domingo, 27 de abril de 2014

Erros da Petrobras, de Dilma e da mídia

Por Luis Nassif, no Jornal GGN:

É curiosa a maneira como se desenvolve o jogo de slogans no mercado de notícias.
Com uma exceção, a entrevista de José Sérgio Gabrielli ao Estadão sobre o caso Pasadena bate integralmente com o depoimento de Graça Foster no Senado - ele, ex-presidente, ela, atual presidente da Petrobras.

EUA são colonialistas na internet

Do site Vermelho:

Estados Unidos, Reino Unido e seus aliados têm agido como colonialistas na internet, afirmou Julian Assange nesta quinta-feira (24). O fundador do WikiLeaks participou, por meio de videoconferência, do evento Arena NET Mundial, que teve debates sobre o espaço virtual.

África do Sul: 20 anos pós-apartheid

Por Emir Sader, no site Carta Maior:

Ao mesmo tempo em que comemora os 20 anos da eleição de Nelson Mandela como presidente e o fim do apartheid (24/4/1994), a África do Sul se prepara para sua quinta eleição presidencial, dia 7 de maio. O contraste não poderia ser maior entre a gestão final do regime de apartheid – simbolizado pela figura do Mandela, mais engrandecida ainda com as cerimônias da sua morte – e o descontentamento e o desânimo com as novas eleições presidenciais.

A "coincidência" no ataque a Padilha

pigimprensagolpista.blogspot.com.br
Por Eduardo Guimarães, no Blog da Cidadania:


Um dia após o início das inserções semestrais do Partido dos Trabalhadores na TV (em 23/4) eclodiu a notícia de que a Polícia Federal detectou menção do deputado André Vargas ao pré-candidato ao governo paulista Alexandre Padilha – Vargas disse ao doleiro Youssef que Padilha indicou executivo para o Labogen, laboratório do doleiro usado em lavagem de dinheiro.

Padilha e o assassinato de reputações

pigimprensagolpista.blogspot.com.br
Por Renato Rovai, em seu blog:

Alexandre Padilha e sua candidatura estão sofrendo um bombardeio midiático por conta de seu nome ter sido citado na investigação da PF no caso da investigação do doleiro Alberto Youssef. A citação por enquanto se apresenta como algo solto, sem nenhum indício concreto que tenha resultado em vantagem a partir do ministério da Saúde para os indiciados. Muito diferente do que se tem no caso Alstom-Siemens, onde há confissão de culpa de empresas e personagens centrais do esquema, que citam um cartel operando a partir de interesses de grãos-tucanos do Estado.

A estratégia tucana contra a Petrobras

Por Claudio Puty, no site da Fundação Mauricio Grabois:

Os tucanos passaram oito anos no poder tentando, de todas as formas, privatizar a nossa maior empresa, a Petrobras, criada em 1953 na esteira da campanha nacionalista "O petróleo é nosso". Agora, a pretexto de investigar supostas irregularidades na compra, pela estatal, de uma refinaria em Pasadena (Texas) em 2006, a oposição procura enfraquecer a imagem da empresa, uma das maiores conquistas do povo brasileiro. Essa é a principal função da CPI pedida no Senado.

40 anos depois da Revolução dos Cravos

Por Marana Borges, no site Opera Mundi:

Que o poema seja microfone e fale
uma noite destas de repente às tres e tal
para que a Lua estoire e o sono estale
e a gente acorde finalmente em Portugal
[excerto de Poemarma, 1967]

Esses versos do poeta Manuel Alegre, de 77 anos, estranhamente anteciparam o movimento que, na madrugada de 25 de Abril de 1974, tomaria o Terreiro do Paço e o Quartel do Carmo, em Lisboa, enchendo as ruas de cravos vermelhos e depondo o então ditador Marcello Caetano. Ele substituiu Salazar e se exilaria depois no Rio de Janeiro, trabalhando como professor universitário de Direito. O profético poema, difundido anos antes em fotocópias clandestinas, tornou-se em uma forte poética da mudança.

A nossa cerveja é transgênica?

Por Flávio Siqueira Júnior e Ana Paula Bortoletto, no site Outras Palavras:

Depois da dúvida levantada no texto publicado em Outras Palavras em 28/02/2014, e da grande repercussão das suspeitas sobre possível presença de milho transgênico na cerveja brasileira, nada aconteceu. Ou… quase nada.

sábado, 26 de abril de 2014

Bolsonaro quer disputar a presidência

Da revista Fórum:

Admiradores do deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) lançaram no Facebook uma campanha em apoio a sua candidatura à presidência da República. A fanpage, que leva o título de “Jair Bolsonaro Presidente da República – 2014” já conta com mais de 12 mil apoiadores. O deputado colocou o seu nome à disposição do partido para disputar o cargo, embora diga não saber se será referendado pela legenda.

Padilha e o "diálogo" com a imprensa

Por Rodrigo Vianna, no blog Escrevinhador:

O PT deveria ter aprendido – com Lula – que esses almoços com representantes da velha mídia não servem pra nada. O então candidato petista foi à sede da “Folha”, em 2002. Lá pelas tantas, o herdeiro do jornal, Otavinho Frias, fez uma insinuação de que Lula não estaria preparado para ser presidente porque não sabia falar inglês. Lula levantou-se e foi embora. O velho Frias (que emprestava carros para torturadores durante a ditadura, mas não era tolo a ponto de confrontar um futuro presidente) saiu andando atrás do candidato, tentando se desculpar pela arrogância do filho.

Difamação da política afeta o eleitor

Por Mauricio Dias, na revista CartaCapital:
 

Excetuada uma vitória do pastor Everaldo Pereira, por qualquer razão natural ou sobrenatural, não há até agora e, talvez nem haja até o dia da eleição, novidade maior do que o refluxo de eleitores apontado nas pesquisas eleitorais recentes. A soma dos porcentuais de votos brancos e nulos, de rejeição e daqueles que não quiseram ou não souberam responder, está próxima dos 40%. É um porcentual inédito e expressa, aproximadamente, quase 50 milhões de um total de 140 milhões de eleitores brasileiros.

José Dirceu, o homem-teste

Por Paulo Moreira Leite, em seu blog:

É inacreditável que, no Brasil de 2014, se tente levar a sério - por um minuto - o pedido de investigar todas as ligações telefônicas entre o Planalto, o Supremo, o Congresso e a Papuda entre 6 e 16 de janeiro.

A rigor, o pedido de investigação telefônica tem um aspecto terrorista, como já disse aqui.

Pedágios de SP fariam 12 arenas da Copa

Da Rede Brasil Atual:

As concessionárias que administram os pedágios nas estradas estaduais arrecadaram, em 2013, cerca de R$ 6,891 bilhões, de acordo com o Pedagiômetro– que utiliza os relatórios de arrecadação das concessionárias para estimar o faturamento das praças de pedágio paulistas. Segundo nota da bancada do PT na Assembleia Legislativa de São Paulo, o valor é apenas R$ 733 milhões mais baixo que os R$ 7,6 bilhões previstos no documento Matriz de Responsabilidades, do Portal Transparência, do governo federal, para a reforma e ou construção dos 12 estádios que sediarão jogos da Copa do Mundo de futebol.

Como é trabalhar na detestada Globo?

Por Paulo Nogueira, no blog Diário do Centro do Mundo:
 

Fico aqui me perguntando se já não é hora de a Globo incluir um adicional psicológico para seus jornalistas que saem às ruas.

Isso me ocorreu depois de ver o desconcertante esculacho a que foi submetida a jornalista Bete Lucchese quando fazia uma reportagem sobre um protesto no Rio.

Lula em Salamanca e mentira da Folha

Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula
Por Fernando Brito, no blog Tijolaço:

A má-fé da Folha com Lula já chegou ao banditismo.

O Instituto Lula divulgou o áudio onde o ex-presidente Lula, depois de receber o título de Doutor Honoris Causa da Universidade de Salamanca, na Espanha, respondendo a perguntas de jornalistas, teria dito, segundo a Folha, “estar por fora” da polêmica sobre a compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, pela Petrobras.

Estratégia de Hitler alcança o STF

http://ajusticeiradeesquerda.blogspot.com.br/
Por João Pedro Stédile e Aton Fon Filho, no blog do Zé Dirceu:

Com uma frase, em 1931, Adolf Hitler anunciou ao mundo sua ideia de valer-se do Poder Judiciário para a perseguição a seus opositores: “Instalaremos tribunais nazistas e cabeças rolarão”.

Oitenta anos mais tarde, em outras coordenadas geográficas, a estratégia hitlerista alcança o Supremo Tribunal Federal brasileiro, sob o comando do Ministro Joaquim Barbosa, escarnecendo do direito, restabelecendo desavergonhadamente o sistema repressivo que serviu para perseguir os inimigos da ditadura militar e o modelo de preferências que se permite premiar os integrantes do PSDB com as garantias da lei, observando-lhes o direito ao duplo grau de jurisdição, mesmo quando não se pejou de negar o mesmo valor àqueles réus da Ação Penal 470.

Tiros da Globo saem pela culatra

Por Miguel do Rosário, no blog O Cafezinho:

A Petrobrás teve sorte. Como o leitor já sabe pelo post de ontem, o Globo teve acesso a documentos confidenciais da Petrobrás sobre a refinaria de Pasadena. O máximo que encontraram foi um saque de US$ 10 milhões de uma corretora ligada à refinaria. A Petrobrás já explicou o saque, em seu blog, que começa a apresentar tímidos sinais de vida. O saque foi normal.

Imperialismo e focos de guerra

Editorial do site Vermelho:

A usina de tergiversações e mentiras em que se converteram os meios de comunicação monopolizados pelo capital privado e certos setores da academia e da produção cultural inventam curiosos e falsos conceitos para camuflar as estratégias do imperialismo e das classes dominantes reacionárias em todo o mundo.

A promotora e a "denúncia secreta"

Por Ricardo Kotscho, no blog Balaio do Kotscho:

Nunca tinha visto nada parecido no cada vez mais surpreendente mundo jurídico brasileiro. Alegando que seus informantes "recusaram-se, peremptoriamente, a prestar depoimento formal e a divulgar sua identificação", a promotora Márcia Milhomens Corrêa, de Brasília, decidiu aceitar assim mesmo uma denúncia secreta na investigação sobre o uso de um celular pelo ex-ministro José Dirceu, no Presídio da Papuda, o que nunca ficou provado.

Paulo Malhães: crime comum?

Por Najla Passos, no site Carta Maior:

Há exatos 30 dias, o coronel reformado do Exército, Paulo Malhães, confessou à Comissão Nacional da Verdade (CNV) que torturou, matou e ocultou cadáveres de presos políticos da ditadura civil militar, além de detalhar como funcionava a Casa da Morte de Petrópolis, um centro clandestino de tortura onde pereceram cerca de 20 militantes. Antes, havia admitido à Comissão da Verdade do Rio de Janeiro e à imprensa que havia participado do ocultamento do cadáver do ex-deputado Rubens Paiva, sobre cujo desaparecimento em 1971 a ditadura sempre negou responsabilidade.