quarta-feira, 8 de abril de 2026
terça-feira, 7 de abril de 2026
Lula, o voto e os endividados
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| Foto: Ricardo Stuckert |
Faltando apenas seis meses para o primeiro turno da eleição, o governo prepara às pressas medidas para enfrentar um problema que subestimou ou não identificou em tempo: o sufoco das famílias endividadas, em grande parte responsável pelo mau humor político captado pelas pesquisas.
O ministro Dario Durigan está concluindo, com a equipe técnica da Fazenda, uma medida que seria mais eficiente que o Desenrola, mas, para incidir eleitoralmente, ela terá de ser capaz de produzir resultados de muito curto prazo. E isso vai requerer o mínimo de burocracia e a boa vontade dos bancos e financeiras.
A meta agora é favorecer a renegociação das dívidas mais caras, como cartão de crédito, cheque especial e crédito sem garantia, oferecendo abatimentos de até 80% e o refinanciamento do restante.
A União seria a fiadora junto aos bancos privados, por meio de um fundo a ser criado com parte daquela dinheirama nunca procurada pelos donos, gerida pelo Banco Central, que soma mais de R$ 10 bilhões.
O caso Master é um ecossistema de corrupção
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| Charge: Spacca |
O caso Master não pode ser analisado como aventura individual de um banqueiro desatinado, que montou uma estrutura viciada, tipo pirâmide, e não hesitava em queimar centenas de milhões de reais em um consumo conspícuo ou para comprar autoridades.
Trata-se de um ecossistema completo de corrupção, envolvendo os seguintes atores:
1. A fintech como infraestrutura universal
O Brasil criou, entre 2018 e 2023, o ambiente regulatório mais favorável à proliferação de fintechs do mundo em desenvolvimento.
O Banco Central, sob a liderança de Roberto Campos Neto, autorizou as licenças de instituição de pagamento e a regulação de arranjos de pagamento. O resultado foi uma explosão: de algumas dezenas de fintechs em 2015, o país chegou a mais de 1.300 em 2023, segundo a Associação Brasileira de Fintechs.
segunda-feira, 6 de abril de 2026
domingo, 5 de abril de 2026
Dudu Bananinha é acionado por traição à pátria
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| Charge: Baggi |
O ex-deputado Eduardo Bolsonaro, vulgo Dudu Bananinha, que está foragido nos EUA, voltou a se comportar como um autêntico vendilhão da pátria na semana passada. Em vídeo postado em suas redes sociais, o filhote 03 de Jair Bolsonaro anunciou que pedirá sanções do “imperador” Donald Trump contra o Brasil em caso de derrota do seu irmão fascista nas eleições presidenciais deste ano. “Nós podemos fazer isso em tempo real, através de conversas de aplicativos de mensagem. Estarei atento, farei as minhas denúncias quando entender pertinente e que Deus ilumine a cabeça das autoridades americanas para entender as providências”, postou o capacho do império.
André Mendonça salva Ibaneis na CPI do Crime
Por Altamiro Borges
Em mais uma sinistra decisão, o ministro André Mendonça, o “terrivelmente evangélico” indicado pelo fascista Jair Bolsonaro para o Supremo Tribunal Federal (STF), afastou a obrigatoriedade do ex-governador Ibaneis Rocha, do Distrito Federal, de comparecer à CPI do Crime Organizado no Senado. A convocação do bolsonarista tinha sido aprovada na terça-feira (31), mas o magistrado avaliou que “há jurisprudência no STF no sentido de que o direito de investigado à não autoincriminação abrange a faculdade de comparecer ou não ao ato”, descreve o site Metrópoles.
Em mais uma sinistra decisão, o ministro André Mendonça, o “terrivelmente evangélico” indicado pelo fascista Jair Bolsonaro para o Supremo Tribunal Federal (STF), afastou a obrigatoriedade do ex-governador Ibaneis Rocha, do Distrito Federal, de comparecer à CPI do Crime Organizado no Senado. A convocação do bolsonarista tinha sido aprovada na terça-feira (31), mas o magistrado avaliou que “há jurisprudência no STF no sentido de que o direito de investigado à não autoincriminação abrange a faculdade de comparecer ou não ao ato”, descreve o site Metrópoles.
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