quarta-feira, 29 de abril de 2026

Alcolumbre e bolsonaristas derrotam Messias

 

Flávio Bolsonaro não lidera nem os irmãos

Charge: Gilmal/BNC
Por Moisés Mendes, em seu blog:


Flávio Bolsonaro está na situação do sujeito que imagina liderar um grupo, mas não lidera nem os irmãos que fazem parte da turma. E ainda ouve desaforos.

O filho ungido pelo pai não tem o controle do bolsonarismo sem Bolsonaro, porque nunca fez política no braço. Falta tutano para Flávio.

Ele era o empreendedor da família, o multiplicador de patrimônio, o homem da teologia da prosperidade. Não participava do embate de Brasília e não tinha a vocação de Eduardo para o confronto, a retórica e o ativismo nas redes sociais.

Por isso está perdido, desprezado pela facção de Nikolas Ferreira, sendo chamado de ingênuo por Carluxo e esnobado por Michelle. Flávio só tem mesmo o apoio do pai e o suporte agora protocolar de Tarcísio de Freitas.

As lições inesquecíveis de maio de 1871

Paris 13ème, rue Samson – Mirages Studio/Viva a Comuna de Paris
Por Jair de Souza

Com a aproximação do mês de maio, a memória de todos os que sonhamos com um mundo onde imperem a justiça, a solidariedade e a fraternidade se volta inexoravelmente para a heroica façanha daqueles homens e mulheres que, 155 anos atrás, se empenharam na luta prática para construir a primeira experiência de sociedade na qual a dignidade, a igualdade de direitos e solidariedade entre todos seus habitantes lhe servissem de base e fundamentos, ou seja, uma em que não prevalecesse a brutal opulência de poucos apaniguados por cima das necessidades da ampla maioria.

Evidentemente, estou referindo-me à Comuna de Paris, a primeira tentativa de Revolução social do mundo levada adiante de forma consciente, tendo como princípios norteadores os interesses, sentimentos e aspirações das classes trabalhadoras.

Contra a normalização do golpismo

Charge: Brum
Por Tereza Cruvinel, no site Brasil-247:


A extrema direita e o Centrão tramam para amanhã a derrubada do veto presidencial ao PL da Dosimetria, que abranda penas para golpistas e também para condenados por crimes hediondos e de feminicídio. Se forem vitoriosos, estarão impondo ao Brasil democrático um repique afrontoso do próprio golpe. Não sua repetição como farsa, pois isso representará, de fato, a anulação dos esforços feitos até agora para responder adequadamente à tentativa de ruptura da ordem democrática. E não falo apenas dos esforços do STF com o julgamento e condenação dos golpistas, mas de tudo que todos nós fizemos, em todos os espaços, com os menores ou os maiores gestos, para repudiar o golpismo e decretar seu banimento.

Caravana do FNDC pela direito à comunicação

Malafaia vira réu por ofender militares

Cazarré é esculhambado nas redes digitais

Serra Verde e a disputa pela soberania nacional

Palantir: tecnofascismo ou marketing?

 

terça-feira, 28 de abril de 2026

Gustavo Gayer vira réu por injúria contra Lula

Reprodução
Por Altamiro Borges


Em votação unânime nesta terça-feira (28), a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu tornar réu o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) sob a acusação de injúria contra o presidente Lula (PT). A ação judicial contra o lacrador bolsonarista teve origem em uma postagem feita em fevereiro de 2024, na qual o provocador divulgou uma montagem que mostrava o atual mandatário segurando um fuzil, acompanhada de símbolos ligados ao nazismo e ao grupo Hamas.

A representação foi encaminhada pelo governo ao Ministério Público Federal (MPF), que ofereceu denúncia ao STF. Com o recebimento da acusação, os ministros entenderam haver provas seguras de autoria e materialidade da ação criminosa, etapa necessária para o início de uma ação penal. A partir de agora, o processo entra na fase de instrução, que inclui coleta de provas, depoimentos e interrogatórios antes do julgamento final.

Polarização vinga e 'terceira via' não decola

O emprego acabou? Só empreendedores?

Qual programa pode reeleger Lula?

Irã e Líbano: guerras estão próximas do fim?

Como as big techs realmente nasceram?

segunda-feira, 27 de abril de 2026

Israel assassina brasileiros no Líbano

 

Riqueza de Serra Verde é do Brasil!

Reprodução do site Mineração Serra Verde
Editorial do site Vermelho:


A compra da empresa Serra Verde, que opera a mina de Pela Ema, em Minaçu, Goiás, pela mineradora estadunidense USA Rare Earth, negócio avaliado em aproximadamente US$ 2,8 bilhões, é uma operação afrontosa à soberania nacional. A transação, cuja legalidade está sendo questionada, ocorre em um momento de ofensiva dos Estados Unidos para garantir fontes de terras raras, mercado dominado pela China, que controla 70% da cadeia global desses minerais, usados ​​em ímãs de alta potência empregados em eletrônicos de consumo, automóveis e sistemas de defesa.

Terras raras não são farelo de soja

Reprodução
Por Roberto Amaral

A ciência política, na sociedade globalizada pelo capitalismo monopolista, nos fala de uma soberania nacional relativa, fragmentada. O conceito cobra a revisitação da ciência política, tal sua fragilidade e imprecisão no quadro da ordem internacional em crise, quando as forças que contam - e são as potências nucleares - ferem de morte o multilateralismo, abandonam as mesas de negociações e adotam o baraço e cutelo - a guerra tour court - como ponto de partida e ponto de chegada do diálogo de uma só voz. Como o diálogo do cordeiro com o lobo, consagrado por Jean de La Fontaine.

PF expulsa do Brasil agentes dos EUA

O fundamentalismo comanda o Pentágono