Por Altamiro Borges
Na sexta-feira passada (12), o Tribunal do Júri de Taguatinga (DF) condenou o empresário Constantino de Oliveira pelo assassinato do líder comunitário Márcio Leonardo de Sousa Brito, de 27 anos, em 12 de outubro de 2001. Nenê Constantino, como é mais conhecido, não é uma figura distante da mídia privada. Ele fundou a empresa aérea Gol e foi pioneiro no ramo de transportes rodoviários no país. Apesar desta notoriedade, a condenação por assassinato não teve maior repercussão na imprensa, que adora escândalos. O Jornal Nacional da TV Globo, por exemplo, não gastou longos minutos – como faz contra seus inimigos políticos – para tratar do caso. Será que é porque a Gol é uma das principais anunciantes da mídia mercenária?
Na sexta-feira passada (12), o Tribunal do Júri de Taguatinga (DF) condenou o empresário Constantino de Oliveira pelo assassinato do líder comunitário Márcio Leonardo de Sousa Brito, de 27 anos, em 12 de outubro de 2001. Nenê Constantino, como é mais conhecido, não é uma figura distante da mídia privada. Ele fundou a empresa aérea Gol e foi pioneiro no ramo de transportes rodoviários no país. Apesar desta notoriedade, a condenação por assassinato não teve maior repercussão na imprensa, que adora escândalos. O Jornal Nacional da TV Globo, por exemplo, não gastou longos minutos – como faz contra seus inimigos políticos – para tratar do caso. Será que é porque a Gol é uma das principais anunciantes da mídia mercenária?



















