quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Trump caça criança e protege assassino do ICE

Liam Ramos preso pelo ICE. Divulgação
Por Altamiro Borges


O fascista Donald Trump – que a mídia vira-lata brasileira evita chamar de “ditador” – segue esbanjando sadismo e crueldade. Nesta semana, sua temida polícia migratória, o famigerado ICE (Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA), prendeu uma criancinha de cinco anos que regressava da escola, no estado de Minnesota. O caso foi revelado pelo jornal britânico The Guardian e gerou críticas de autoridades educacionais e defensores de direitos de imigrantes.

“O menino, identificado como Liam Ramos, aluno do distrito escolar de Columbia Heights, subúrbio de Minneapolis, foi abordado por agentes federais na terça-feira (20), juntamente com o pai, no momento em que chegavam à própria residência. Segundo o distrito escolar, pai e filho foram levados posteriormente a um centro de detenção no estado do Texas. A abordagem ocorreu logo após a criança desembarcar do transporte escolar”, descreve o jornal O Globo.

Se queres a paz, prepara-te para a guerra

Grafite anti-Trump em Londres
Por José Maurício Bustani e Paulo Nogueira Batista Jr.

A ninguém escapa que vivemos atualmente uma fase de imensos riscos no mundo inteiro. Desde a Segunda Guerra Mundial, não se via um quadro geopolítico e militar tão problemático e perigoso.

A fonte principal de instabilidade, ameaças e agressões é conhecida. Seria um equívoco, entretanto, atribuir a Donald Trump a responsabilidade exclusiva pelo que vem ocorrendo. Antes pudéssemos fazê-lo. Trump é passageiro. Mas o problema é de natureza estrutural e será, portanto, mais duradouro. 

A tradição imperial dos Estados Unidos

Duas observações. Primeira: o Império Americano sempre foi intervencionista e violento. O seu desprezo pela ordem internacional não é de hoje e vem se manifestando sob diversas formas, até na direção de organizações internacionais, ao orquestrar o afastamento do primeiro Diretor-Geral da Organização para a Proibição das Armas Químicas (OPAQ). E as invasões do Iraque, da Líbia e da Síria, entre outras, ocorreram sempre com base em alegações forjadas, impostas ao resto do mundo como verdades.

Eleição 2026: a mais suja de todos os tempos

Por Bepe Damasco, em seu blog:


Eu já sabia, mas acabo de reler uma notícia preocupante: o Tribunal Superior Eleitoral, a partir de junho deste ano, será presidido pelo ministro Nunes Marques e terá como vice André Mendonça.

Com dois juízes indicados por Bolsonaro, nuvens carregadas pairam sobre o processo eleitoral que se aproxima.

Vamos lembrar que o pulso firme e o zelo pela democracia do ministro Alexandre de Moraes à frente da justiça eleitoral em 2022 foram decisivos para levar a bom termo o último pleito presidencial.

O TSE barrou várias ações eleitorais da candidatura Bolsonaro com a marca registrada da extrema direita: a mentira, a calúnia, a difamação e toda sorte de sujeira.

Moraes evitou inclusive cair na armadilha preparada para o dia da eleição, quando, a serviço de Bolsonaro, a Polícia Rodoviária Federal, então comandada pelo agora presidiário Silvinei Vasques, montou um esquema criminoso nas estradas do Nordeste para prejudicar o voto em Lula.

A hora certa para o sindicalismo

Por João Guilherme Vargas Netto


O movimento sindical brasileiro tem, em 2026, um encontro marcado com a política partidária durante as campanhas e eleições gerais de outubro. Nelas o Brasil vai decidir seu futuro imediato com as escolhas do presidente da República, dos governadores de Estados, dos deputados estaduais e federais e dos senadores. Ele participará a seu modo desse grande acontecimento.

É praxe constitucional que o sindicalismo não tenha a postura político-partidária. Mas, levando-se em conta a polarização já existente e as disputas reais, torna-se necessário que os dirigentes sindicais de todas as entidades tomem posição e orientem seus associados e representados sobre o que está em jogo e como devem votar.

Lavagem do Master passou pela Igreja Lagoinha

Delação de Vorcaro pode atingir o Centrão

O absurdo está se tornando normal?

Zema explode em novo escândalo

Marcha de Nikolas vira piada nas redes sociais

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Decifrando Trump via Mcklinley

Ilustração do site Heritage Auctions
Por Marcelo Zero, no site Viomundo:


Em seu primeiro dia do seu segundo mandato, Trump tomou uma decisão, que embora apenas simbólica, é reveladora do seu modo de pensar os EUA e seu papel no mundo.

Ele mandou mudar o nome do ponto culminante da América do Norte de “Denali” (o nome que o povo nativo do Alaska lhe havia atribuído) de novo para Mount McKinley, o nome que os brancos anglo-saxônicos haviam usado durante décadas. Ademais, Trump mencionou, com ênfase muito elogiosa, McKinley em seu discurso de posse.

Mas, afinal, quem foi McKinley?

Willian McKinley, nome pouco conhecido internacionalmente, foi o vigésimo-quinto presidente dos EUA.

No caminho do caos

Moradores de Nuuk protestam contra os plano de Trump
de assumir o controle da Groenlândia
Foto: Sean Gallup/Gettyimages
Por José Luís Fiori, no site Outras Palavras:

Na última semana de 2025, o sistema mundial entrou em estado de hipertensão caótica. Em apenas sete dias, e quase simultaneamente, os Estados Unidos fecharam o cerco marítimo e proibiram a circulação aérea sobre a Venezuela, sem que ambos os países estivessem em guerra. A China cercou a ilha de Taiwan e realizou um exercício de guerra com fogo real, incluindo a interdição de alguns segmentos de seu espaço aéreo, em resposta às ameaças militaristas do Japão.

A Ucrânia atacou a casa do presidente russo Vladimir Putin, na região de Novgorod, utilizando 91 drones e com apoio da inteligência inglesa e norte-americana. A Rússia anunciou que seu novo sistema de mísseis Oreshnik - indefensáveis e com capacidade nuclear - estava pronto para uso imediato, em resposta ao ataque da Ucrânia, a poucos minutos de distância de Berlim, Paris e Londres. Os Estados Unidos bombardearam o território da Nigéria e anunciaram novos ataques aéreos em caso de necessidade, segundo seu arbítrio. 

O que os EUA fizeram com a Venezuela

“Conselho de Paz” de Trump é uma farsa

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Trump e a insanidade do capitalismo

Charge: Aroeira/247
Por Jair de Souza

Um dos temas mais veiculados nos meios de comunicação nos últimos dias refere-se a uma suposta insanidade mental que estaria acometendo o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Não há dúvidas de que a gestão do atual mandatário da potência estadunidense está se caracterizando pela consecução de crimes abomináveis contra os povos de outras nações, assim como contra a população de seu próprio país. Porém, creio que atribuir a culpa principal por todas essas perversidades à insanidade mental de seu dirigente máximo é muito mais uma rota de fuga das verdadeiras causas do que uma preocupação real na busca de eliminar os problemas.

Cadastramento no Território Mídias Brasil

https://territoriomidiasbrasil.com.br
Do site do Centro de Estudos de Mìdia Barão de Itararé:


A partir desta segunda-feira, 19 de janeiro, começa o cadastramento de mídias periféricas, comunitárias e independentes na plataforma do Território Mídias Brasil (TMB). A iniciativa chega para fortalecer quem faz comunicação na base, enfrentando diariamente os desafios de informar, registrar e defender os territórios.

Em parceria com o Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé e a Fundação Banco do Brasil, o TMB está crescendo e agora, além de reunir comunicadoras e comunicadores populares do Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia e Rio Grande do Sul, a rede também inclui iniciativas de Minas Gerais, Mato Grosso, Pernambuco, Pará e do Distrito Federal.

Folha, Estadão e Veja gritam por terceira via

Israel demole prédio da ONU em Jerusalém

RedeTV! demite a bolsonarista Luciana Gimenez

Foto: Divulgação
Por Altamiro Borges


Na sexta-feira passada (16), a combalida RedeTV! demitiu a apresentadora Luciana Gimenez, que comandou por 25 anos o programa SuperPop – um dos principais palanques do fascista Jair Bolsonaro na televisão brasileira. Ela estava curtindo suas férias em Nova York, quando foi comunicada da dispensa sumária. Em um vídeo postado no Instagram no domingo (18), a celebridade midiática tão paparicada pelos bolsonaristas aparece aos prantos e desabafa:

“[Tô aqui] pra agradecer todas as mensagens de carinho, motivacional, de amor que me mandaram. Quero dizer que o SuperPop foi um marco na minha vida e eu fiz sempre com muito carinho, com muita dedicação, alegria e muita vontade. Eu ia pra RedeTV! com meu coração cheio de vontade de fazer a diferença, de conhecer pessoas, e uma coisa que sempre me propus a fazer é mostrar a realidade de forma leve, despretensiosa, clara, humilde”.