terça-feira, 13 de outubro de 2020

Liberdade de expressão e discurso de ódio

Guerra híbrida: uma novo tipo de conflito

Um país ou uma piada trágica?

Por Fernando Brito, em seu blog:

O Brasil virou uma piada trágica e é muito difícil escrever sobre política sem cair no vergonhoso deboche de nós mesmos.

Em lugar do Boi Bumbá, temos agora o Boi Bombeiro, fantástica criação dos ministros do Meio Ambiente e da Agricultura, cujo ruminar lento e solene há de impedir as queimadas no pantanal.

O país passa de 150 mil mortes, a disponibilidade de vacina vai sendo adiada, não há dinheiro para manter o auxílio que está fazendo com que milhões possam comer e que acaba em 60 dias e o que fazem os deputados governistas?

Propagação da pandemia se deve a Bolsonaro

Editorial do site Vermelho:


O estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em parceria com o IRD (Instituto Francês de Pesquisa e Desenvolvimento), indicando que cidades com maior quantidade de trabalhadores informais foram as mais afetadas pela Covid-19 revela mais do que o poder de propagação do vírus. Revela as consequências da precariedade da infraestrutura do país e a irresponsabilidade dos governantes que negligenciam a gravidade da situação, a começar pelo presidente da República, Jair Bolsonaro.

Trump está no fim da linha?

As eleições nos EUA e o Brasil

As estratégias de comunicação periférica

A esquerda e as eleições municipais

Violência às vésperas do plebiscito no Chile

segunda-feira, 12 de outubro de 2020

A disputa pela prefeitura de Teresina

O terrorismo midiático na eleição boliviana

Luis Arce (MAS)
Por Leonardo Wexell Severo 

“Estamos na reta final das eleições um ano após termos não só sofrido um golpe de Estado, senão o roubo do nosso voto, o desrespeito ao voto majoritário do povo boliviano, já que o informe da Organização dos Estados Americanos (OEA) nunca demonstrou nenhuma fraude. Na realidade, a guerra suja e o terrorismo midiático foi parte fundamental para induzir a uma convulsão social, em uma fase prévia às eleições onde aplicaram uma estratégia de desgaste cotidiano, de sabotagem, conspiração e manipulação da informação”.

A afirmação é de Dolores Arce, ex-diretora-executiva do Centro de Produções Radiofônicas da Bolívia (Cepra) e ex-chefe das Rádios dos Povos Originários (RPOs) – vinculadas ao Ministério da Comunicação, em entrevista exclusiva, nesta quinta-feira, na sede da Federação de Mulheres Bartolina Sisa de Cochabamba.

Bolsonaro: governo mais corrupto da história

Por Bepe Damasco, em seu blog:

Corrupção: “Ação ou efeito de adulterar o conteúdo original de algo. Ação ou resultado de subornar, de oferecer dinheiro a uma ou várias pessoas, buscando obter algo em benefício próprio ou em nome de outra pessoa; suborno.” (Dicionário Online de Português)

Quando Bolsonaro afirma que a Lava Jato acabou porque em seu governo não há corrupção, ele, no afã de proteger os políticos do Centrão e seus filhos encalacrados na justiça, para variar, sabota a verdade factual e exerce sua monumental ignorância. Tudo de olho na eleição de 2022.

Tirante a piada de mau gosto segundo a qual o bolsonarismo é impermeável à corrupção - Queiróz, cheques para a primeira-dama, coleção de imóveis da família comprado com dinheiro vivo, promiscuidade com milicianos, rachadinhas e patrimônio do clã muito além de sua renda que o digam -, é possível listar sem esforço dez motivos que atestam que o governo Bolsonaro é o mais corrupto da história do Brasil.

As milícias e seu impacto nas eleições

Os rolos da Michelle Bolsonaro

Bolsonaro, o coveiro da Lava-Jato

Taxa de morte materna sobe na pandemia

O terraplanismo da reforma administrativa

#AnulaSTF: Justiça lenta também é injustiça

Neonazistas da Grécia, Alemanha e... Brasil

Por Altamiro Borges


Na quarta-feira passada (7), a Justiça da Grécia declarou o partido neonazista “Amanhecer Dourado” como “organização criminosa” e indicou que seus líderes serão condenados a penas severas de prisão. A sentença, considerada histórica, foi comemorada por mais de 15 mil pessoas diante do Palácio de Justiça, em Atenas.

Segundo relato da agência de notícias France-Presse (AFP), o processo judicial durou mais de cinco anos e foi descrito pelo promotor Thanassis Kambagiannis como “o maior julgamento de criminosos fascistas desde Nuremberg” – o famoso tribunal que condenou os líderes sanguinários da Alemanha hitlerista.