domingo, 12 de outubro de 2025

Prêmio Nobel da Guerra

Charge: Osval
Por Marcelo Zero, no site Brasil-247:

Sempre fez parte, ao contrário de Henrique Capriles, por exemplo, de uma oposição de extrema-direita, e propunha, junto com Rodolfo López, como solução para o conflito interno da Venezuela, o processo denominado de “La Salida”, cuja centralidade estava nas famosas “guarimbas”, destinadas a provocar um clima de guerra civil na Venezuela, com o intuito de forçar, pela violência, a saída de Maduro.

Também boicotava os processos eleitorais, numa época em que não se contestava sua lisura, atestada, entre outros, pelo Centro Carter.

Pior, pedia (e pede) intervenção militar e econômica dos EUA contra seu próprio país, como faz hoje Eduardo Bolsonaro.

Articulação mundial da infâmia imperialista

Charge do site Cuba Informazione
Por Jair de Souza

Creio que ainda não existe formalmente, mas, seguramente, na prática já está em vigor há um bom tempo o Prêmio Nobel da Infâmia. Embora não com esta denominação, ele acaba de ser concedido à representante maior dos interesses imperialistas na Venezuela, a extremista de direita Maria Corina Machado.

Não é novidade para ninguém com um mínimo de dedicação ao estudo histórico das instituições dos países capitalistas ocidentais como elas são utilizadas para impor e sacramentar o domínio dos centros imperialistas sobre o restante do mundo. Evidentemente, a coisa não seria diferente com as várias modalidades dos prêmios Nobel. Longe de por casualidade, no caso da economia, por exemplo, o prêmio é invariavelmente atribuído a defensores ferrenhos do neoliberalismo, ou seja, aos que defendem ao máximo os primados do capitalismo neoliberal.

Lula sobe o tom contra a oposição e o BBB

Outro tiro no pé da oposição em desespero

quinta-feira, 9 de outubro de 2025

Justiça da Itália mantém Zambelli na prisão

Charge: Ismécio
Por Altamiro Borges


Em audiência nessa quarta-feira (8), a Corte de Cassação da Itália, a última instância da Justiça no país, rejeitou recurso apresentado pelos advogados da deputada Carla Zambelli (PL-SP) contra sua prisão em regime fechado. O tribunal manteve o decidido em agosto último, negando novamente o pedido de reclusão domiciliar por entender que havia risco de fuga, e a bolsonarista seguirá na penitenciária de Rebibbia, em Roma, durante toda a tramitação do seu processo de extradição.

Carla Zambelli não foi à audiência. Ela está presa desde o final de julho, depois de ter sido achada pela polícia em um apartamento na periferia de Roma após quase dois meses de fuga da Justiça. Seu processo de extradição, pedido à Itália pelo governo brasileiro, está em tramitação na Corte de Apelação, mas ainda não foi a julgamento. O tribunal aguarda o parecer da Procuradoria Geral italiana sobre o caso para marcar nova audiência, em que será avaliada a existência ou não de requisitos para que a fujona seja reenviada ao Brasil. A duração do processo pode durar de um a dois anos, mas a tramitação pode ser mais rápida em função da deputada já estar na prisão.

Chico Buarque processa o caluniador Ratinho

Trump e Netanyahu bancam holocausto em Gaza

Argentina de Milei à beira do colapso

As mentiras sobre a inflação brasileira

A política externa de Lula a um ano das urnas