sábado, 22 de novembro de 2025
Bananinha é incluído na Dívida Ativa da União
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| Por: Bacellar/O rei das charges |
O deputado-fujão Eduardo Bolsonaro (PL-SP), vulgo Dudu Bananinha, segue afundando em seu autoexílio nos EUA. Além de ser corneado pelo “imperador” Donald Trump, que acaba de revogar o tarifaço dos EUA contra os produtos brasileiros, e de ser renegado pelos governadores “bostas” da extrema-direita, ele agora foi incluído na Dívida Ativa da União e terá de ressarcir a Câmara Federal por suas faltas em votações.
Segundo postagem do site Metrópoles, a decisão foi tomada nesta terça-feira (18) pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), atendendo a pedido da Câmara dos Deputados. “O parlamentar deve à Casa cerca de R$ 13,9 mil por faltas não justificadas em votações e até o momento não quitou os valores. Eduardo foi notificado em agosto e seu boleto tinha vencimento em setembro, mas não houve pagamento”.
sexta-feira, 21 de novembro de 2025
Os desafios da nova ordem em disputa
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| Feras, 1955: detalhe dos painéis Guerra e Paz, de Candido Portinari (Projeto Portinari) |
Vivemos as inquietações do processo de construção de uma “nova ordem mundial”, algo a lembrar as tensões sofridas em meio às duas últimas guerras mundiais, que, ao preço conhecido, redesenharam o mundo, sua política, sua geografia e sua economia.
Os tempos de hoje, herdeiros daquelas conflagrações e da “Guerra Fria” (sua continuidade em novos termos) - e de seu principal fruto, o colapso da URSS, com a reconfiguração do mundo e da visão de mundo que representava a promessa socialista -, não lograram proporcionar o convívio com a paz: guerra da Coreia, invasão do Vietnã, as guerras de libertação nacional espalhadas pelo mundo, a hecatombe que se abateu sobre o chamado Oriente Médio etc. Passamos a lidar com a amarga sensação de viver em intervalos de guerras, pois assim a humanidade atravessou todo o século passado, e assim estamos caminhando nas primeiras décadas deste terceiro milênio, sem sabermos que guerra é esta do nosso tempo, e muito menos para onde ela está nos levando.
quinta-feira, 20 de novembro de 2025
quarta-feira, 19 de novembro de 2025
terça-feira, 18 de novembro de 2025
Acuada, Júlia Zanatta posa em trono com fuzis
Por Altamiro Borges
Na semana passada, a deputada bolsonarista Júlia Zanatta (PL-SC) postou em suas redes digitais uma foto em que aparece sentada em um “trono” cercada por fuzis. A cena patética gerou fortes críticas de internautas, que a acusaram de fazer “apologia ao crime” e até chegaram a compará-la com traficantes portando armas. Ela se defendeu afirmando que a postagem serviu apenas para defender o endurecimento da Projeto de Lei Antifacção apresentado pelo governo Lula.
“O desarmamento do povo brasileiro é o motivo do sucesso de criminosos. Em breve votaremos o PL que equipara facções a grupos terroristas. Não permitiremos que os narcoterroristas dominem o Brasil”, retrucou a hidrófoba armamentista. A bravata, porém, não convenceu. Além de estar metida na guerra do PL em Santa Catarina, que rachou após a imposição do nome de Carluxo Bolsonaro para disputar uma vaga ao Senado, Júlia Zanatta também sofreu uma grave denúncia. Daí ter postado a foto patética para desviar as atenções, na velha tática do diversionismo.
Na semana passada, a deputada bolsonarista Júlia Zanatta (PL-SC) postou em suas redes digitais uma foto em que aparece sentada em um “trono” cercada por fuzis. A cena patética gerou fortes críticas de internautas, que a acusaram de fazer “apologia ao crime” e até chegaram a compará-la com traficantes portando armas. Ela se defendeu afirmando que a postagem serviu apenas para defender o endurecimento da Projeto de Lei Antifacção apresentado pelo governo Lula.
“O desarmamento do povo brasileiro é o motivo do sucesso de criminosos. Em breve votaremos o PL que equipara facções a grupos terroristas. Não permitiremos que os narcoterroristas dominem o Brasil”, retrucou a hidrófoba armamentista. A bravata, porém, não convenceu. Além de estar metida na guerra do PL em Santa Catarina, que rachou após a imposição do nome de Carluxo Bolsonaro para disputar uma vaga ao Senado, Júlia Zanatta também sofreu uma grave denúncia. Daí ter postado a foto patética para desviar as atenções, na velha tática do diversionismo.
Tarcísio e Derrite tentam amordaçar a PF
Por Moisés Mendes, em seu blog:
É mais grave do que parece o plano a que Guilherme Derrite se dedica para amordaçar a Polícia Federal. Assim como é diversionista a versão que hipnotizou parte das esquerdas, segundo a qual Hugo Motta foi o inventor de Derrite como relator da PEC Antifacção.
Motta é apenas o mandalete. Fez o que foi combinado com Tarcísio de Freitas e outros agregados, incluindo gente da velha direita. Chamou Derrite porque a ordem veio de São Paulo.
O tenente da Rota largou a Secretaria de Segurança de Tarcísio para fazer o serviço sujo. O plano exigia total falta de escrúpulos e o destemor de alguém com o histórico de tenente da Rota diante dos riscos previstos.
Mas Derrite falhou, nas primeiras tentativas, por não ter o traquejo que Brasília exige em empreitadas desse porte, nem estatura suficiente dentro da direita. Derrite não tinha talento para fazer prosperar as ideias que levou de São Paulo para a Câmara.
É mais grave do que parece o plano a que Guilherme Derrite se dedica para amordaçar a Polícia Federal. Assim como é diversionista a versão que hipnotizou parte das esquerdas, segundo a qual Hugo Motta foi o inventor de Derrite como relator da PEC Antifacção.
Motta é apenas o mandalete. Fez o que foi combinado com Tarcísio de Freitas e outros agregados, incluindo gente da velha direita. Chamou Derrite porque a ordem veio de São Paulo.
O tenente da Rota largou a Secretaria de Segurança de Tarcísio para fazer o serviço sujo. O plano exigia total falta de escrúpulos e o destemor de alguém com o histórico de tenente da Rota diante dos riscos previstos.
Mas Derrite falhou, nas primeiras tentativas, por não ter o traquejo que Brasília exige em empreitadas desse porte, nem estatura suficiente dentro da direita. Derrite não tinha talento para fazer prosperar as ideias que levou de São Paulo para a Câmara.
Eleição no Chile sob o espectro de Pinochet
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| Jeanette Jara/PC. Foto: Rodrigo Arangua/AFP |
Apesar da vitória da candidata Jeanette Jara/PC no primeiro turno da eleição presidencial do Chile, no conjunto o resultado aponta para um contexto complexo e desafiador não só para as forças progressistas e de esquerda que apoiam o governo Gabriel Boric, mas para a sobrevivência da democracia chilena.
Jara venceu com 26,85% – apenas 1,02% acima do desempenho de Boric no primeiro turno da eleição de 2021, quando ele obteve 25,83% dos votos com uma “chapa pura” da Frente Ampla.
Naquela eleição, a Concertación [DC, PS, PR e outros] concorreu com candidatura própria e apoiou Boric só no segundo turno, depois de obter 11,6% dos votos com Yasna Provoste, mas neste ano estes partidos integram a frente eleitoral da Unidade pelo Chile, liderada por Jara.
Jara venceu com 26,85% – apenas 1,02% acima do desempenho de Boric no primeiro turno da eleição de 2021, quando ele obteve 25,83% dos votos com uma “chapa pura” da Frente Ampla.
Naquela eleição, a Concertación [DC, PS, PR e outros] concorreu com candidatura própria e apoiou Boric só no segundo turno, depois de obter 11,6% dos votos com Yasna Provoste, mas neste ano estes partidos integram a frente eleitoral da Unidade pelo Chile, liderada por Jara.
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