quarta-feira, 29 de abril de 2015

O PL 4.330 e a resistência popular

http://www.marciobaraldi.com.br/

Editorial do jornal Brasil de Fato:

Neste editorial, temos constatado que as forças neoliberais estão impondo um cerco político sobre o governo Dilma. A ofensiva restauradora de caráter neoliberal se expressa, principalmente, através do avanço das forças conservadoras no Congresso Nacional, na instrumentalização do Poder Judiciário – para auxiliar os objetivos da direita – e pela ofensiva ideológica antipopular e antinacional, promovida pelo monopólio dos meios de comunicação.

O grave erro de Marta Suplicy

Por Renato Rovai, em seu blog:

A senadora e ex-prefeita de São Paulo, Marta Suplicy, anunciou hoje sua saída do PT. Depois de 33 anos, o fim da relação não foi dos mais amigáveis. Marta deixa a legenda fazendo barulho e criando caso. Bem ao estilo Marta, o que não significa que ela não mudou muito nos últimos tempos.

O mandato de Marta como deputada federal foi muito bom. Ela era um pouco o Jean Willys da época, assumia temas polêmicos e com competência conseguia levar vários debates no Congresso.

Quem inspira os jovens golpistas?

Do Jornal GGN:

Quem inspira os meninos da ultra-direita brasileira que agitam protestos contra o PT e a presidente Dilma Rousseff? Segundo reportagem publicada ontem, dia 27, no Valor, os jovens são inspirados ideologicamente pela Atlas Network, uma empresa sediada em Washington (EUA), que prega o livre mercado, e que mantém parceria com instituições brasileiras, que recebem dinheiro para promover palestras, divulgar artigos, livros, etc.

A luta contra a traição e a escravidão

Por Adilson Araújo, no site da CTB:

O Projeto de Lei 4.330/04, relatado pelo deputado Arthur Maia (Solidariedade-BA) e aprovado na Câmara dos Deputados quarta-feira, 22, consagra a terceirização ampla, geral e irrestrita da economia brasileira, estendendo-a a 100% das atividades-fim. Se for transformado em realidade significará a maior derrota da classe trabalhadora desde o golpe de 1964.

terça-feira, 28 de abril de 2015

Professores de SP convocam assembleia

Ensaio sobre a exceção: PT fora da regra

Por Tarso Genro, no site Carta Maior:

“Conheço os homens, são todos culpados, só que
não está escrito no livro do destino que cada um
deles venha comer aqui o seu pão.”
ANDRITCH, Ivo. Conto no livro “O Pátio Maldito e Quatro Contos”.


1. Exceção e conjuntura

Está em andamento no Brasil um estado de exceção “não declarado” que, se é verdade que hoje é estimulado pelas contingências da luta política, pode se tornar permanente e fazer brotar uma nova leitura dos princípios constitucionais da presunção da inocência e do princípio da igualdade perante a lei. Mais tarde ele poderá se voltar inclusive contra os que hoje festejam o seu exercício, pois a exceção cria no Estado nichos de poder irregular que adquirem vida própria e se projetam muito além dos desejos oportunistas do presente.

Seminário reflete sobre poder da Globo

Por Joanne Mota, no site do Centro de Estudos Barão de Itararé:



Fechando a maratona de atos de descomemoração dos 50 anos da Rede Globo, o Centro de Estudos de Mídia Alternativa Barão de Itararé realizou, nesta segunda-feira (27), seminário “Rede Globo: 50 anos de poder e hegemonia”. O evento reuniu pesquisadores, estudantes e ativistas em torno a construção e consolidação do império Globo.

Ditador Richa agride professores no PR

O desespero de Paulinho da Força

Por Helena Sthephanowitz, na Rede Brasil Atual:

O presidente nacional do Solidariedade e deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, que recentemente declarou também que "Vivemos uma crise moral e ética sem precedentes" , será julgado a partir de hoje (28) pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por falsificação de documento particular, falsidade ideológica e estelionato.Seu caso está na pauta da Primeira Turma. Se Paulinho for condenado, sua pena pode chegar a 15 anos de prisão.

1º de Maio de luta em São Paulo

Por Marize Muniz

Em defesa dos direitos da classe trabalhadora, da democracia, da Petrobras e da reforma política, centrais sindicais e movimentos populares do campo e da cidade se unem no próximo 1º de Maio, Dia do Trabalhador (a), que será comemorado em evento a partir das 10h, no Vale do Anhangabaú, centro da capital paulista. Haverá ato ecumênico, ato político-cultural e programação de shows.

A origem e o significado do 1º de Maio

Por Altamiro Borges

“Se acreditais que enforcando-nos podeis conter o movimento operário, esse movimento constante em que se agitam milhões de homens que vivem na miséria, os escravos do salário; se esperais salvar-vos e acreditais que o conseguireis, enforcai-nos! Então vos encontrarei sobre um vulcão, e daqui e de lá, e de baixo e ao lado, de todas as partes surgirá a revolução. É um fogo subterrâneo que mina tudo”. Augusto Spies, 31 anos, diretor do jornal Diário dos Trabalhadores.


A Abril passou o pires pelo BNDES

pigimprensagolpista.blogspot.com.br
Por Paulo Nogueira, no blog Diário do Centro do Mundo:

O grau de ignorância dos blogueiros da Veja é desumano.

Eles não sabem sequer o que acontece na empresa para a qual trabalham, e se metem a fazer considerações sobre o universo.

Recentemente, eles têm falado no BNDES. O dinheiro do BNDES, segundo o Brad Pitt de Taquaritinga, é dos amigos do governo.

Sergio Moro Presidente do Brasil!

Por Amilton Sganzerla, no blog Escrevinhador:

Sergio Moro Presidente do Brasil!

Será esta uma hipótese absurda? Talvez sim, talvez nem tanto. Vejamos.

Moro não é político profissional, agrada a todos os que acham que a política é a mãe de todos os males.

Moro age como um déspota, atende a todos os que querem a volta da ditadura.

1º de Maio e a luta contra terceirização

Editorial do site Vermelho:

Nas indústrias da Europa e dos Estados Unidos, no final do século 18 e início do século 19, a jornada de trabalho chegava a alcançar 17 horas diárias.

Férias, descanso semanal remunerado e aposentadoria inexistiam. Homens, mulheres, adolescentes e inclusive crianças trabalhavam, literalmente, até morrer de exaustão, fome e doenças.

Famintos e oprimidos, os operários começaram a criar “caixas de auxílio mútuo”. Estes organismos de solidariedade classista, que depois deram origem aos sindicatos, foram também os embriões de diversos movimentos reivindicatórios.

Globo é subsidiada pelo Tio Sam

Por Miguel do Rosário, no blog O Cafezinho:

Mais uma contribuição do Cafezinho para os 50 anos da TV Globo.

Estudando as edições do Globo nos primeiros meses de 1964, quando o jornal aos poucos vai assumindo o protagonismo do golpe civil-militar contra João Goulart, encontro, no dia 19 de março daquele ano, um editorial na primeira página que me pareceu positivamente engraçado.

A "Folha" tira zero em história

Por Fernando Brito, no blog Tijolaço:

Deixei para comentar hoje porque é irrelevante a olhos vistos a matéria da Folha de ontem que diz que a anunciada fusão entre o PTB e o DEM seria uma “união que juntaria herdeiros de Getúlio e Lacerda“.

Pura tolice.

Nem os de um, nem os de outro.

Um Estado de mal-estar na Europa

Por Antonio Luiz M. C. Costa, na revista CartaCapital:

Em 12 de abril, 400 migrantes africanos e árabes morreram entre a Líbia e a Itália em um naufrágio de um barco superlotado. Por si só, uma tragédia chocante, mas relegada a cantos de páginas e alguns segundos do noticiário da tevê, em contraste com a cobertura exaustiva da morte de 150 europeus em um desastre aéreo, para não falar dos 12 de um atentado.

Os prejuízos causados pela terceirização

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Globo: Uma história pela metade

Por Luciano Martins Costa, no Observatório da Imprensa:

Os 50 anos da TV Globo foram lembrados ao longo da semana que passou e celebrados no domingo (26/4), com uma festa para centenas de funcionários no Rio de Janeiro. As inserções de um quadro especial no Jornal Nacional, comandado pelo apresentador e editor William Bonner, serviram para apresentar em doses diárias um resumo da história da emissora, com destaque para alguns episódios controversos em que foi protagonista.

União para barrar a terceirização

Por Vito Gianotti, no jornal Brasil de Fato:

Milhares de trabalhadores saíram às ruas no dia 16 de abril contra o PL 4.330, que dá às empresas a possibilidade de terceirizar todas as suas atividades. Um exemplo bem simples de como as coisas podem passar a funcionar: uma padaria pode contratar uma empresa para fazer o pão. Quantos foram para as ruas? Muitos, poucos? Um pinguinho, um pingão? É inútil comparar com outras manifestações. Fomos muitos para as ruas. Porém, a imensa maioria dos trabalhadores do Brasil não tomou conhecimento desses atos. Não porque não esteja interessada, mas porque se comunicar com a gente de um país tão grande é difícil. Tem-se que ter uma máquina muito lubrificada funcionando.