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Foto: Pedro Mattey/AFP |
A Revolução Bolivariana está sendo, mais uma vez, vítima de um intenso assédio por parte do imperialismo estadunidense e seus serviçais pelo mundo afora. Como sabemos, isto já se deu em diversas ocasiões anteriores. A mais ousada das investidas teve lugar em 2002, quando todas as forças internas vinculadas aos interesses do grande capital venezuelano e dos centros estrangeiros hegemônicos desfecharam um golpe militar para depor o Presidente Hugo Chávez e restituir ao comando do país os grupos tradicionalmente ligados à orientação estadunidense.
No entanto, o que os articuladores e executores locais do golpe e seus mentores gringos não souberam avaliar corretamente foi a reação das massas populares venezuelanas diante daquela agressão. Assim, em menos de 48 horas, a corajosa, decidida e multitudinária mobilização do povo nas ruas encurralou os golpistas, esmagou seus planos e pôs fim ao golpe, restituindo ao comando da nação aquele a quem o povo havia escolhido para governá-lo, Hugo Chávez.
