domingo, 4 de abril de 2021

Suspeição de Moro, Lula Livre e impeachment

Por Jessy Dayane, no jornal Brasil de Fato:

Com a suspeição de Moro pela 2º turma do STF (Supremo Tribunal Federal) e a consequente anulação do processo pelo qual o ex-presidente Lula foi preso, os acontecimentos da última semana sem dúvida geraram um grande alvoroço na política brasileira, que, diga-se de passagem, já tem sido bem agitada.

Além da suspeição, na semana passada o país também alcançou a triste marca de 300 mil mortos pela pandemia, consequência da política genocida de Bolsonaro. Chegamos em um momento tão crítico do governo, que suas atitudes provocaram uma ameaça de impeachment feito pelo presidente da Câmara, Arthur Lira, eleito com o apoio do presidente Bolsonaro. É hora de intensificar a luta para desgastar esse governo!

Partido Militar aumenta poder e interferência

Por Jeferson Miola, em seu blog:


“Guerra de informação é um conceito envolvendo o uso e gerenciamento de informações e tecnologias da informação e comunicação em busca de uma vantagem competitiva sobre um adversário. Pode envolver uma coleção de informações táticas, métodos de asseverar a informação utilizada como válida, dispersar propaganda ou desinformação para desmoralizar ou manipular o inimigo e o público em geral, debilitando a qualidade da informação da força oposta. É similar à guerra psicológica” – [wikipédia].

O Partido Militar emplacou na mídia hegemônica mais uma estratégia diversionista e de dissimulação para iludir a sociedade, as instituições civis e o poder político.

Dr. Kássio acredita no “não matarás”?

Por Fernando Brito, em seu blog:

Não precisa haver intenção de matar quando se pratica um homicídio. Certamente, os pastores que, sob a cobertura de uma certa “Associação de Juristas Evangélicos”, criada entre outros pela ministra Damares Alves, não desejam assassinar seus fiéis ao pedirem e obterem do ministro Kássio Nunes Marques a liberação dos cultos presenciais na Páscoa.

Do golpe de 1964 à pandemia do coronavírus

Por Emilly Firmino e Tamyres Lima

A madrugada do dia 1º de abril de 1964 marcou o início do golpe militar sob a falsa narrativa de defender o Brasil de uma ‘ameaça comunista’. Hoje, além de exigir a reparação histórica da crueldade dos anos de ditadura, também é urgente identificar semelhanças e influências do passado, considerando a profunda relação entre as Forças Armadas e o atual presidente do Brasil.

Para analisar essa relação, que se expressa em episódios como a troca ministerial envolvendo as Forças Armadas no último 30 de março e as comemorações do golpe por membros do governo neste 31 de março, é preciso recapitular como chegamos a um golpe militar que mergulhou o Brasil em uma sangrenta ditadura entre 1964 e 1985 .

Renda Básica, saída urgente à precarização

A fome chegou, como enfrentá-la?

Máquinas: O trabalho vai acabar?

Num 1º de abril, a ditadura militar

Bolsonaro rejeitado e mobilização popular

Neonazismo, supremacia branca e racismo

sábado, 3 de abril de 2021

Bolsonaristas entram em parafuso nas redes

Bolsonaro foi acuado pelo "Centrão"

A subnotificação das mortes por Covid-19

Como enfrentar a pandemia agora?

O caso da mansão de Flávio Bolsonaro

Uma comissão da verdade para o jornalismo

Reforma ministerial e a crise militar

Pandemia derruba ministros... no Paraguai

Oposição fará o impeachment de Bolsonaro?

Golpe ou restauração democrática