quarta-feira, 3 de março de 2021

As costas quentes de “Flávio Rachadinha”

Por Altamiro Borges

"Nova promotora que investiga Flávio Bolsonaro é madrinha de casamento da advogada de... Flávio Bolsonaro". O título irônico é de uma notinha da revista Época e confirma que o senador, que acaba de comprar uma casinha por "apenas" R$ 6 milhões, tem costas quentes – além do paizão que é presidente da República.

Segundo a matéria, "a promotora Carmen Eliza, a nova encarregada de investigar Flávio Bolsonaro no inquérito que apura se o senador cometeu o crime de falsidade ideológica eleitoral, é madrinha de casamento de Luciana Pires, advogada do filho mais velho do presidente".

PIB tem sua maior queda em 2020

Por Vitor Nuzzi, na Rede Brasil Atual:

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro (R$ 7,448 trilhões) caiu 4,1% em 2020, maior queda na série histórica do IBGE, iniciada em 1996. É um resultado comparável ao da recessão do início dos anos 1990. O PIB per capita, de R$ 35.172, também despencou (-4,8%), na maior retração em 24 anos. Já o consumo das famílias recuou 5,5%.

Segundo o IBGE, esse tombo do PIB em 2020 se explica, entre outros fatores, pela deterioração do mercado de trabalho. Já a queda no consumo do governo também foi recorde (-4,7%).

A hecatombe programada pelos militares

Por Jeferson Miola, em seu blog:

Hecatombe [Dicionário Houaiss]:

1 na Antiguidade, o sacrifício de cem bois

2 massacre de um grande número de pessoas; mortandade, carnificina

3 destruição, grande desgraça

Com projeto genocida, militares são responsáveis pela hecatombe.

A hecatombe que acontece no Brasil não é um evento natural, inevitável ou fruto de descuido. E, menos ainda, é um evento inexorável, fadado a acontecer em qualquer hipótese.

Estamos diante de uma devastação brutal, provocada pelas escolhas deliberadas do governo militar que atua como força de ocupação do próprio país para concretizar um terrível processo de saqueio e pilhagem do Brasil pela oligarquia dominante.

O desastre sanitário poderia ser evitado

Por Roberto Amaral, em seu blog:


A média móvel de óbitos diários bate recordes. Estamos no limiar do escandaloso número de 260 mil mortos. Nas últimas 24 horas foram notificadas 1.726 vítimas fatais da Covid-19. O país caminha para o colapso generalizado, e os infectologistas preveem um março sombrio. Manaus poderá ter sido apenas um aviso do que nos espera nacionalmente, se o capitão continuar à solta: um cenário de guerra construído pelo encontro diabólico do crescimento da epidemia, o colapso do sistema de saúde, o fim do auxílio emergencial, o aumento do desemprego, e, potencializando todos esses fatores, a irresponsabilidade do governo federal, irresponsavelmente protegido pela coluna castrense.

Mas o desastre sanitário poderia ter sido evitado. Se outro fosse o governo, e outra a organização político-popular.

Ratinho Jr. nunca levou a sério os alertas

Por Dr. Rosinha, no site Viomundo:

O governo do Paraná, por meio da sua Secretaria de Saúde, divulgou na tarde desta terça-feira (02/03) novo boletim sobre a covid-19 no estado.

Ele mostra a dura realidade: 178 mortes nas últimas 24 horas.

É o quarto registro mais alto desde o início da pandemia, em março de 2020.

No Paraná, os óbitos já somam 11.776.

Em 10 de fevereiro de 2021, havia cinco pacientes na fila de UTI.

Ontem, segunda-feira, 1° de março, eram 242.

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terça-feira, 2 de março de 2021

Mídia mundial repercute tragédia no Brasil

Por Altamiro Borges

Enquanto o genocida Jair Bolsonaro compra briga com os governadores – ao invés de unir a nação na guerra ao coronavírus – e sabota todas as medidas de prevenção, o caos na saúde se alastra e a onda de mortes bate recordes. No final desta terça-feira (2), o país registrou 1.726 óbitos. Vírus e verme destroem o Brasil. As manchetes dos jornais deste triste dia deram a dimensão da tragédia:

Folha: “Secretários de Saúde pedem toque de recolher nacional”;

O Globo: “Mortes pela Covid sobem 71% no 1º bimestre de 2021;

Estadão: “Com UTIs lotadas, secretários de Saúde defendem lockdown”;

Já o jornal Valor alerta na capa que a situação de Manaus pode “replicar-se em todo o país”.

A luxuosa mansão de 'Flávio Rachadinha'

Por Altamiro Borges

Antes amado pela extrema-direita, o site Antagonista – que ajudou a chocar o ovo da serpente fascista no país – hoje atormenta a famiglia Bolsonaro e suas milícias. Nessa semana, ele revelou que o Flávio Bolsonaro – o pimpolho 01 do presidente também já apelidado de “Flávio Rachadinha” – comprou uma mansão de quase R$ 6 milhões no Distrito Federal.

A denúncia já repercutiu em toda a imprensa nativa – e inclusive no exterior. O jornal Estadão deu mais detalhes sobre a compra realizada pelo senador do partido Republicanos, "denunciado por peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa", e "sua mulher, a dentista Fernanda Antunes". Flávio Bolsonaro e a esposa vivem sob o regime de comunhão parcial de bens.

STF e a perseguição judicial ao Jornal GGN

Saída para reindustrializar o Brasil

Mais uma façanha de Jair Messias

Por Eric Nepomuceno, no site Brasil-247:

Já contei aqui, repito agora: de garoto, aprendi que faz parte da decência reconhecer características de adversários e até de inimigos, e sobretudo reconhecer quando alcançam seus objetivos.

É exatamente por isso que peço aos meus eventuais leitores: vamos reconhecer que Jair Messias está alcançando cada vez mais, e até mesmo dando sinais de que poderá se superar, seus mais elevados objetivos.

Nesta terça-feira, dois de março, chegamos a 41 dias com mais de mil mortes diárias pelo coronavírus.

Chegamos também ao recorde absoluto de mortos a cada 24 horas: 1.641. Por pouco não chegamos a 70 por hora.

Em mais de uma ocasião, o número de vítimas fatais significou um morto por minuto. Acho que nem mesmo em seus momentos de maior ambição o Genocida imaginou chegar a tanto.

Quando fazer o certo vai dar errado

Por Fernando Brito, em seu blog:

Nada pior para alguém que fingir ser o que não é.

A decisão de aumentar o PIS/Cofins que se diz que será anunciada por Jair Bolsonaro sobre o lucro dos bancos é daquelas coisas certas que, sendo feitas na hora errada, por motivos errados, tem, claro, de dar errado.

O mesmo, aliás, se pode dizer do limite de isenção de IPI para a aquisição de carros de luxo por deficientes e acabar com renúncias tributárias para o setor petroquímico.

Mas nada disso é feito para buscar a aceleração da atividade econômica, estimular a produção, o consumo.

É apenas politicagem para não perder a base mital entre os caminhoneiros.

Governadores e a frente contra Bolsonaro

Editorial do site Vermelho:


Não é mera coincidência que, nos últimos dias, diversos e importantes setores do espectro político nacional se ergueram na denúncia contra o presidente Jair Bolsonaro e seu governo negligente e irresponsável – para dizer o mínimo. Diante da nova escalada da pandemia no País – com médias diárias recordes de casos e mortes por Covid-19, além de crescente lotação dos leitos de UTI (Unidades de Terapia Intensiva) –, Bolsonaro intensificou as provocações.

Seu alvo da vez é o federalismo, bem como o respeito entre os Três Poderes – mas não só. Ignorando as mais elementares recomendações sanitárias, o presidente criticou o uso de máscaras, provocou aglomerações, negou apoios efetivos a estados e municípios, segurou a liberação do auxílio emergencial e chantageou publicamente os governadores.

O que é e como funciona a dívida pública?

Recursos federais não usados nas vacinas