terça-feira, 16 de outubro de 2018

Barcelona ‘expulsa’ Ronaldinho, o direitista

Por Altamiro Borges

Foi postado nesta terça-feira (16) no jornal espanhol Sport: “O FC Barcelona fez uma declaração institucional, através do seu porta-voz, Josep Vives, sobre o apoio que Ronaldinho, embaixador do clube, deu ao candidato ultradireitista à presidência do Brasil, Jair Bolsonaro – um militar da reserva que fez do racismo, da misoginia e da homofobia suas bandeiras. ‘Nossos valores democráticos não coincidem com as palavras que temos escutado desse candidato’, sentenciou Vives, que acresceu: ‘De toda forma, respeitamos a liberdade de expressão, inclusive as palavras de Ronaldinho’”. O porta-voz do time catalão, porém, não descartou a possibilidade de punição do ex-jogador – com a perda do seu posto de embaixador. “Vives deixou no ar se o Barcelona tomará alguma decisão drástica sobre Ronaldinho: ‘Não tomamos uma decisão a respeito. Veremos mais adiante’”.

Ronaldinho Gaúcho, que é famoso por seu oportunismo – dentro e fora do campo –, voltou a gerar celeuma após postar nas redes sociais uma foto vestindo a camiseta amarela da “ética” CBF com o número 17, em alusão a Jair Bolsonaro. No maior cinismo, ele ainda escreveu: “Por um Brasil melhor, desejo paz, segurança e alguém que nos devolva a alegria. Escolhi viver no Brasil, e quero um Brasil melhor para todos". De imediato, a postagem gerou protestos entre os amantes do futebol. O jornal Sport repercutiu o caso, informando que o Barcelona havia suspendido a participação do ex-jogador nos seus eventos oficiais e que iria cancelar seu título de embaixador do clube no exterior. A postura de Ronaldinho Gaúcho, porém, não deveria causar maiores surpresas.

No terreno político, o ex-jogador sempre teve posições direitistas e apoiou os candidatos dos ricaços. No início do ano, ele inclusive anunciou que disputaria uma vaga ao Senado. Em março, o gandaieiro se filiou ao PRB, o partido dominado pela Igreja Universal do Reino de Deus. Talvez em função da incoerência, ele evitou dar publicidade ao seu ato, conforme registrou a revista Época: “Ronaldinho Gaúcho tem um patrimônio de 34 milhões de seguidores no Facebook e de 17 milhões de fãs no Twitter. Era de se imaginar que ele usaria as redes para valorizar uma etapa importante de sua vida: a filiação a um partido político. Na terça-feira, Gaúcho assinou a ficha de filiação ao PRB do Distrito Federal. Mas até o momento ele foi incapaz de postar algo sobre a filiação ou sobre seus planos para Brasília. Não é possível dizer nem se será candidato”.

Na sequência, ainda não se sabe por quais motivos, ele desistiu da candidatura. A mídia especulou que seria em função dos vários processos que correm na Justiça contra o ex-jogador.

3 comentários:

Antonio Carlos Cordeiro de Carvalho disse...

Eu vi, no passsdo, pessoas votando no Cacareco, um rinoceronte, e no Macaco Tião. Agora, muitos anos depois, estão votando no Bolsonaro, que é a mesma coisa de votar em Cacareco ou Macaco Tião.

As pessoas, e os grupos públicos e privados, que não aguentaram o processo democrático e deram um golpe de estado, inventando mentiras e pedaladas, rompendo com o acordo do procsso democratico e do estado de direito, são os verdadeiros responsáveis pelo fato da população estar querendo eleger o Cacareco e o Macaco Tião de novo.

Será ótimo ver o Cacareco e o Macaco Tião, presidente e vice, como resultado da sanha golpista que se instalou em 2015. Será ótimo assistir o que vai acontecer com o país, e com essas pessoas e grupos, a partir do presidente Cacareco e do seu vice Macaco Tião.

Eu vou votar em Haddad. Eu não fiz parte da sanha golpista que rompeu o processo democrático e o estado de direito. Mas torço por Cacareco e Macaco Tião pois eles é que vão ensinar muito bem aos que apoiaram o golpe o que acontece numa democracia quando se cancela o estado de direito e o jogo democrático das urnas.

Naylson Brasil disse...

Já estamos na democracia dos anos 70.
em tão uma receita de bolo!

BOLO DE FUBÁ

INGREDIENTES
• 3 ovos inteiros
• 2 xícaras (chá) de açúcar
• 2 xícaras (chá) de fubá
• 3 colheres (sopa) de farinha de trigo
• 1/2 copo (americano) de óleo
• 1 copo (americano) de leite
• 1 colher (sopa) de fermento em pó

MODO DE PREPARO
1
Em um liquidificador, adicione os ovos, o açúcar, o fubá, a farinha de trigo, o óleo, o leite e o fermento, depois bata até a massa ficar lisa e homogênea
2
Despeje a massa em uma forma untada e polvilhada
3
Leve para assar em forno médio 180 °C) preaquecido por 40 minutos

Anônimo disse...

E se eles não quiserem mais sair do poder ?
Não haverão mais eleições ?
Cara ou coroa ?
Cara ficamos ?
Coroa permanecemos ?
Moeda em pé saímos ?