segunda-feira, 9 de março de 2026
domingo, 8 de março de 2026
Malafaia pode virar réu por ofensa a generais
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| Charge: JAB com Gemini IA/Quarentena News |
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou na semana passada o julgamento que pode tornar o “pastor” bolsonarista Silas Malafaia, dono da igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo, réu pelos crimes de injúria e calúnia contra generais durante a trama golpista que resultou nos atos de terrorismo do 8 de janeiro de 2023. O relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, já votou pelo recebimento da denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR), abrindo caminho para a instauração de uma ação penal.
MDB Mulher repudia filiação de Dado Dolabella
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| Divulgação, 2018 |
Na véspera do Dia Internacional das Mulheres, o diretório estadual do MDB do Rio de Janeiro anunciou a filiação absurda do ator Dado Dolabella, ex-Globo, e a sua provável candidatura para deputado federal. A iniciativa gerou revolta até de filiados do partido e uma nota dura de rechaço da presidenta do MDB-Mulher, Kátia Lôbo, que também integra a executiva estadual da legenda:
“Recebi com estarrecimento, surpresa e repúdio a notícia da filiação do ator Dado Dolabella – um homem agressor de mulheres, como todo Brasil o conhece... Em pleno mês de março, conhecido por ser o ‘mês da mulher’, receber esse tipo de notícia é algo que revolta e contraria tudo o que o MDB Mulher quer passar às mulheres. Nenhuma mulher merece ser representada por quem trata a violência como espetáculo”, afirma o texto divulgado na noite de quinta-feira (5).
Caso Master volta a atender vício da Globo
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| Charge: Nando Motta/247 |
O grupo Prerrogativas conclui com singeleza uma nota sobre a nova epidemia de vazamento de informações seletivas. A nota diz que os vazadores e os receptadores dos vazamentos dedicam-se à “nociva espetacularização das investigações”.
Também é isso, mas não é bem isso. O que os jornalões, com a Globo à frente de novo, estão buscando com a disseminação de vazamentos seletivos não é a audiência pelo espetáculo.
É a prestação de serviço sujo que interessa a quem vaza. É o julgamento antecipado e sumário, como correu na Lava-Jato e se repete agora com particularidades à la caso Master.
No auge do lavajatismo, a República de Curitiba tinha um time de jornalistas a serviço da legitimação da caçada a Lula. Mesmo que alguns tenham até publicado livros, é difícil dizer que este ou aquele era o cara do esquema em algum jornal ou na Globo, mesmo com suspeitas e indícios.
Também é isso, mas não é bem isso. O que os jornalões, com a Globo à frente de novo, estão buscando com a disseminação de vazamentos seletivos não é a audiência pelo espetáculo.
É a prestação de serviço sujo que interessa a quem vaza. É o julgamento antecipado e sumário, como correu na Lava-Jato e se repete agora com particularidades à la caso Master.
No auge do lavajatismo, a República de Curitiba tinha um time de jornalistas a serviço da legitimação da caçada a Lula. Mesmo que alguns tenham até publicado livros, é difícil dizer que este ou aquele era o cara do esquema em algum jornal ou na Globo, mesmo com suspeitas e indícios.
Flávio e a expectativa de vitória da direita
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| Charge: J.Bosco/O Liberal |
No início do segundo semestre do ano passado Lula recuperou os índices de aprovação do governo e alentou as expectativas de reeleição em outubro de 2026.
Pesquisas mostravam, inclusive, a possibilidade de Lula obter já no primeiro turno mais votos que a soma das candidaturas oponentes.
No entanto, a partir de novembro, com a chacina no Rio de Janeiro, a evolução da CPMI do INSS e o escândalo Master, a gangorra da conjuntura política passou a pender para o lado das oposições bolsonarista, lavajatista e antipetista.
Esses três eventos condensam duas das principais preocupações do eleitorado mais desfavoráveis ao governo, segundo as pesquisas: [1] crime/insegurança/violência, e [2] a corrupção.
Pesquisas mostravam, inclusive, a possibilidade de Lula obter já no primeiro turno mais votos que a soma das candidaturas oponentes.
No entanto, a partir de novembro, com a chacina no Rio de Janeiro, a evolução da CPMI do INSS e o escândalo Master, a gangorra da conjuntura política passou a pender para o lado das oposições bolsonarista, lavajatista e antipetista.
Esses três eventos condensam duas das principais preocupações do eleitorado mais desfavoráveis ao governo, segundo as pesquisas: [1] crime/insegurança/violência, e [2] a corrupção.
André Mendonça terá papel central nas eleições
Por Luís Nassif, no Jornal GGN:
Foto publicada em 03/9/2020 pela Agência Brasil
Não há mais margem para dúvidas. O grande personagem das eleições de 2026 será o ministro bolsonarista do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça.
Digo bolsonarista não apenas por ter sido nomeado por Jair Bolsonaro, mas porque mostrou, no inquérito do Banco Master, que trabalhará alinhado com o bolsonarismo.
Ontem ocorreu uma chuva de vazamentos do inquérito do Banco Master. Atribuiu-se à CPMI do INSS. É um sofisma. Logo no início do inquérito do Master, a Polícia Federal vazou mensagens contidas no celular de Daniel Vorcaro. A postura de Dias Toffoli foi trazer o inquérito para o STF e indicar peritos sérios, que impedissem os vazamentos.
Europa: 50 países em busca de um continente
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| Charge do Facebook |
“Os Deuses vendem quando dão / Compra-se a glória com desgraça” (Fernando Pessoa, Mensagem).
1.
A Europa é o continente que tem mais países por quilômetro quadrado: 50. Nesta contagem, tomo duas liberdades. Primeira: estou incluindo o chamado Chipre Turco, a metade da ilha que se declarou independente e que só a Turquia reconhece. Segunda: excluo a Rússia, que geopoliticamente foi expulsa da Europa e passou a ser um país exclusivamente asiático, levando consigo quase 10% do território geográfico europeu.
Também é o continente cujo mapa de países soberanos e cujas fronteiras passaram por mais mudanças desde o século XIX, todas elas dramáticas e traumáticas.
O século XIX viveu sob a égide conservadora do chamado “Concerto Europeu”, nascido em 1815 no Congresso de Viena, pós-napoleônico.
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A Europa é o continente que tem mais países por quilômetro quadrado: 50. Nesta contagem, tomo duas liberdades. Primeira: estou incluindo o chamado Chipre Turco, a metade da ilha que se declarou independente e que só a Turquia reconhece. Segunda: excluo a Rússia, que geopoliticamente foi expulsa da Europa e passou a ser um país exclusivamente asiático, levando consigo quase 10% do território geográfico europeu.
Também é o continente cujo mapa de países soberanos e cujas fronteiras passaram por mais mudanças desde o século XIX, todas elas dramáticas e traumáticas.
O século XIX viveu sob a égide conservadora do chamado “Concerto Europeu”, nascido em 1815 no Congresso de Viena, pós-napoleônico.
Apuração séria da crise ou terra arrasada
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| Charge: Aroeira/247 |
A nova remessa de vazamentos seletivos parece a repetição do filme de terror que foi a Lava Jato contra o Brasil, desta vez mirando nas eleições de outubro. É triste perceber que tudo o que vivemos na última década não serviu para evitar a repetição do método de desestabilização com o uso da mídia seletiva.
Com todo o respeito aos jornalistas experientes, alguns aparentemente ameaçados por realizar o seu trabalho, é impressionante constatar o poder dos editoriais e das manchetes na condução da opinião pública, na maior parte das vezes sem nuances ou contraditório.
Fragmentos de mensagens infiltrados por setores da polícia a jornalistas passam a ocupar os títulos dos grandes jornais sem qualquer cuidado com a biografia e a vida de personalidades da mais alta institucionalidade jurídica e política do país.
sábado, 7 de março de 2026
8 de Março e a luta contra o feminicídio
Neste 8 de março, Dia Internacional das Mulheres, uma bandeira adquiriu centralidade: a da luta contra o feminicídio. Dados do Ministério da Justiça revelam que o número de mulheres mortas bateu recorde em 2025: foram 1.568 casos de feminicídio de janeiro a dezembro, um aumento de 4,7% em relação ao ano anterior — mais de quatro mulheres brutalmente assassinadas por dia!
Estudo do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, citado pela Procuradoria Especial da Mulher do Senado Federal, aponta que oito em cada dez casos de feminicídio no Brasil são cometidos por parceiros ou ex-companheiros. O levantamento revela também um recorte racial: 62,6% das vítimas são mulheres negras. A maioria dos crimes ocorre dentro da própria residência (66,3%).
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