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| Foto: Ricardo Stuckert |
A socióloga Esther Solano, professora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), sinaliza os obstáculos que dificultam a reconexão do eleitor evangélico com Lula e as brechas abertas para comunicar-se eleitoralmente com esse público. Sua pesquisa antecipou o clima de pânico moral que tomaria a campanha eleitoral, para Bolsonaro recuperar o “evangélico oscilante”.
Esther esteve na mesa de abertura do 3º Simpósio Direitas Brasileiras, evento que ocorreu na Unicamp, esta semana. A partir de suas rodadas de entrevistas, ocorridas desde abril, ela vinha notando uma oscilação dos evangélicos em relação ao bolsonarismo. Uma parcela deles estaria arrependida de ter votado em Bolsonaro.







