sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

BC atenta contra o desenvolvimento nacional

Editorial do site Vermelho:


A decisão unânime do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de manter, pela quinta vez consecutiva, a taxa básica de juros da economia, a Selic, em 15% ao ano expressa um problema estrutural da política macroeconômica do Brasil. A taxa de juros real é a mais alta em 20 anos e a segunda maior do mundo. O comunicado sobre a decisão informa que “o ambiente externo ainda se mantém incerto em função da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, com reflexos nas condições financeiras globais”.

O documento afirma que “o conjunto dos indicadores segue apresentando, conforme esperado, trajetória de moderação no crescimento da atividade econômica, enquanto o mercado de trabalho ainda mostra sinais de resiliência”, uma referência à taxa de desemprego que fechou o ano de 2025 abaixo dos 6% da força de trabalho, em termos dessazonalizados, considerada pelo mercado financeiro insustentável.

A questão trans no direito e na internet

As digitais de Ibaneis no escândalo do Master

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Matéria vergonhosa do Metrópoles sobre Moraes

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

O jornalismo 'profissional' da mídia é piada

Charge: Joyce Rice
Por Ângela Carrato, no site Viomundo:


A grossa corrupção no liquidado banco Master e seus parceiros sumiu do foco dos jornalões, que estão usando o assunto para atacar o STF.

Ao invés de revelar para o público todo o esquema utilizado por salafrários como o tal ex-banqueiro Daniel Vorcaro e sua patota de ladrões do dinheiro de aposentados e pensionistas, os jornalistas e colunistas amestrados destas publicações estão fazendo de tudo para provocar uma crise no STF, com o objetivo de desestabilizar um Poder que tem sido crucial neste momento tão desafiador em que vivemos.

Umbilicalmente ligados aos interesses da classe dominante (Faria Lima, golpistas e entreguistas) estes jornais e seus “profissionais” acreditam que, ao desestabilizar o STF, estarão atingindo, por tabela, o governo Lula.

Cuidar da safra sindical

Por João Guilherme Vargas Netto


Na ação sindical não há entressafra. Exceto nos períodos de férias coletivas ou de grandes feriados a atividade sindical é constante.

Mesmo entre uma campanha salarial e a seguinte, o que seria uma entressafra é cheia de ações necessárias – divulgação dos resultados obtidos e preparação, desde já, de uma nova campanha.

Há, portanto, o cotidiano da vida sindical (com sua burocracia) e acontecimentos que exigem empenho renovado; a vida do sindicato (e de todas as entidades sindicais) não para nunca.

O que as direções sindicais fazem (ou devem fazer) é associar o cumprimento sistemático das tarefas cotidianas à qualificação dos ativistas – qualificação sindical e qualificação política – com discussões, seminários e cursos.

Trump, violência policial e repressão interna

EUA e Irã: entre o acordo e a guerra

Luciano Huck sabia das mutretas do Will Bank?

Governo Lula se prepara para a batalha eleitoral

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Luciano Huck sabia das mutretas do Will Bank?

Divulgação
Por Altamiro Borges


Na quarta-feira passada (21), o Banco Central decretou a liquidação do Will Bank, um dos tentáculos do corrupto Banco Master. Segundo matéria do site Seu Dinheiro, porta-voz dos abutres financeiros, com a medida extrajudicial “ficaram indisponíveis os bens dos controladores e dos ex-administradores da instituição. O Will Bank, que tem cerca de 12 milhões de clientes, havia sido preservado quando a autoridade monetária determinou a liquidação do Master, diante da avaliação de que havia interessados na aquisição da instituição – o que, no entanto, não se concretizou”.