segunda-feira, 20 de abril de 2026
domingo, 19 de abril de 2026
Wagner Moura processa o caluniador Malafaia
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| Charge: Nando Motta |
Na semana passada, o site de entretenimento Splash revelou que o premiado ator Wagner Moura entrou com um processo na Justiça do Rio de Janeiro contra o mercenário da fé Silas Malafaia. Ele cobra R$ 100 mil em indenização contra as calúnias do ricaço dono da Assembleia de Deus Vitória em Cristo. A ação judicial foi instalada após o “pastor” disparar xingamentos nas redes sociais no período do Oscar-2026, quando o protagonista do filme “O agente secreto” foi indicado ao prêmio na categoria de melhor ator.
“Em sua conta no X, o antigo Twitter, Malafaia falou sobre artistas que se beneficiam do dinheiro público. Ele escreveu: ‘Legal é ver esquerdopatas defendendo artistas que mamam grana dos contribuintes para fazer propaganda de governo corrupto. Cambada de alienados’. Vale lembrar que a Lei Rouanet não financia longas-metragens. Pela lei, o mecanismo atende produções cinematográficas e videofonográficas de curta e média metragem e ações de preservação e difusão do acervo audiovisual”, esclarece o site.
Morte da equipe da Band e o trabalho precário
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| A repórter Alice Ribeiro e o cinegrafista Rodrigo Lapa. Reprodução |
Na quarta-feira passada (15), a repórter Alice Ribeiro e o cinegrafista Rodrigo Lapa foram vítimas de um trágico acidente de carro na rodovia BR-381, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Ambos faleceram – ele morreu no local e ela ainda foi levada ao hospital, mas teve morte cerebral confirmada no dia seguinte. Os profissionais da Band retornavam de uma cobertura jornalística. Quem dirigia o veículo era o próprio cinegrafista, em um típico “desvio de função”, segundo nota da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e do Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais.
Quando o desgaste enseja o fim de um ciclo
Certos períodos da vida política da humanidade são marcados por longos momentos de desgaste, às vezes imperceptíveis, que se resolvem mediante alternativas que, conhecendo a ruptura, se operam como um simples desenvolvimento das forças sociais.
Tiradentes e a eleição presidencial acirrada
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| Foto: Ricardo Stuckert |
Toda vez que o Brasil se encontra sob pesada ameaça à sua condição de país soberano, vem como luz a frase emblemática do jornalista Barbosa Lima Sobrinho, destacado brasileiro, que se reporta ao confronto recorrente entre os traidores da pátria e os verdadeiros patriotas, sintetizados nas figuras de Tiradentes e Silvério dos Reis. Em 1964, esse antagonismo se estampou na contenda entre o presidente João Goulart e os generais golpistas, em conluio com os Estados Unidos. Em 1984, na batalha final que pôs abaixo a ditadura militar, Tancredo Neves, da frente ampla democrática, versus Paulo Maluf, do decrépito regime entreguista e ditatorial.
Dez anos do golpe que derrubou Dilma
Por Jeferson Miola, em seu blog:
É do cientista político português Miguel Sousa Tavares a definição mais apropriada sobre o acontecimento pavoroso na Câmara dos Deputados em 17 de abril de 2016, há 10 anos.
Sousa Tavares definiu mais que um evento. Na verdade, explicou a natureza delinquencial das classes dominantes quando estão em jogo a democracia e o reseito às regras do Estado de Direito.
Ele disse: “Gosto muito do Brasil e sigo a cena política brasileira há muitos anos, desde a eleição do Tancredo, que foi indireta, e devo dizer que nunca vi o Brasil descer tão baixo quanto o que se passou no Congresso brasileiro. Ultrapassa tudo que é discutível, não existe. Foi uma assembleia geral de bandidos comandada por um bandido chamado Eduardo Cunha fazendo a destituição de uma presidente sem qualquer base jurídica nem constitucional para tal, mas sobretudo com uma falta de dignidade que até diria que é de arrepiar. Bandalheira tudo aquilo, um deputado que se atreve a elogiar o coronel Brilhante Ustra, que é um torturador da ditadura militar”, referindo-se a Jair Bolsonaro.
Sousa Tavares definiu mais que um evento. Na verdade, explicou a natureza delinquencial das classes dominantes quando estão em jogo a democracia e o reseito às regras do Estado de Direito.
Ele disse: “Gosto muito do Brasil e sigo a cena política brasileira há muitos anos, desde a eleição do Tancredo, que foi indireta, e devo dizer que nunca vi o Brasil descer tão baixo quanto o que se passou no Congresso brasileiro. Ultrapassa tudo que é discutível, não existe. Foi uma assembleia geral de bandidos comandada por um bandido chamado Eduardo Cunha fazendo a destituição de uma presidente sem qualquer base jurídica nem constitucional para tal, mas sobretudo com uma falta de dignidade que até diria que é de arrepiar. Bandalheira tudo aquilo, um deputado que se atreve a elogiar o coronel Brilhante Ustra, que é um torturador da ditadura militar”, referindo-se a Jair Bolsonaro.
sábado, 18 de abril de 2026
sexta-feira, 17 de abril de 2026
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