Por Altamiro Borges
Preso por seu envolvimento no “mensalão petista”, o publicitário Marcos Valério Fernandes de Souza sofreu uma segunda condenação nesta semana. Desta vez, por sua participação no “mensalão tucano” – que os jornais insistem em chamar de “mensalão mineiro”. O jornal Estadão, que nunca escondeu seu apoio aos candidatos do PSDB, até estampou na capa na sexta-feira (7): “Valério e ex-sócios são condenados por lavagem e evasão no mensalão mineiro”. Já a Folha foi mais comedida: “Justiça condena Valério por envio de dinheiro ao exterior”. Quanto aos chefões tucanos metidos no esquema de desvio de recursos públicos para financiar o caixa dois do ex-governador Eduardo Azeredo – e a campanha de reeleição de FHC, em 1998 – a mídia amiga evitou maiores comentários.
Preso por seu envolvimento no “mensalão petista”, o publicitário Marcos Valério Fernandes de Souza sofreu uma segunda condenação nesta semana. Desta vez, por sua participação no “mensalão tucano” – que os jornais insistem em chamar de “mensalão mineiro”. O jornal Estadão, que nunca escondeu seu apoio aos candidatos do PSDB, até estampou na capa na sexta-feira (7): “Valério e ex-sócios são condenados por lavagem e evasão no mensalão mineiro”. Já a Folha foi mais comedida: “Justiça condena Valério por envio de dinheiro ao exterior”. Quanto aos chefões tucanos metidos no esquema de desvio de recursos públicos para financiar o caixa dois do ex-governador Eduardo Azeredo – e a campanha de reeleição de FHC, em 1998 – a mídia amiga evitou maiores comentários.
















