Por Emiliano José, na revista Teoria e Debate:
Passei treze dias em Cuba. De 4 a 17 de dezembro do ano passado. Havia estado lá em novembro de 2018, por conta própria e final de janeiro de 2019, a convite do governo cubano para participar da IV Conferência Internacional pelo Equilíbrio do Mundo. E voltei agora. Nem estava atento ao 41º Festival Internacional do Novo Cinema Latino-americano, de 5 a 15 de dezembro. Pude assistir Marighella, no cine Yara lotado, 1200 pessoas gritando “Fora Bolsonaro” durante a fala de Wagner Moura, antes da exibição do filme. Vi o Tropicana, o Buena Vista, espetáculos de primeira grandeza. Vimos, Carla, minha mulher, eu e a amiga, Eleonora muita coisa, tudo muito intenso. É Cuba.
Passei treze dias em Cuba. De 4 a 17 de dezembro do ano passado. Havia estado lá em novembro de 2018, por conta própria e final de janeiro de 2019, a convite do governo cubano para participar da IV Conferência Internacional pelo Equilíbrio do Mundo. E voltei agora. Nem estava atento ao 41º Festival Internacional do Novo Cinema Latino-americano, de 5 a 15 de dezembro. Pude assistir Marighella, no cine Yara lotado, 1200 pessoas gritando “Fora Bolsonaro” durante a fala de Wagner Moura, antes da exibição do filme. Vi o Tropicana, o Buena Vista, espetáculos de primeira grandeza. Vimos, Carla, minha mulher, eu e a amiga, Eleonora muita coisa, tudo muito intenso. É Cuba.









