quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Bolsonaro vai para a Papudinha, sem smart TV

Charge: Aroeira/247
Por Altamiro Borges


Após muito mimimi vitimista, Jair Bolsonaro foi transferido nesta quinta-feira (15) da sua cela na Superintendência da Polícia Federal para o 19º Batalhão da Polícia Militar (PMDF), a famosa Papudinha, que integra o Complexo Penitenciário da Papuda no Distrito Federal. A decisão foi tomada pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do processo no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a organização criminosa (Orcrim) que orquestrou um golpe de estado no país. O fascista ficará alocado na chamada “Sala de Estado-Maior” no local.

2,6 mil brasileiros estão presos nos EUA

Charge: Dario Castillejos
Por Altamiro Borges


Com seu complexo de vira-lata diante do império, a mídia monopolista brasileira não deu qualquer destaque à informação prestada pelo Itamaraty de que 2,6 mil brasileiros estão presos nos EUA por questões migratórias. Ela que adora rotular governos contrários aos interesses do imperialismo ianque, bem que já poderia tachar Donald Trump de “ditador”, mas prefere a cumplicidade servil e segue cumprindo seu papel de sucursal rastaquera.

A estimativa do Ministério de Relações Exteriores foi apresentada em dezembro passado em resposta a um requerimento de informação protocolado pelo deputado Rui Falcão (PT-SP). Segundo a pasta, o número de encarcerados foi apurado pelas repartições consulares e considera apenas brasileiros detidos por problemas migratórios. O Itamaraty se queixou ainda da ausência de informações mais precisas do governo estadunidense:

Verdades e mentiras sobre a Venezuela

Reprodução da internet
Por José Manzaneda, no site Cubainformación:

Os grandes meios de comunicação silenciam todas as vozes que apoiam o governo venezuelano e seu presidente, sequestrado pelos EUA, Nicolás Maduro.

O assassinato, para executar esse sequestro, de mais de cem pessoas, ou é censurado ou reduzido a um mero detalhe informativo (1). Enquanto isso, programas de entrevistas na televisão e no rádio, artigos e reportagens na imprensa justificam a barbárie, o terror e a destruição do direito internacional por parte do governo de Donald Trump (2).

A apologia ao terrorismo de Estado goza de tal impunidade graças à chuva fina de mentiras, durante anos, sobre a opinião pública internacional (3). Vamos recapitular.

1. A Venezuela é uma ditadura. Falso.

A escolha das tarefas sindicais

Por João Guilherme Vargas Netto


Exceto nos casos de emergência que exijam pronta atuação, os dirigentes sindicais têm a prerrogativa de escolherem as tarefas a serem enfrentadas e cumpridas.

No dia a dia da ação sindical isto se processa quase intuitivamente com as escolhas sendo feitas pela exigência de prioridades.

As reuniões da diretoria, os seminários para definição de pauta, os congressos e eleições estatutários têm, todos, entre suas atribuições a de escolher as tarefas a serem enfrentadas exercitando a planificação.

As campanhas salariais em torno das respectivas datas-bases são um bom exemplo de como se escolhem as tarefas: aprovação da pauta de reivindicações, mobilização da categoria, definição de procedimento, conquista de ganhos reais e avanços nas cláusulas sociais e sindicais e a divulgação da vitória.

Em 2026, avançar com programa civilizatório

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quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Pastor da Igreja da Lagoinha é preso pela PF

Irã: entre o preconceito e a manchete fácil

O ditador (preferido) da rede Globo

Charge: Diego Mallo/The New Yorker
Por Rosângela Ribeiro Gil, no site A terra é redonda:


1.

Em tempos obscuros como os atuais, precisamos redobrar a atenção sobre o que vemos, ouvimos e lemos; e que pretensamente nos dizem ser a verdade dos fatos.

A hegemonia política das classes dominantes, conforme formulação de Gramsci, não se sustenta apenas pelo uso da força, mas pelo convencimento ao disseminar valores, ideias e narrativas. Este último aparato encontra forte sustentação no poderio comunicacional monopolizado por grandes grupos econômicos. Nada é por acaso, nenhuma palavra é usada num discurso jornalístico sem medidas e desmedidas ideológicas. É o que se percebe, cotidianamente, na circulação massiva, por exemplo, no “jornalismo profissional” do Grupo Globo, mais especificamente da TV Globo (e adjacências, como a GloboNews).

Três fatos sequestrados pela mídia brasileira

Ilustração: Vano Meparidze
Por Ângela Carrato, no site Viomundo:

Sequestro 1

A solenidade do Dia da Democracia, comemorada na quinta-feira (8/1) pelo governo federal, para marcar os três anos da derrota da tentativa de golpe de estado no Brasil foi sumariamente boicotada pela mídia corporativa. Boicote que se estendeu às dezenas de manifestações populares que aconteceram nas capitais e principais cidades.

Ao contrário dos manipulados protestos contra a então presidente Dilma Rousseff, entre 2013 e 2016, que tiveram nesta mídia uma espécie de porta-voz e espaço para a sua convocação, a comemoração da vitória da democracia foi desconsiderada.

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