, ele afirmou que “tempo de TV no Brasil e verba do fundo partidário viraram mercadoria”. Errou feio, ainda, ao acusar o governo Dilma Rousseff de “cúmplice” da prática.

Os abusos de poder na USP

Por Jorge Luiz Souto Maior, no sítio Carta Maior:

Em junho deste ano, em meio às manifestações populares que marcaram uma mudança no país sobretudo no que se refere à relevância dos direitos sociais, cerca de 100 trabalhadores terceirizados da USP ficaram sem receber salários por vários dias. O salário de maio foi pago apenas no dia 17 de junho, sendo que isto se deu apenas em decorrência de greve realizada entre os dias 10 e 14 do mesmo mês, que provocou, inclusive, a intervenção da administração da Universidade para que a situação fosse resolvida. A solução, ademais, foi parcial porque outros benefícios, também em atraso, não foram imediatamente acertados.

O enigma black bloc

Por Miguel do Rosário, no blog O Cafezinho:

O movimento black bloc adquiriu uma magnitude tal no Rio de Janeiro que não nos resta outra saída senão procurar compreendê-lo. A repressão não adiantará muito, porque se se trata realmente de uma tendência com apoio popular, qualquer violência do Estado apenas servirá para legitimá-la ainda mais e fazê-la crescer. Quando uma revolta recebe apoio popular, como está acontecendo, ela se torna bíblica.

Unir o povo contra frente de oposições

http://pigimprensagolpista.blogspot.com.br/
Editorial do sítio Vermelho:

A mídia golpista, centro dirigente das forças da oposição neoliberal e conservadora, está em plena campanha para que se forme um cenário pré-eleitoral de “frente de oposições”. O objetivo explícito é, custe o que custar, derrotar a presidenta Dilma Rousseff e assim interromper o ciclo político progressista aberto com a eleição de Lula em 2002.

FHC, sujeito oculto

Por Paulo Moreira Leite, em seu blog:

A entrada de Fernando Henrique Cardoso no debate sobre a ação penal 470 apenas confirma com pompa e circunstância aquilo que sempre se soube.

O julgamento de réus que integravam o governo Lula, agora em sua etapa final, é um processo politizado, que mobiliza interesses que nada têm a ver com o distanciamento e frieza que se espera numa decisão com base nos fundamentos do Direito.

A crise entre Marina e Eduardo Campos

Aroeira
Do blog Diário do Centro do Mundo:

Casamentos de conveniência dão problemas rapidamente. Marina e Eduardo Campos, por exemplo. Nem bem os rojões que marcaram as núpcias políticas entre os dois deixaram de varrer os céus as desavenças já estão aí, tonitruantes como a voz de Fred Flintstone. Simplesmente nenhum dos dois quer servir de escada para o outro. Quer dizer: ambos querem ser candidatos à presidente, não a vice.

Soninha para presidente. É piada!?

Por Altamiro Borges

O blogueiro Josias de Souza, da Folha, publicou nesta semana uma notinha divertida sobre os dilemas do PPS: “Após tomar distância de Aécio Neves (PSDB), se oferecer a Eduardo Campos (PSB), flertar com José Serra (PSDB) e ser refugado por Marina Silva (Rede), o partido rediscute todas as alternativas anteriores e mais uma: a escolha de uma opção presidencial própria. Uma ala do PPS passou a defender o lançamento da candidatura de Soninha Francine, ex-vereadora e candidata da sigla à prefeitura de São Paulo”.

"Deus-mercado" festeja alta dos juros

Por Altamiro Borges

Pela quinta vez consecutiva, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu nesta quarta-feira (9) elevar a taxa básica de juros. A Selic subiu meio ponto, pulando de 9% para 9,5% ao ano. A absurda decisão foi tomada no mesmo dia em que o próprio IBGE anunciou que a inflação acumulada nos últimos 12 meses ficou abaixo de 6%, o que desmente o discurso terrorista da mídia e dos banqueiros sobre a explosão inflacionária para justificar a alta dos juros. Mesmo assim, o Banco Central se dobrou novamente à pressão da ditadura do capital financeiro. Um crime contra a nação!

PSB retruca Marina; confusão criada

Por Altamiro Borges

Como já alertou o "imortal" Merval Pereira, porta-voz da Globo, a verde Marina Silva pode morrer pela língua. Quando mais fala, mais ela se complica. Desde sábado, quando anunciou a sua adesão ao PSB e lamentou a "clandestinidade" da Rede, a ex-senadora virou a queridinha da mídia. É manchete dos jornalões e estrela nas emissoras de tevê - mereceu até festança no programa do Jô Soares. A forte exposição, porém, tem seus custos. Em entrevista à Folha na quarta-feira, Marina Silva afirmou que ela e Eduardo Campos são "possibilidades" para 2014 - colocando em dúvida a candidatura do presidente do PSB. A reação foi imediata, o que indica que haverá muita confusão no novo polo oposicionista.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

A impunidade da imprensa britânica

Por Gianni Carta, na revista CartaCapital:

A última barbaridade jornalística foi obra do Daily Mirror, mais um tabloide marrom que faz parte de uma potência financeira com um volume de negócios de 1,2 bilhão de euros. O objetivo do diário é entreter com histórias permeadas de inaudito reacionarismo a chamada Middle England, a classe média de comerciantes tão bem descrita por Napoleão.

Marina no PSB: Jogo aberto em 2014

http://ajusticeiradeesquerda.blogspot.com.br/
Por Frédi Vasconcelos, na revista Caros Amigos:

O anúncio, no último final de semana, da entrada de Marina Silva no PSB de Eduardo Campos pegou o mundo político de surpresa. Depois de negado pelo TSE o registro da Rede Sustentabilidade, pelo qual pretendia disputar as eleições presidenciais no ano que vem, Marina teve convites para ser a cabeça de chapa em 2014 por diversos partidos, entre eles o PPS de Roberto Freire, de olho nos 20 milhões de votos que a ex-senadora e ambientalista teve nas eleições de 2010.

Metrô-SP à beira da tragédia

Por Tadeu Breda, no sítio Outras Palavras:

A composição do Metrô de São Paulo que descarrilou no dia 5 de agosto, nas proximidades da estação Palmeiras-Barra Funda, na Linha 3 Vermelha, voltou a sofrer uma pane “grave” na última quarta-feira (2/10). A falha colocou novamente a vida dos usuários em risco. Por volta das 18h30, na estação Santa Cecília, também na Linha 3 Vermelha, o trem abriu sozinho todas as suas portas, em todos os vagões, de ambos os lados – inclusive do lado oposto da plataforma, onde se encontra o trilho energizado. A composição está recolhida desde então. A ocorrência não foi divulgada publicamente, mas está registrada nos sistemas de segurança da Companhia do Metrô. A informação foi obtida junto a fonte interna, que não pode se identificar por razões óbvias.

BC dá mais carne para os leões

Por Fernando Brito, no blog Tijolaço:

Como se esperava, o Comitê de Política Monetária aumentou em mais meio ponto a taxa pública de juros, a Selic.

Passou, agora, a 9,5% ao ano, frente aos 9% anteriores.

É, certamente, ainda muito baixa frente à história de juros monstruosos pagos por este sofrido país. Mas é muito alta – e agora mais ainda, como o declínio da inflação – seja qual for o critério de comparação internacional que se utilize.

Jogo eleitoral e falta de programas

Editorial do jornal Brasil de Fato:

Os partidos políticos no Brasil, ao longo da história republicana, como regra nunca representaram os interesses de uma classe social em específico, e muito menos tinham como objetivo um programa de mudanças socioeconômicas para a sociedade brasileira. Sua natureza sempre foi de disputar cargos para ascender ao controle do Estado, e assim se locupletarem com recursos públicos para interesses específicos de grupos e frações de classe. E o Estado, com sua natureza burguesa, sempre funcionou na lógica de reprodução dos interesses das classes proprietárias, os capitalistas.

46 anos do assassinato de Che Guevara

Um balanço negativo da comunicação

Por Theófilo Rodrigues, no sítio do PCdoB:

A avaliação que a tese para o 13º Congresso Nacional do PCdoB realiza na área das políticas públicas de comunicação social ainda é muito benevolente com os governos de Lula e Dilma. Pretendo aqui de forma breve e direta apontar as debilidades que comprovam a covardia ou conservadorismo do governo federal nesta área.

Mosquitos transgênicos no Sertão

Pelo Coletivo Nigéria, no sítio da Agência Pública:

No começo da noite de uma quinta-feira de setembro, a rodoviária de Juazeiro da Bahia era o retrato da desolação. No saguão mal iluminado, funcionavam um box cuja especialidade é caldo de carne, uma lanchonete de balcão comprido, ornado por salgados, biscoitos e batata chips, e um único guichê – com perturbadoras nuvens de mosquitos sobre as cabeças de quem aguardava para comprar passagens para pequenas cidades ou capitais nordestinas.