Por Roberto Amaral
Desde o final da Segunda Guerra Mundial, os EUA respondem por algo como 80 intervenções militares em outro tanto de países, até então soberanos. Tudo em nome de uma farisaica “defesa da democracia”, disfarce da disputa estratégica com a URSS. O ponto de partida dessa fase do imperialismo, que guarda rigorosa coerência com sua história, desde a formação colonial até nossos dias, foi dado pelo que se passou a chamar de “Doutrina Truman” (1947), porque proclamada pelo presidente que lançara duas bombas atômicas sobre as populações civis de Hiroshima e Nagasaki, quando a guerra já estava perdida pelo Japão. Ela estabelecia o princípio do containment do comunismo, com apoio político, econômico e militar a países de sua órbita. O Plano Marshall de reconstrução da Europa Ocidental, do mesmo ano, fornece a base econômica. A doutrina militar se corporifica na OTAN, criada em 1949. Seu alvo era a defesa coletiva contra a URSS. São os três pilares sobre os quais se assentará a estratégia global dos EUA no pós-guerra.
domingo, 5 de abril de 2026
O papel da juventude nas mudanças sociais
Por Jair de Souza
As pesquisas de opinião divulgadas recentemente exibiram alguns dados que, conforme à ótica com a qual as analisemos, podem ser classificados como encorajadores, ou preocupantes, para as perspectivas de Lula e o governo por ele liderado.
Sinalizando no sentido da primeira alternativa, temos a constatação de que nosso atual presidente mantém-se plenamente habilitado para ser reeleito para um quarto mandato no pleito eleitoral previsto para a parte final do presente ano. Por outro lado, em contraposição a esta primeira leitura favorável, foi possível detectar algo que deveria fazer-nos meditar bastante e com muita preocupação. É que as sondagens explicitam um marcado grau de distanciamento da parcela jovem de nossa sociedade em relação à orientação do atual governo e, até mesmo, a respeito do Presidente Lula.
As pesquisas de opinião divulgadas recentemente exibiram alguns dados que, conforme à ótica com a qual as analisemos, podem ser classificados como encorajadores, ou preocupantes, para as perspectivas de Lula e o governo por ele liderado.
Sinalizando no sentido da primeira alternativa, temos a constatação de que nosso atual presidente mantém-se plenamente habilitado para ser reeleito para um quarto mandato no pleito eleitoral previsto para a parte final do presente ano. Por outro lado, em contraposição a esta primeira leitura favorável, foi possível detectar algo que deveria fazer-nos meditar bastante e com muita preocupação. É que as sondagens explicitam um marcado grau de distanciamento da parcela jovem de nossa sociedade em relação à orientação do atual governo e, até mesmo, a respeito do Presidente Lula.
sábado, 4 de abril de 2026
sexta-feira, 3 de abril de 2026
A PF prejudica os furos de O Globo
![]() |
| Charge: Nando Motta |
Dois fatos mostram um recuo na Lava Jato 2.
O primeiro, o fato da Polícia Federal estar impedindo o livre exercício do jornalismo fácil.
Analisem o nível das informações passadas para o jornal O Globo de hoje:
“Peritos envolvidos na análise dos celulares apreendidos com o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, encontraram mais de 8 mil vídeos nos aparelhos. O material foi extraído de nove smartphones ligados ao banqueiro, obtidos ao longo das diferentes fases da investigação. Além desses vídeos, há grande quantidade de outros tipos de arquivos digitais sob análise.
O volume de dados inclui registros pessoais e profissionais, com arquivos que vão desde registros antigos até conteúdos mais recentes. Os peritos estão separando conteúdos pessoais e interações corriqueiras do que realmente importa para a investigação. Diante da quantidade de dados, a análise demanda tempo e cautela para evitar conclusões precipitadas, dizem pessoas com acesso ao processo.
Conclat em movimento no sindicalismo
Por João Guilherme Vargas Netto
As direções das centrais sindicais resolveram que as comemorações, este ano, do 1º de Maio serão descentralizadas, sem um evento único, mas com vários em várias entidades. É um esforço para aproximar as comemorações e a pauta dos trabalhadores das bases sindicais.
Embora sejam vários os eventos, a pauta de reivindicações e propostas do movimento serão unificadas em uma nova Conclat a ser realizada em Brasília no dia 15 de abril.
Para essa Conclat convergirá a marcha para Brasília, com dirigentes e ativistas reforçando o empenho unitário dos trabalhadores e das trabalhadoras.
As direções das centrais sindicais resolveram que as comemorações, este ano, do 1º de Maio serão descentralizadas, sem um evento único, mas com vários em várias entidades. É um esforço para aproximar as comemorações e a pauta dos trabalhadores das bases sindicais.
Embora sejam vários os eventos, a pauta de reivindicações e propostas do movimento serão unificadas em uma nova Conclat a ser realizada em Brasília no dia 15 de abril.
Para essa Conclat convergirá a marcha para Brasília, com dirigentes e ativistas reforçando o empenho unitário dos trabalhadores e das trabalhadoras.
quinta-feira, 2 de abril de 2026
Assinar:
Comentários (Atom)

