quarta-feira, 4 de junho de 2014

Abril só falta vender a Veja

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Por Paulo Henrique Amorim, no blog Conversa Afiada:

Saiu na pág. B7 do Valor (o PiG cheiroso, que a Dilma não lê, como não vê a Globo), título que não espelha a “verdade factual”, diria o Mino Carta:

“Tarpon compra fatia na Abril Educação”

Copa, sonho e frio na barriga

Por Bepe Damasco, em seu blog:

Garoto, adolescente, jovem ou adulto, acompanhar uma Copa do Mundo sempre me fascinou de maneira indescritível. Claro que a origem de tudo está no amor pelo futebol, sentimento que me acompanha desde que me entendo por gente.

A Copa de 1970, a primeira que vi pela TV (preto e branco), ainda bem menino, ao lado do meu pai que fumava cigarrilha e torcia de um jeito exasperado, reclamando de tudo e de todos, me fez entender o privilégio que é assistir a uma competição que reúne os maiores craques do planeta.

Neymar chutou a uruca da mídia

Por Luis Nassif, no Jornal GGN:

Na Internet, o jornalão envia repórteres para identificar falhas em todos os estádios. A manchete principal foi mais ou menos assim: “Estádio de Fortaleza tem vigas à mostra”. Foi a única coisa que teve para dizer. A construção do estádio, a arquitetura, a valorização do entorno, tudo foi varrido para baixo do tapete do negativismo.

Para que servem reis e rainhas?

Josetxo Ezcurra/Rebelión
Por Leonardo Sakamoto, em seu blog:

Um jornalista, cujo nome à memória me escapa, disse que a principal função da maior parte das monarquias europeias, nos dias de hoje, é pão e circo. Ou, mais precisamente no caso inglês, gerar conteúdo para vender tabloides

Aécio e a cocaína no Roda Viva

Por Paulo Nogueira, no blog Diário do Centro do Mundo:

Aécio tem um problema.

Mesmo num ambiente superprotegido como foi o Roda Viva ontem, a questão da cocaína o assombrou.

O editor da Piauí, Fernando Barros e Silva, fez a pergunta fatal. O desconforto jorrou em golfadas de Aécio.

A Europa e a ascensão conservadora

Por Mauro Santayana, em seu blog:

Com uma plataforma radical de direita, Marine Le Pen, a filha do líder francês Jean Marie Le Pen, da Frente Nacional, foi a grande vitoriosa francesa nas eleições europeias, ficando com um de cada quatro votos válidos.

O conservador Grupo do Partido Popular Europeu (PPE) firmou-se como a maior força das eleições europeias.

Protesto contra a crise da água em SP

Do site da CTB:

A CTB está convocando para está quinta-feira (05), um protesto contra a forma com que o governo do Estado de São Paulo vem administrando a crise hídrica em São Paulo.

O ato organizado pela CTB, CUT e movimentos populares se concentrará a partir das 9h na estação de Metrô Pinheiros, seguindo em passeata para a Praça Victor Civita (Rua do Sumidoro) – Rua Frederico Hermann Júnior - e finalizando na Rua Costa Carvalho em frente a sede da Companhia de Saneamento Básico (Sabesp).

A comunicação dirigida no Brasil

Por Jaime Sautchuk, no site Vermelho:

O que vem ocorrendo com a grande mídia brasileira, com sérios reflexos nas redes internéticas, é um esquema orquestrado que se acentua com a proximidade do período eleitoral. E leva junto umas resmas de avulsos, que seguem o conceito dominante na área, que é de bater em tudo que se pareça com Dilma Rousseff.

terça-feira, 3 de junho de 2014

Caçando os blogueiros

Por Paulo Moreira Leite, em seu blog:

Vamos falar da substância das coisas. A caçada a blogueiros simpáticos às conquistas criadas no país depois da posse de Lula, em 2003, iniciada com a investigação sobre um suposto “bunker” do PT na prefeitura de Guarulhos, deve ser visto como aquilo que é.

Uma tentativa autoritária de silenciar vozes que divergem do monopólio político da mídia.

Resposta a um jovem jornalista

Por Luciano Martins Costa, no Observatório da Imprensa:

A imprensa é livre no Brasil? A resposta correta é: “não”.

No Brasil, e em todo o mundo, a imprensa é refém de interesses que definem a orientação geral e específica de todo material jornalístico editado e distribuído por todos os meios. Nos países dominados por governos autoritários, o controle é exercido de maneira grotesca pelos detentores do poder político ou religioso; nas democracias, embora de maneira mais sutil, a imprensa é condicionada por interesses econômicos.

Um dia sem crise nem protestos?

Por Ricardo Kotscho, no blog Balaio do Kotscho:

A não ser que algo importante tenha me escapado, após a leitura do noticiário dos jornais e dos portais, constato que algo estranho está acontecendo nesta terça-feira. Ou melhor, que não está acontecendo. Até este momento em que comecei a escrever, às 11 da manhã, não vi em nenhum lugar previsões sobre protestos e crises políticas.

O vice de Dilma Rousseff

Por Saul Leblon, no site Carta Maior:

Estamos a 10 dias do início da Copa do mundo.

A violência na rua emerge como a derradeira aposta de quem, sucessivamente, ancorou o seu futuro no julgamento da AP 470, na explosão da inflação, no apagão das hidrelétricas, no abismo fiscal e, ainda há pouco, na hecatombe decorrente da redução da liquidez nos EUA.

População tem medo de festejar a Copa

Por Eduardo Guimarães, no Blog da Cidadania:

O programa Contraponto de junho (segunda-feira, 2 de junho) entrevistou o secretário-executivo do Ministério do Esporte, Luis Fernandes, o segundo na hierarquia da pasta. O tema da entrevista foi a Copa do Mundo de 2014 e as controvérsias e até a comoção social que tem suscitado. Essa entrevista permite uma conclusão surpreendente, porém óbvia.

A cobertura negativa da Copa na mídia

Do blog de Zé Dirceu:

Continua, em seu mais alto grau, se podemos dizer assim, a má vontade da mídia, particularmente da Folha de S.Paulo e de O Globo, na cobertura da Copa do Mundo que se avizinha e começa dentro de 10 dias no Brasil. Só preveem desastres: que nada vai funcionar, que as obras em termos de infraestrutura estão inacabadas… É a forma de jogar de forma negativa nas costas do governo.

Mídia mente sobre números do IBGE

Por Miguel do Rosário, no blog O Cafezinho:

O IBGE divulgou hoje a taxa de desemprego usando um novo método, que abrange mais regiões e municípios. É muito mais detalhado.

Só que a mídia, como sempre, está manipulando os números como se não houvesse amanhã. O desemprego não aumentou. O desemprego caiu. O desemprego nunca foi tão baixo no país.

Aécio, Kfouri e o submundo da internet

Por Rodrigo Vianna, no blog Escrevinhador:

Republicamos artigo deste blog de 2009, que deixa claro que os boatos sobre os “hábitos pouco ortodoxos” de Aécio Neves não partiram do “submundo da internet”.

Foi o que disse o candidato do PSDB à Presidência, no Roda Viva, da TV Cultura, sob a guarda do fiel seguidor Augusto Nunes, que transita pelos mesmos restaurantes que o tucano.

Aécio quer calar a blogosfera


O senador Aécio Neves, presidente do PSDB, esteve no centro do programa Roda Viva de ontem à noite. E já deu sinais claros de como será a sua campanha. Antes mesmo de atacar o PT, dedicou-se a acusar o “submundo da web” de querer desconstruir sua imagem. O submundo a que Aécio se refere são os blogues e sites que não estão dispostos a lhe bater continência. Nada mais do que isso.

Cuidado com as cobras e micos na mídia

Por Fernando Brito, no blog Tijolaço:

Aquelas “recomendações” idiotas feitas a turistas estrangeiros que vêm ao Brasil encontram hoje um exemplo bem folclórico em O Globo.

É a do governo do Canadá recomendando que os visitantes evitem contato, entre outros, com ‘cobras, roedores e macacos”.

Crítica à mídia e os ossos do ofício

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Por Venício A. de Lima, no Observatório da Imprensa:

O ofício de observador da mídia – exercido, quase que exclusivamente, através de blogs, sites e portais na internet – traz importantes consequências, nem sempre prazerosas.

A primeira e mais óbvia delas é a impossibilidade de se ter um artigo, um livro, uma pesquisa conhecida, tornada pública. A crítica da mídia não aparece na grande mídia comercial brasileira. A única exceção é aquela “feita de dentro” pelos raríssimos profissionais que ocupam a posição designada pela estranha palavra sueca “ombudsman”. A grande mídia comercial ainda é a virtual detentora do monopólio de “tornar as coisas públicas”. Por isso, o trabalho do observador crítico da mídia passa despercebido pela imensa maioria da população, embora tenha conquistado algum espaço na mídia pública. Um amigo brincou que nem mesmo meu obituário seria publicado em determinado jornal. Claro, nunca poderei saber se ele tem razão. De qualquer maneira, isso, por certo, questiona a validade do próprio trabalho do observador crítico. Para quem ele é dirigido?

Luis Fernandes fala sobre a Copa