Por Pedro Breier, no blog Cafezinho:
O Brasil não é para amadores, diz o adágio.
Pois os estrambóticos 20 e poucos dias iniciais do governo Bolsonaro não deixam dúvidas quanto à precisão do ditado.
Comecemos por Flávio Bolsonaro. O que antes parecia um clássico - não por isso menos vergonhoso - esquema de confisco de parte dos salários dos seus funcionários está tomando contornos de House of Cards.
A ligação de Flávio com suspeitos do assassinato de Marielle Franco é escandalosa e potencialmente explosiva. O fato de Flávio colocar a culpa pela contratação de parentes de um chefe de milícia no ex-assessor Queiroz é mais uma de suas justificativas que apenas deixam tudo mais suspeito ainda.
O Brasil não é para amadores, diz o adágio.
Pois os estrambóticos 20 e poucos dias iniciais do governo Bolsonaro não deixam dúvidas quanto à precisão do ditado.
Comecemos por Flávio Bolsonaro. O que antes parecia um clássico - não por isso menos vergonhoso - esquema de confisco de parte dos salários dos seus funcionários está tomando contornos de House of Cards.
A ligação de Flávio com suspeitos do assassinato de Marielle Franco é escandalosa e potencialmente explosiva. O fato de Flávio colocar a culpa pela contratação de parentes de um chefe de milícia no ex-assessor Queiroz é mais uma de suas justificativas que apenas deixam tudo mais suspeito ainda.


















