quinta-feira, 19 de junho de 2014

A radicalidade na luta eleitoral

Editorial do site Vermelho:

A campanha eleitoral propriamente dita ainda nem começou, mas o enfrentamento entre as principais candidaturas é cada vez mais duro e radicalizado. A oposição neoliberal e conservadora, encabeçada pelo candidato Aécio Neves, da coalizão PSDB-DEM-Solidariedade, expressão partidária da nova direita nacional, optou por duros ataques ao governo e à pessoa da presidenta da República, num discurso em que se misturam falsas denúncias e insultos, uma mixórdia de preconceito e ódio.

"Direita Militante" vai radicalizar

Por André Barrocal, na revista CartaCapital:

Os xingamentos contra Dilma Rousseff na abertura da Copa do Mundo são ilustrativos de um fenômeno que o ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria Geral da Presidência, acredita ter se alastrado pelo Brasil. Uma parcela expressiva da sociedade, diz ele, está tomada por ódio.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Folha bota fé na tal unidade tucana?

Por Altamiro Borges

Na segunda-feira (16), no editorial intitulado “PSDB conciliado”, a Folha festejou os resultados da convenção tucana que homologou a candidatura de Aécio Neves. O artigo mais parecia uma peça de campanha eleitoral. Mas ele não convenceu nem sequer a colunista do jornal, Eliane Cantanhêde, aquela mesma da “massa cheirosa”. No dia seguinte, ela alertou que a tal unidade não está tão consolidada assim. “O grito de guerra da convenção tucana foi ‘união’, mas, em eleições, a prioridade dos políticos é cada um salvar a própria pele”, escreveu, temendo pelas aproximações entre o governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP) e o presidenciável Eduardo Campos, do PSB.

The Economist fustiga poder da Globo

Clima da Copa e os profetas do caos

Por Paulo Moreira Leite, em seu blog:

A Copa do Mundo não completou uma semana e já é possível perceber um novo fiasco histórico dos profetas do caos. Os aeroportos não ficaram um inferno nem os voos atrasaram - na média, o número de atrasos e cancelamentos é um dos melhores do mundo.

Os estádios estão aí, alegrando visitantes e torcedores. Os números de gols mostram matematicamente que esta pode ser uma das melhores Copas de todos os tempos.

A Colômbia votou pela paz

Ilustração: Mônica Valecia
Por Emir Sader, no site Carta Maior:

Com pouco mais de 50% dos votos e uma abstenção um pouco menor do que no primeiro turno, Juan Manuel Santos conseguiu reeleger-se presidente da Colômbia. A polarização na reta final revelou como o tema da paz e da guerra foi finalmente o central nas mais renhidas eleições colombianas.

Quem envergonhou o Brasil na Copa?

Por Leonardo Boff, em seu blog:

Pertence à cultura popular do futebol a vaia a certos jogadores, a juízes e eventualmente a alguma autoridade presente. Insultos e xingamentos com linguagem de baixo calão que sequer crianças podem ouvir é coisa inaudita no futebol do Brasil. Foram dirigidos à mais alta autoridade do pais, à Presidenta Dilma Rousseff, retraída nos fundos da arquibancada oficial.

O legado da sustentabilidade na Copa

Por Afonso Capelas Jr., no blog Diário do Centro do Mundo:

Quem disse que não haverá legado positivo a ser deixado pela Copa do Mundo no Brasil? As doze arenas construídas nas cidades-sedes do maior evento da Terra são exemplos de sustentabilidade reconhecidos internacionalmente. Desde o uso de concreto reciclado na construção dos estádios, sistemas de reaproveitamento de água das chuvas, a gestão adequada de resíduos sólidos e a adoção de fontes renováveis de energia para iluminação, outras tantas medidas foram adotadas para minimizar os impactos ambientais. Inclusive a compensação de gases de efeito estufa, que provocam mudanças climáticas, emitidos durante todo o evento.

Neymar é o 'cabra'; e um PAC para Fred

Por Rodrigo Vianna, no blog Escrevinhador:

O Brasil virou um país comum.

Comum porque, depois de dois jogos nessa Copa que acontece em solo brasileiro (sim, os jogos não foram transferidos para Miami – ao contrário do que supunha a “Veja”), ninguém está discutindo por que os aeroportos não deram conta de transportar os torcedores de uma cidade para outra. Ninguém está perguntando por que a desorganização absoluta (“só no Brasil”) impediu os torcedores de chegar aos estádios. Não se está lamentando o lamaçal em que se transformou o campo em Natal – cidade assolada por uma chuva de proporções bíblicas.

A Copa e a imprensa em seu labirinto

Por Luciano Martins Costa, no Observatório da Imprensa:

A frustração com o empate da seleção brasileira de futebol no jogo contra os mexicanos produz todo tipo de reflexão nas edições de quarta-feira (18/6) dos jornais. Predominam os textos ponderados, que consideram melhor enfrentar agora as possíveis deficiências da equipe do que ganhar todas as partidas da primeira fase e ter que encarar eventuais falhas nas etapas eliminatórias.

A Copa dos VIPs. Patético!

O "marketing" jurídico de Barbosa

http://ajusticeiradeesquerda.blogspot.com.br/
Por Fernando Brito, no blog Tijolaço:

Qualquer pessoa equilibrada - e equilíbrio é pilar para quem desempenha função pública e, especialmente, a judicial - triplica sua dose de moderação quando está prestes a deixar suas funções.

Faz parte dos ritos a que se obriga quem sabe que é transitório na função, mas que é permanente e institucional a função que vai deixar.

O ministro Joaquim Barbosa, como não é uma pessoa equilibrada, faz o inverso.

Novas palhaçadas de "Merval Barbosa"

Por Miguel do Rosário, no blog O Cafezinho:

Merval Pereira e Joaquim Barbosa são a mesma pessoa. Ambos formam um ser híbrido que mescla o setor vendido do STF e o golpismo clássico da Globo. Ambos exploraram, com sucesso, os preconceitos populares, insuflando o espírito linchatório que é uma característica triste mas presente em qualquer povo. Chamarei este ser híbrido, esse ornitorrinco político, de “Merval Barbosa”.

Ronaldo, o “fenômeno” do oportunismo!

Por Altamiro Borges

O ex-atacante Ronaldo tem dado um show de oportunismo. Ele é um verdadeiro “fenômeno”. Após desqualificar a realização da Copa no Brasil, nutrindo o complexo de vira-lata da “elite branca” nativa, ele agora resolveu mudar novamente de posição. Segundo o site UOL, em nota publicada nesta terça-feira (17), “após o início do torneio, o maior artilheiro da história das Copas abaixou o tom das críticas e revelou que tem percebido um retorno positivo de quem participa do evento. ‘Eu não tenho ouvido muitas reclamações, nem muitas queixas. Percebo que as pessoas têm se divertido muito. O clima é de alegria’, disse o ex-camisa 9”, antes do início do jogo entre Brasil e México.

terça-feira, 17 de junho de 2014

A carapuça de FHC foi comprada


Por Altamiro Borges

A última pesquisa Datafolha confirmou que FHC é o político mais detestado do país – 57% dos entrevistados garantiram que não votariam em um candidato indicado por ele “de jeito nenhum”. Mesmo assim, vaidoso, ele não consegue ficar quietinho no seu canto, mesmo sabendo que isto pode prejudicar Aécio Neves, o cambaleante presidenciável do PSDB. Citado por Lula num evento no final de semana, FHC­ se sentiu provocado e reagiu nesta segunda-feira (16). “Lamento que o ex-presidente Lula tenha levado a campanha eleitoral para níveis tão baixos. Na convenção do PSDB não acusei ninguém; disse que queria ver os corruptos longe de nós. Não era preciso vestir a carapuça”, escreveu no Facebook.

Queda da informalidade não dá manchete

Do sítio http://www.fenatracoop.com.br/
Por Altamiro Borges

Na semana passada, o Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getúlio Vargas, divulgou uma pesquisa que mostra que o trabalho informal (ou “subterrâneo”, na linguagem dos economistas) atingiu o índice mais baixo da história recente do país – o equivalente a 16,2% do Produto Interno Bruto (PIB). No reinado neoliberal de FHC, a informalidade bateu recordes, como consequência do aumento do desemprego e da queda da renda dos trabalhadores. A imprensa tucana, porém, evitou dar destaque para este importante avanço social dos últimos dez anos. Os urubólogos da mídia, que habitam as redações dos jornalões e das emissoras de tevê e rádio, não fizeram escarcéu sobre esta conquista.

Augusto de Campos "vaia" a Folha

Por Conceição Oliveira, no blog Maria Frô:

O povo brasileiro tem algo espetacular, quando a direita extrapola em tudo em sua canalhice a reação é sempre bela, poética, decente, orgulha-nos. Foi a reação da blogosfera, das redes sociais em sua melhor categoria, a reação da catadora dona Maria Sueli, a reação do jornalista esportivo Trajano, a reação do cantor Chico César e agora a reação do poeta Augusto de Campos.

Imagina depois da Copa

EUA: Quando um império declina

Por Manuel E. Yepe, no site Vermelho:

Nunca é fácil para um império administrar o declínio de sua presença global. Não foi para o Reino Unido, nem para a França após a 2ª Guerra Mundial, tampouco para a Rússia com a desaparição da União Soviética. A nova estratégia militar de Washington reflete uma sombria situação interna e externa nos Estados Unidos.

Felipão e a a geopolítica da Copa

http://ajusticeiradeesquerda.blogspot.com.br/
Por Mauro Santayana, em seu blog:

Desde a formação dos primeiros grupos humanos, no alvorecer da história, o poder das tribos, das cidades, dos povos, nações e civilizações, esteve ligado a competições de caráter físico e de habilidade.