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| Foto: Sergei Bobylev/Sputnik |
Finalmente, parece que chegaremos a um cessar-fogo no grande inferno em que se tornou Gaza.
A pressão internacional e estadunidense sobre o governo de extrema-direita de Netanyahu parece estar surtindo algum efeito.
Até mesmo países da Europa, que antes apoiavam incondicionalmente o massacre que a extrema-direita israelense promove em Gaza, agora passaram a reconhecer o Estado palestino e demandam o fim daquilo que a Corte Internacional de Justiça e o Tribunal Penal Internacional caracterizam como genocídio.
Entretanto, o empenho louvável pela paz em Gaza deveria se estender também à Ucrânia.
A Europa, em especial, tem de abandonar sua postura belicista e sua paranoia russofóbica, e apoiar um processo de paz que crie um equilíbrio geopolítico na Eurásia.



