terça-feira, 7 de outubro de 2025

O cansaço da guerra na Ucrânia

Foto: Sergei Bobylev/Sputnik
Por Marcelo Zero, no site Viomundo

Finalmente, parece que chegaremos a um cessar-fogo no grande inferno em que se tornou Gaza.

A pressão internacional e estadunidense sobre o governo de extrema-direita de Netanyahu parece estar surtindo algum efeito.

Até mesmo países da Europa, que antes apoiavam incondicionalmente o massacre que a extrema-direita israelense promove em Gaza, agora passaram a reconhecer o Estado palestino e demandam o fim daquilo que a Corte Internacional de Justiça e o Tribunal Penal Internacional caracterizam como genocídio.

Entretanto, o empenho louvável pela paz em Gaza deveria se estender também à Ucrânia.

A Europa, em especial, tem de abandonar sua postura belicista e sua paranoia russofóbica, e apoiar um processo de paz que crie um equilíbrio geopolítico na Eurásia.

Um novo conceito geopolítico

Reprodução
Por Paulo Nogueira Batista Jr.

O propósito deste artigo é introduzir e definir cientificamente um novo conceito de geopolítica nacional – a turma do visto permanente. Trata-se de um agrupamento de patriotas, de tamanho razoável, cuja preocupação primordial e avassaladora é garantir para si, para sua família e para sua descendência o direito de ingressar livremente no território dos Estados Unidos da América.

Como se sabe, o governo Trump vem impondo algumas restrições, negando vistos de entrada e até cancelando vistos existentes. Um ministro do Supremo Tribunal Federal, o imprudente Alexandre de Moraes, encabeça uma lista de brasileiros que vêm sendo alvos da suspensão de vistos e outras represálias. A lista tende a aumentar. Para fugir desses riscos, a galera do visto permanente está disposta a tudo. Não só evita a todo custo dizer algo que possa desagradar os irmãos do Norte, como se dispõe a dizer tudo, ou quase tudo, que possa encontrar alguma acolhida.

A Palestina será livre

Ilustração: Jalal Pirmarzabad/Iran Cartoon
Por Elaine Tavares


Israel leva mais de um ano bombardeando Gaza, Palestina. Um genocídio à céu aberto. O que era uma cidade linda e pujante à beira mar agora é só escombro. Pouca coisa resta em pé. Dos dois milhões de moradores, praticamente a metade foi dizimada. Mortos, mutilados, desaparecidos somam mais de 700 mil pessoas. Milhares de crianças assassinadas, hospitais bombardeados, médicos fuzilados, jornalistas assassinados, escolas e creches explodidas. A fome sendo usada como arma, com Israel impedindo a distribuição dos alimentos que chegam de todo mundo. Tudo isso sendo praticado sob os olhos do mundo, transmitido via internet, disponível nas telas dos celulares.

sexta-feira, 3 de outubro de 2025

Jornalistas aprovam greve de um dia em SP

Reprodução
Por Altamiro Borges


Em assembleia realizada nesta sexta-feira (3), os profissionais dos jornais e revistas da capital paulista aprovaram a realização de uma greve de um dia de duração na próxima quinta-feira, 9 de outubro, contra a intransigência e a arrogância do patronato. O protesto dá sequência às paralisações parciais ocorridas em 10 de setembro e 1º de outubro, que contaram com forte adesão dos jornalistas das maiores redações de São Paulo.

Em comunicado aos barões da mídia, o Sindicato dos Jornalistas formalizou a decisão sobre a data da paralisação, “reafirmando a necessidade de que as empresas se posicionem formalmente a respeito da proposta até a próxima terça-feira, quando ela perderá validade. No dia seguinte, uma nova assembleia estará pronta para debater a possível posição patronal e organizar os preparativos da paralisação” – informa o boletim da entidade.