Por Mauro Donato, no blog Diário do Centro do Mundo:
Segundo os organizadores, foi só um ‘esquenta’. Mas a julgar pela diversidade de setores presentes, está tudo bem encaminhado para uma grande greve geral. Na tarde desta quinta-feira, pelo menos 30 mil pessoas reuniram-se na avenida Paulista, no que chamaram de Dia Nacional de Paralisação e Mobilização. Os atos ocorreram também em outras 17 cidades.
“Paralisamos várias categorias profissionais. Da Educação, os Metalúrgicos, os Químicos, os Eletricitários, vários. É uma demonstração para os golpistas de que não vamos aceitar nenhum retrocesso, nenhuma retirada de direitos trabalhistas. É só uma etapa antes de uma greve geral que está em construção. Uma parte da sociedade brasileira ainda não conseguiu entender o que está por trás desse golpe, dessa ação organizada pela Fiesp e pelos setores econômicos que querem acabar com os direitos sociais conquistados”, disse Douglas Izzo, presidente da CUT-SP, ao DCM.
“Paralisamos várias categorias profissionais. Da Educação, os Metalúrgicos, os Químicos, os Eletricitários, vários. É uma demonstração para os golpistas de que não vamos aceitar nenhum retrocesso, nenhuma retirada de direitos trabalhistas. É só uma etapa antes de uma greve geral que está em construção. Uma parte da sociedade brasileira ainda não conseguiu entender o que está por trás desse golpe, dessa ação organizada pela Fiesp e pelos setores econômicos que querem acabar com os direitos sociais conquistados”, disse Douglas Izzo, presidente da CUT-SP, ao DCM.

















