domingo, 12 de abril de 2026

O desafio de Lula nas eleições de 2026

Por Maria Inês Nassif, na revista CartaCapital:

Os meses que separam o Brasil de uma nova eleição presidencial serão palco do mais difícil teste da longa vida política do presidente Luiz Inácio Lula da Silva – maior do que as disputas eleitorais das quais participou; mais intenso do que o período de enfrentamento da conspiração política, judicial, midiática e militar que o levou à prisão; ou da luta contra o golpe militar que queria impedi-lo de tomar posse ao seu terceiro mandato.

É o momento em que Lula se verá diante de um grande desafio: ser candidato à reeleição sem abdicar de ser um estadista.

Estes dias serão também o momento mais delicado do Brasil pós-redemocratização.

O que espera os brasileiros não é apenas um processo eleitoral violento.

A resistência iraniana deve ser celebrada

Por Roberto Amaral

Aos analistas da crise internacional, a boa prudência aconselha parcimônia na projeção de seus desdobramentos, mesmo no curtíssimo prazo. A promessa de paz, ainda que a tempo medido, um pequeno armistício, uma curta suspensão das hostilidades por breves duas semanas para ensejar um mínimo de diálogo, consumou-se em poucas horas como se tudo não passasse de uma trampa. E não poderia ser diferente, pois um dos principais agentes da guerra e do cessar-fogo, o mais belicoso e o mais poderoso - os Estados Unidos da América do Norte - são um negociador de má-fé, e Israel, seu principal associado nesta guerra suja, é comandado por um criminoso de guerra com mandado de prisão emitido pelo Tribunal Penal Internacional, o que ameaça fazer da negociação a ser retomada uma não-negociação, um ilusionismo para acalmar o mercado global em crise e dar fôlego ao complexo industrial dos EUA, metido numa guerra muito mais custosa do que calculara a princípio (se é que houve cálculo), e as forças da ocupação israelense, que um alto comandante chegou a anunciar que estavam próximas da exaustão.

O dia em que Jair Renan virou capa do Globo

Por Moisés Mendes, em seu blog:

É intensa e trabalhada em mutirão e de forma articulada pelos jornalões a campanha para que, antes da ação dos marqueteiros, Flávio Bolsonaro consolide sua imagem de moderado. Nesse esforço, até Jair Renan virou chamada de capa do Globo.

Foi no dia 8, em notícia que ficou em destaque até a noite no jornal online: “Flávio tenta reaproximar Eduardo e Michelle e atua para conter críticas de Carlos e Jair Renan a aliados”.

O vereador Jair Renan, considerado medíocre até por parceiros da extrema direita de Balneário Camboriú, virou protagonista no Globo, ao lado do irmão Carluxo, para que Flávio se apresente como conciliador.

Jair Renan e Carluxo são radicais, não Flávio. É essa a palavra – conciliador – que a Folha também repete em texto desse sábado, dia 11, com chamada de capa, ao fazer o agrupamento das opiniões de meia dúzia de marqueteiros sobre o filho ungido.

A Lava-Jato 2 continua

Por Luís Nassif, no Jornal GGN:

Nas eleições de 2026, a disputa se dará em torno de dois eixos narrativos.

O primeiro é o projeto de Brasil que Lula pretende brandir: o salto proporcionado pela Nova Indústria Brasil e pela Transição Energética, com as terras raras, assumindo finalmente a paternidade das duas políticas - além da questão da segurança pública.

O segundo é o denuncismo em torno dos casos Master e INSS, a ser explorado pela oposição.

Dois personagens terão peso decisivo nessa disputa. Um é o ministro André Mendonça, que assumiu o comando das duas operações e atua em conluio com a Polícia Federal - que segue abusando de vazamentos seletivos, agora com o concurso do COAF.

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sábado, 11 de abril de 2026

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