domingo, 17 de maio de 2026

Lula 3 falhou na comunicação pública

 

As forças do atraso não improvisam

Reprodução: CTB
Por ​Roberto Amaral

“O trabalhador vai ter que escolher: menos direitos e emprego ou todos os direitos e desemprego” – capitão Jair Bolsonaro, ex-presidente do Brasil, em discurso na Câmara dos Deputados

É notável, tanto quanto desprezível, o esforço do pensamento conservador brasileiro militando contra a economia nacional e, principalmente, contra qualquer sorte de progresso social. Tudo o que, mesmo remotamente, possa sugerir melhoria das condições de vida das grandes massas é bloqueado por essa corrente retrógada. Ora se diz que a iniciativa é muito cara (por exemplo, a escola pública e o ensino em tempo integral, ou o saneamento básico), ora se diz que é inflacionária - falácia de que foram acusadas, na sua origem, a introdução das férias anuais, lá atrás, e o 13º salário, em 1962, por iniciativa congressual, em lei sancionada pelo presidente João Goulart.

Como pôr fim ao império do crime bolsonarista?

Charge: Miguel Paiva/247
Por Jair de Souza

As recentes revelações dos vínculos umbilicais entre a organização bandidesca de Daniel Vorcaro e seu Banco Master com os membros do clã bolsonarista e os mais destacados comandantes de seu movimento político nos evidenciam a criação de um verdadeiro império do crime, montado fundamentalmente com base nos recursos roubados do tão necessitado povo brasileiro.

Como já era de conhecimento das pessoas um pouco mais bem informadas, e agora o é até mesmo pelo mundo mineral, está evidente que as imorais transferências de vários bilhões de reais dos fundos de pensão dos trabalhadores de vários estados e municípios brasileiros, quase sempre dirigidos por políticos da direita filobolsonarista, para os cofres do Banco Master serviram para dar sustentação econômica a uma estrutura criminosa de gigantesca dimensão, com fortes ramificações no Brasil, nos Estados Unidos e outros países.

Vorcaro sustenta sistema da família Bolsonaro

Bets, Big Techs, Emendas e o jogo do poder

A relação antiga entre Vorcaro e Bolsonaro

sexta-feira, 15 de maio de 2026

Trump, China e o perigo Taiwan

Donald Trump e Xi Jinping. Foto: Evan Vucci-Pool/Gettyimages.ru
Por Marcelo Zero, no site Viomundo:

Taiwan faz parte oficialmente da China desde a dinastia Qing. À exceção do período do domínio colonial japonês sobre essa ilha chinesa (1895-1945), sempre foi assim.

É preciso considerar que Taiwan, como nação independente e representante oficial da China, foi uma ficção, criada por Chiang Kai-shek e o Kuomintang, com o apoio dos EUA e aliados.

Derrotado pelas forças de Mao Zedong (Mao Tsé-Tung) em 1949, Kai-shek fugiu para Taiwan e de lá se autoproclamou o legítimo governante da China, embora dominasse efetivamente apenas uma ínfima fração da população e do território chinês.

Essa ficção geopolítica, essa espécie de país-Guaidó, durou até 1971, quando a ONU se curvou à realidade e finalmente reconheceu o regime de Beijing como o verdadeiro representante da China e comprometeu-se com o princípio de “uma única China”.

Milei virou um pesadelo para os argentinos

Charge: Mariano Ruszaj/Cartoon Movement
Por Moisés Mendes, em seu blog:


O governo de Javier Milei só continua existindo nos editoriais e artigos dos colunistas liberais dos jornais brasileiros e na cabeça dos bolsonaristas. Na imprensa argentina, e mesmo nos grandes jornais de direita, El Clarín e La Nación, o que noticiam é que Milei está morto politicamente e que a Argentina submerge em mais uma crise sem volta.

Nessa semana, as capas dos jornais têm duas informações devastadoras. A primeira notícia é sobre a quarta manifestação de rua de estudantes, professores e servidores, na terça-feira, em defesa da universidade pública, em Buenos Aires e nas grandes cidades. E a segunda sobre uma pesquisa com números inimagináveis até o início do ano.

Manifestações sindicais não costumeiras

Foto: Edmilson Barbosa/BA
Por João Guilherme Vargas Netto


Em meu texto da semana passada ao listar as manifestações não costumeiras dos sindicatos nas comemorações do 1º de Maio não mencionei as manifestações musicais.

E elas são, hoje, para inúmeros sindicatos a porta de entrada para os jovens que organizam bandas de rock, de funk ou rodas de samba e com isto aproximam-se da rotina sindical.

Das outras manifestações não costumeiras que citei quero destacar as esportivas. Elas têm longa história na vida sindical, com campeonatos de futebol em que times com trabalhadores de uma dada empresa enfrentavam os colegas de outra.

Por que a Palestina continua sendo a questão

Ilustração: Yara Youssef/Al Jazeera
Por Jair de Souza

Nesta hora trágica, em que a devastação e a morte estão sendo produzidas em larga escala na Palestina, no Irã e no Líbano, o mundo precisa relembrar os 78 anos do início de uma das mais horrendas atrocidades já praticadas por seres humanos contra outros seres humanos.

Com tal propósito, resolvi trazer de volta à cena o valioso trabalho realizado há mais de 25 anos pelo saudoso cineasta e humanista australiano-britânico John Pilger, A Palestina continua sendo a questão (Palestine is still the issue). Em menos de uma hora de projeção, podemos captar as bases do sofrimento do povo palestino sob a colonização imposta pelos sionistas europeus que criaram o Estado de Israel.

Fim da escala 6x1: vida além do trabalho

Xi, Trump e a diplomacia de grandes potências

Michelle Bolsonaro desistiu da candidatura?

Israel e o colapso do direito internacional