quinta-feira, 9 de abril de 2026

Fracasso anunciado, sucesso previsto

Por Marcelo Zero, no site Viomundo:

A “política industrial” de Trump consiste na mera imposição aleatória, frequentemente motivada politicamente, de tarifas de importação altíssimas, como fez, em passado muito distante e em circunstâncias muito diferentes, o presidente McKinley.

Trump prometeu que esses tarifaços irracionais, que se parecem muito mais a sanções comerciais que a qualquer outra coisa, criariam uma avassaladora onda de criação de empregos.

Pois bem, passado pouco mais de um ano do Liberation Day, o dia do grande tarifaço inicial, o número de empregos na indústria manufatureira diminuiu no período, com 98.000 vagas a menos, em comparação com o ano anterior, segundo os dados mais recentes do Departamento do Trabalho dos EUA.

Respiro sindical

Reprodução
Por João Guilherme Vargas Netto


Há uma contradição evidente e visível entre a conjuntura econômica, que é positiva e a percepção das pessoas, retratada pelas pesquisas, sobre esta conjuntura. Fenômeno semelhante (a ser compreendido, explicado e alterado) acontece entre os trabalhadores e as trabalhadoras com relação ao papel do sindicato, que os representa, de seus dirigentes e dos resultados positivos conquistados pela luta sindical.

No caso mais geral o descompasso entre conjuntura positiva e a percepção da sociedade decorre, fundamentalmente, da mala vita (dificuldades permanentes e inquietações diárias) e de uma oposição vociferante, radical e permanente.

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terça-feira, 7 de abril de 2026

Dudu Bananinha é processado por trair a pátria

Mudança na EBC e a comunicação pública

 

Lula, o voto e os endividados

Foto: Ricardo Stuckert
Por Tereza Cruvinel, no site Brasil-247:


Faltando apenas seis meses para o primeiro turno da eleição, o governo prepara às pressas medidas para enfrentar um problema que subestimou ou não identificou em tempo: o sufoco das famílias endividadas, em grande parte responsável pelo mau humor político captado pelas pesquisas.

O ministro Dario Durigan está concluindo, com a equipe técnica da Fazenda, uma medida que seria mais eficiente que o Desenrola, mas, para incidir eleitoralmente, ela terá de ser capaz de produzir resultados de muito curto prazo. E isso vai requerer o mínimo de burocracia e a boa vontade dos bancos e financeiras.

A meta agora é favorecer a renegociação das dívidas mais caras, como cartão de crédito, cheque especial e crédito sem garantia, oferecendo abatimentos de até 80% e o refinanciamento do restante.

A União seria a fiadora junto aos bancos privados, por meio de um fundo a ser criado com parte daquela dinheirama nunca procurada pelos donos, gerida pelo Banco Central, que soma mais de R$ 10 bilhões.

O caso Master é um ecossistema de corrupção

Charge: Spacca
Por Luís Nassif, no Jornal GGN:


O caso Master não pode ser analisado como aventura individual de um banqueiro desatinado, que montou uma estrutura viciada, tipo pirâmide, e não hesitava em queimar centenas de milhões de reais em um consumo conspícuo ou para comprar autoridades.

Trata-se de um ecossistema completo de corrupção, envolvendo os seguintes atores:

1. A fintech como infraestrutura universal

O Brasil criou, entre 2018 e 2023, o ambiente regulatório mais favorável à proliferação de fintechs do mundo em desenvolvimento.

O Banco Central, sob a liderança de Roberto Campos Neto, autorizou as licenças de instituição de pagamento e a regulação de arranjos de pagamento. O resultado foi uma explosão: de algumas dezenas de fintechs em 2015, o país chegou a mais de 1.300 em 2023, segundo a Associação Brasileira de Fintechs.

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