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| Charge: Carol Garcia/Serjusmig |
O partido Novo, que tem como principal vitrine o governador mineiro Romeu Zema, adora posar de ético. Mas a sigla é mais suja do que pau de galinheiro. Na semana passada, a Folha revelou que integrantes da sigla no Rio de Janeiro cobram da direção estadual explicações sobre o desvio de recursos do fundo eleitoral nas eleições municipais do ano passado. O montante previsto em lei para as cotas raciais e de mulheres teria sido surrupiado pela legenda falsamente moralista.
O jornalão até ironiza: “O partido, que lançou a pré-candidatura do governador de Minas Gerais à Presidência em 2026, critica o financiamento público eleitoral. No ano passado, porém, a legenda alterou uma diretriz interna e repassou, pela primeira vez, sua fatia do fundão aos candidatos – R$ 37,1 milhões de um total de R$ 5 bilhões distribuídos no país”. A Folha teve acesso ao vídeo de uma reunião de integrantes do partido na capital que tratou da distribuição ilegal da verba.




