Por Fernando Brito, no blog Tijolaço:
No jornal O Globo, em trabalho dos repórteres Gabriel Carriello e Marco Grillo, surgem as evidências das ligações entre o MBL de Kim Kataguiri e os sites de fake news que atacaram a memória da vereadora Marielle Franco, assassinada no Rio.
No dia seguinte ao crime, boatos começaram a se espalhar em grupos de WhatsApp por meio de textos, áudios e memes. Por volta do meio-dia de sexta-feira, apareceram os primeiros tweets relacionando Marielle ao traficante Marcinho VP e à facção Comando Vermelho. Quatro horas mais tarde, o site Ceticismo Político publicou um texto que teve papel fundamental na disseminação das falsas acusações. O link foi divulgado no Facebook, e, pouco depois, o Movimento Brasil Livre (MBL) replicou a mensagem, ampliando ainda mais a repercussão.
No jornal O Globo, em trabalho dos repórteres Gabriel Carriello e Marco Grillo, surgem as evidências das ligações entre o MBL de Kim Kataguiri e os sites de fake news que atacaram a memória da vereadora Marielle Franco, assassinada no Rio.
No dia seguinte ao crime, boatos começaram a se espalhar em grupos de WhatsApp por meio de textos, áudios e memes. Por volta do meio-dia de sexta-feira, apareceram os primeiros tweets relacionando Marielle ao traficante Marcinho VP e à facção Comando Vermelho. Quatro horas mais tarde, o site Ceticismo Político publicou um texto que teve papel fundamental na disseminação das falsas acusações. O link foi divulgado no Facebook, e, pouco depois, o Movimento Brasil Livre (MBL) replicou a mensagem, ampliando ainda mais a repercussão.

















