Por Juliano Medeiros, na revista Fórum:
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot (foto), esteve na semana passada no centro da maior crise enfrentada pela Operação Lava Jato até aqui. Alcançando os escalões mais altos da República – a começar pelo presidente ilegítimo – a Lava Jato parecia, semanas atrás, finalmente girar sua artilharia para a banda mais podre da política brasileira: PMDB e PSDB. As gravações de Joesley Batista pareciam dar por terminado o governo Temer. O afastamento de Aécio Neves do mandato de senador era uma lufada de esperança de que os partidos e lideranças mais profundamente ligadas à banda podre do capitalismo brasileiro finalmente acertariam as contas pelas décadas de relações espúrias com o setor privado.
















