A confirmação da recusa do Exército em dar a conhecer o processo que, afinal, “passou pano” sobre a transgressão disciplinar de Eduardo Pazuello ao subir ao palanque de um comício de Jair Bolsonaro, reafirmando o sigilo por cem anos – isso mesmo, um século – é a comprovação do corporativismo covarde a que a instituição se lançou.
A transgressão do general não foi dentro do quartel, num alojamento militar. Foi em praça pública, diante de quem quisesse ver.
A transgressão do general não foi dentro do quartel, num alojamento militar. Foi em praça pública, diante de quem quisesse ver.








