No início deste mês, as manchetes dos principais veículos jornalísticos brasileiros convergiram em relação à decisão do Exército de absolver o general Eduardo Pazuello por sua participação em um ato político, realizado no dia 23 de maio, ao lado do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
Apesar da flagrante transgressão disciplinar de Pazuello, grande parte das coberturas apontou que o comandante da Força Terrestre, o general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, teria agido sob pressão do chefe do Executivo, o que contrariaria parte dos militares – como o ex-ministro da Secretaria de Governo e general da reserva Carlos Alberto dos Santos Cruz.
Para o antropólogo Piero Leirner, entretanto, essas divergências não passam de um jogo de cena, frequentemente visto em filmes policiais típicos da Sessão da Tarde, com a interpretação dos papeis de "policial bom x policial mau": uma estratégia militar chamada de "guerra híbrida", que tem a inversão e a dissimulação como características basilares.
Apesar da flagrante transgressão disciplinar de Pazuello, grande parte das coberturas apontou que o comandante da Força Terrestre, o general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, teria agido sob pressão do chefe do Executivo, o que contrariaria parte dos militares – como o ex-ministro da Secretaria de Governo e general da reserva Carlos Alberto dos Santos Cruz.
Para o antropólogo Piero Leirner, entretanto, essas divergências não passam de um jogo de cena, frequentemente visto em filmes policiais típicos da Sessão da Tarde, com a interpretação dos papeis de "policial bom x policial mau": uma estratégia militar chamada de "guerra híbrida", que tem a inversão e a dissimulação como características basilares.









