quarta-feira, 12 de março de 2014

Mídia de SP se lixa para os paulistas

Por Fernando Brito, no blog Tijolaço:

Matéria do Estadão, ontem à tarde e, hoje, na página 16.

Principais represas do Cantareira ficam com menos de 10% de sua capacidade

Um trabalho corretíssimo dos repórteres Fábio Leite e Ricardo Brant que mostra aquilo que há dias este Tijolaço afirma: o sistema Cantareira não pode entrar em colapso, ele já está em colapso irreversível.

Marco Civil e a neutralidade de rede

Por Cadu Amaral, em seu blog:

E a votação do Marco Civil da internet foi adiada mais uma vez sob o risco de ser reprovado na Câmara dos Deputados. E mais uma vez o imbróglio foi criado pelo PMDB e sua “fome” descomunal. E o tipo de mídia que consegue abalar, mesmo que minimamente, os grandes conglomerados de mídia e segue sem regulamentação.

A ofensiva contra o salário mínimo

Por Adilson Araújo, no sítio da CTB:

Está em curso por esses dias uma feroz campanha movida pelas forças conservadoras contra a política de valorização do Salário Mínimo, que prevê o reajuste anual do piso com base na inflação (INPC) mais um aumento real equivalente à evolução do PIB. O objetivo da direita neoliberal é acabar com este tipo de correção, suprimindo o aumento real.

A crise de hegemonia do imperialismo

Editorial do jornal Brasil de Fato:  

Nesse momento, o xadrez geopolítico internacional muda rapidamente. O projeto do imperialismo estadunidense de construção de uma ordem mundial unipolar avançou com o fim da URSS em 1991. Os soviéticos lideravam o bloco socialista e, querendo ou não seus críticos, foram fundamentais para os movimentos nacionais de libertação do pós-Segunda Guerra Mundial (1939-1945) e serviram de ponto de apoio para diversas experiências de construção do socialismo.

terça-feira, 11 de março de 2014

Quando a mídia passa a conspirar

Por Luis Nassif, no Jornal GGN:

O mês de aniversario do Golpe Militar de 1964 provocou uma explosão de manifestações, seminários e grupos de trabalho visando a esclarecer as circunstancias históricas e políticas daqueles episódios.

Até agora, no entanto, passou em branco o papel dos grupos de mídia no episódio.

Quem abafou o trensalão tucano?

Por Miguel do Rosário, no blog O Cafezinho:

O trensalão envolve dois escândalos que se encaram como um jogo de espelhos. Um é a corrupção propriamente dita de servidores e políticos tucanos. Outro é a operação abafa protagonizada pelos procuradores federais e até mesmo pela Procuradoria-Geral da República.

Facebook: um mapa das redes de ódio

Por Patrícia Cornils, no sítio Outras Palavras:

No dia 5 de março o Laboratório de Estudos sobre Imagem e Cibercultura (Labic), da Universidade Federal do Espírito Santo, publicou um mapa de redes de admiradores das Polícias Militares no Facebook. São páginas dedicadas a defender o uso de violência contra o que chamam de “bandidos”, “vagabundos”, “assaltantes”, fazer apologia a linchamentos e ao assassinato, defender policiais, publicar fotos de pessoas “justiçadas” ou mortas violentamente, vender equipamentos bélicos e combater os direitos humanos.

Aécio e a cobertura marota da Folha

Por Luiz Carlos Azenha, no blog Viomundo:

Eu não sei se o PT está ou não promovendo a ofensiva de que fala a Folha na reportagem acima. Tenho comigo que trata-se de uma justificativa para a cobertura pífia que, historicamente, o jornal fez do mensalão tucano, também chamado de “mensalão mineiro”.

Google, Globo e os impostos no Brasil

Por Paulo Nogueira, no blog Diário do Centro do Mundo:

O Brasil demorou a se mexer para cobrar satisfações do Google – um dos casos mais notórios de sonegação de impostos no mundo moderno.

O DCM escreveu várias vezes sobre os esforços tenazes de governos de países como Estados Unidos, Inglaterra e França para acabar com a farra fiscal do Google.

Greve dos agentes penitenciários de SP

Por Viviane Claudino, na Rede Brasil Atual:

Agentes penitenciários do estado de São Paulo estão em greve desde ontem (10) pela manhã. Nesta terça, às 10h, eles reúnem-se com representantes das secretarias de Gestão Pública, Planejamento e Casa Civil, no Palácio dos Bandeirantes, sede do Executivo estadual, para discutir as reivindicações da categoria.

As filiações partidárias despencaram?

Por Theófilo Rodrigues, no blog Cadernos de Cultura e Política:

Tenho minhas dúvidas se a chamada crise dos partidos políticos não surgiu no mesmo instante em que eles foram criados há quatro séculos atrás no Reino Unido. Pode parecer exagero, mas é saudável que o sistema partidário e demais instituições políticas sejam permanentemente criticados. É justamente daí que vem sua vitalidade, sua renovação, sua garantia de sobrevivência.

Mídia e publicidade: Secom não muda

Por Venício A. de Lima, no sítio Carta Maior:

Na fala inicial que o ministro Thomas Traumann da Secom-PR fez ao apresentar a jornalistas a “Pesquisa Brasileira de Mídia 2014 – Hábitos de consumo de mídia da população brasileira”, no dia 7 passado, ele afirmou, resumidamente, o seguinte:

“Todos sabemos as enormes transformações que estão acontecendo em relação a como e através de quais meios as pessoas se informam. Para o governo, este dado é uma das formas de avaliar as políticas públicas implementadas. A pesquisa que esta sendo divulgada é a mais completa já realizada no Brasil sobre o assunto. E, apesar de todos saberem que o acesso à internet vinha subindo, agora se comprova que ela está sendo usada cotidiana e rotineiramente como fonte de informação por quase metade dos brasileiros. Os jornais, todavia, permanecem sendo os veículos com maior credibilidade” [cf. http://www.youtube.com/watch?v=jN7h36xy9Ns].

Quem quer despolitizar a política

Por Paulo Moreira Leite, em seu blog:

Depois de passar o mandato inteiro tomando pancada porque era acusada de barganhar ministérios por minutos no horário político e permutar verbas públicas por apoio no Congresso, agora Dilma Rousseff é criticada porque definiu um limite para as tratativas e negociações com o PMDB.

segunda-feira, 10 de março de 2014

As derrotas dos barões da mídia

Por Altamiro Borges


Em 2013, o debate sobre o poder ditatorial dos meios de comunicação e sobre a urgência da regulação democrática da mídia ganhou impulso no mundo inteiro. Até o Reino Unido, chocado com os escândalos de corrupção e invasão de privacidade do império de Rupert Murdoch, aprovou uma dura legislação. A Rainha Elizabeth 2ª se tornou, na visão dos barões da mídia, a nova “chavista” do planeta. Os avanços mais sensíveis se deram na América Latina. Infelizmente, o Brasil se manteve na posição da “vanguarda do atraso” no enfrentamento desta questão estratégica.

O candidato das bandeiras reacionárias

Por Rodrigo Martins, na revista CartaCapital:

Poucos deram atenção quando o PSC lançou o pastor Everaldo Dias Pereira como pré-candidato à Presidência da República, em maio de 2013. Muitos viram no anúncio sinais de oportunismo. O partido acabara de ganhar os holofotes da mídia com a polêmica eleição de Marco Feliciano para presidir a Comissão de Direitos Humanos da Câmara. Outros tantos encararam a candidatura como um blefe, mais uma traquinagem de uma legenda aliada em busca de espaços no governo. Agora, os petistas são forçados a reconhecer. O líder religioso representa um obstáculo a mais nos planos de reeleição de Dilma Rousseff.

A briga pelo leitor domingueiro

Por Luciano Martins Costa, no Observatório da Imprensa:
 

Um detalhe interessante da Pesquisa Brasileira de Mídia 2014 – Hábitos de consumo da população brasileira, divulgada nesta sexta-feira (7/3) pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, é a percepção de uma convergência de públicos entre o jornal impresso e a revista semanal de informação. Os números indicam que apenas 6% dos brasileiros costumam ler jornais de papel diariamente, enquanto os demais se interessam por esse meio uma vez por semana. A maioria deles são leitores de jornais baratos ou gratuitos.

CPI da privataria e o Banestado

Por Helena Sthephanowitz, na Rede Brasil Atual:

No ano passado, o deputado federal Protógenes Queiroz (PCdoB-SP) conseguiu assinaturas suficientes para que a Mesa Diretora da Câmara instaure uma nova CPI, desta vez para investigar as privatizações promovidas durante o governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Enquanto esperamos pela decisão, o pedido levanta expectativas de que uma parte do famoso caso Banestado – o Banco Estadual do Paraná – , até agora mantida em segredo nos arquivos do Congresso, volte à tona.

A Justiça e os verdadeiros poderosos

Por Luis Nassif, no Jornal GGN:

O estado de direito no país está ameaçado pelo desequilíbrio que o julgamento da AP 470 trouxe para o sistema jurídico brasileiro.

O deslumbramento dos Ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) com o julgamento, o atropelo de princípios consagrados no Código Civil para atender aos reclamos das ruas e da mídia, contaminaram todo o tecido jurídico brasileiro - e vai pegar a todos, não apenas o PT.

A crise política e militar na Ucrânia

Editorial do sítio Vermelho:

Os novos fatos em torno do conflito na Ucrânia vão configurando uma crise geopolítica de vastas proporções, com sérias ameaças à paz mundial.

O primeiro-ministro interino da Ucrânia, Arseny Yatsenyuk, anunciou que vai aos Estados Unidos em busca de respaldo político, econômico e militar, numa demonstração do caráter retrógrado do governo golpista e do seu total descompromisso com a soberania nacional.

Eleição de 2014 não será fácil

Por Fernando Brito, no blog Tijolaço:

É verdade que a oposição brasileira, mesmo com o monopólio de mídia de que dispõe, facilita as coisas, pela sua puerilidade.

Mas que ninguém subestime seu potencial nas eleições que se aproxima, apesar dos índices pífios que as pesquisas lhe atribuem.