Leiam esse texto escrito com candura por Dora Kramer e publicado na Folha nessa segunda-feira:
“O presidente Luiz Inácio da Silva (PT) faz jus ao histórico de respeito à legalidade em derrotas anteriores quando diz que, se perder, nada lhe cabe a não ser aceitar o resultado. O principal oponente, Flávio Bolsonaro (PL), sinaliza só aceitar como legítima a vitória, mas a prisão do pai confere ao discurso o tom de bravata desprovida de lastro na realidade”.
Vamos repetir: Flávio só aceitaria a própria vitória (faltou a palavra própria no texto), mas isso nada significa, porque seria apenas bravata. Como fez o pai dele. É o que dia jornalista.
Dora Kramer não sabe, porque não acompanhou, por distração, todo o processo contra os golpistas, até a condenação dos chefes da trama.
“O presidente Luiz Inácio da Silva (PT) faz jus ao histórico de respeito à legalidade em derrotas anteriores quando diz que, se perder, nada lhe cabe a não ser aceitar o resultado. O principal oponente, Flávio Bolsonaro (PL), sinaliza só aceitar como legítima a vitória, mas a prisão do pai confere ao discurso o tom de bravata desprovida de lastro na realidade”.
Vamos repetir: Flávio só aceitaria a própria vitória (faltou a palavra própria no texto), mas isso nada significa, porque seria apenas bravata. Como fez o pai dele. É o que dia jornalista.
Dora Kramer não sabe, porque não acompanhou, por distração, todo o processo contra os golpistas, até a condenação dos chefes da trama.




