quinta-feira, 26 de novembro de 2020

Maradona: O gênio que ficou ao lado do povo

Por Wevergton Brito Lima, no site i21:

Foi no dia 22 de junho de 1986 no Estádio Azteca. Jogavam Argentina e Inglaterra pelas quartas-de-final da Copa do Mundo. Um jogo cercado de tensões extra-campo. No dia 14 de junho, 9 dias antes, haviam se completado apenas quatro anos do fim da guerra das Malvinas, que marcou uma dolorosa derrota da Argentina contra o império britânico. Nas arquibancadas, as câmeras registravam brigas, pipocando aqui e ali entre ingleses e argentinos, no campo, a Argentina contava com uma arma monumental: Diego Armando Maradona. Aos seis minutos do segundo tempo Maradona marca o primeiro gol, de mão (“la mano de Dios”, segundo ele). Quatro minutos depois ele arranca do seu campo, dribla quem estava no caminho, inclusive o goleiro, e marca o que muitos consideram um dos gols mais bonitos da história das Copas do Mundo.

O avanço dos mandatos coletivos

Por Sergio Amadeu da Silveira, no site A terra é redonda:

A cidade com o maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do país tem uma história política dominada pelo conservadorismo. Em 2018, São Caetano do Sul, no Estado de São Paulo, chegou a dar 70% dos votos para Jair Bolsonaro em algumas de suas sessões eleitorais. Neste ano, a disputa pela Prefeitura se deu entre forças políticas da direita tradicional na região, vencida pelo PSDB. Diversamente de outras cidades do ABC paulista, São Caetano nunca foi governada pelo PT.

Como escrever sobre Maradona sem ser poeta?

Por Bepe Damasco, em seu blog:

Abalado pela notícia da morte de Maradona, decidi começar este texto relembrando a única vez que o vi jogar em um estádio de futebol. O bravo jornalista esportivo Mauro Cesar abriu sua coluna desta quarta-feira (25), no Portal UOL, também citando esta partida, acompanhada profissionalmente por ele.

O ano era 1989. Se não me engano, o mês era julho. A Copa América disputada no Brasil naquele ano previa uma rodada dupla noturna no Maracanã: Argentina x Uruguai fariam o primeiro jogo e Brasil x Paraguai o segundo. Programa imperdível para os amantes do futebol, dado o grande número de craques que desfilariam pelo gramado nos dois jogos, especialmente Maradona.

Auxílio emergencial e os cofres do Estado

Editorial do site Vermelho:


Não há dúvida de que a ajuda emergencial fomenta o consumo, irriga a economia e impulsiona a retomada do crescimento. Conclui-se, portanto, que o seu término em dezembro resultará em aumento do desemprego e agravamento do sofrimento do povo, posto que a pandemia passa por um período de repique. A indicação do governo Bolsonaro de não renová-lo demonstra desprezo pelo povo.

Coletiva de Erundina com mídias alternativas

Bolsonaristas atacam e depois se escondem

Milhares de fãs se despendem de Maradona

E se o vice de Covas assume a prefeitura?

Assassinato e racismo no Carrefour

quarta-feira, 25 de novembro de 2020

O delegado de Belém e o bloqueio na Justiça

Por Altamiro Borges


Sem qualquer alarde na mídia falsamente moralista, a Justiça do Pará determinou o bloqueio dos bens do empresário Eduardo Eguchi, irmão do delegado Everaldo Eguchi, candidato da extrema-direita à prefeitura de Belém. Para derrotar Edmilson Rodrigues (PSOL), o candidato das esquerdas, vale até abafar escândalos.

A informação foi postada numa notinha bem tímida na revista Época. Nem o Jornal Nacional da TV Globo, do mesmo império midiático, repercutiu a grave denúncia. Segundo a matéria, o empresário "Eduardo Eguchi cometeu desvios de créditos florestais e desmatamento ilegal".

Estadão declara voto em Bruno Covas

As chances de vitória em Porto Alegre

Eduardo Bolsonaro, ex-modelo

Interesse público e as redes sociais

Meio ambiente em tempos de pandemia

O país começa a discutir o pós-Bolsonaro

O cenário das eleições no segundo turno

A guerra imunda da Lava-Jato contra Lula

Por Jeferson Miola, em seu blog:


Ao se pronunciar no processo em que a defesa do ex-presidente Lula denuncia que a Lava Jato descumpre ordem judicial e não disponibiliza o Acordo de Leniência firmado entre o MPF/PR e a empreiteira Odebrecht com a participação de colaboradores nacionais e estrangeiros, o ministro do STF Ricardo Lewandowski traz à luz abusos e manobras ilegais de agentes da República de Curitiba, e desnuda a guerra imunda da Lava Jato para prejudicar Lula.

A função dos militares

Por Eric Nepomuceno, no site Brasil-247:
 

Uma das consequências de Jair Messias estar oscilando sempre entre uma agressividade tosca e uma boçalidade patética, é uma exaustão que acaba nos distraindo do principal – ou seja, o esquartejamento do patrimônio nacional, da educação e da saúde públicas, o esmagamento da pesquisa universitária, das artes e da cultura, a paralisia de projetos sociais, enfim, nos distraindo da demolição do país.

O que estão fazendo com o meio ambiente ainda chama a atenção, graças às dimensões da tragédia e sua repercussão mundo afora, mas com relação ao resto há pouco espaço para tentar resistir.

É preciso ter sempre claro qual a conjunção de fatores nos trouxeram à devastação.

Virada de Boulos já não é utopia

Por Fernando Brito, em seu blog:

Nada mais revelador da visão que a elite impõe à classe média do que aquilo com que a tucanérrima apresentadora do Roda Viva, Vera Magalhães, procurou desqualificar as propostas de Guilherme Boulos, ontem, no Roda Viva, dizendo que parecia “muito utópico” – no que, aliás, foi muito bem rebatida pelo candidato, que ironizou a São Paulo “perfeita” da propaganda de Bruno Covas.

É que eles fazem assim: desqualificam os sonhos, os desejos, a grandeza dos sentimentos humanos de fraternidade, dizendo que são irreais e que o importante é a “gestão”, o ser prático, mesmo que essa praticidade seja miséria, pobreza, juventude atirada ao descaminho, pobres para sempre pobres e a convivência humana eternamente conflituosa.