sábado, 26 de fevereiro de 2011

Revoltas árabes e interesses do império

Reproduzo artigo de Pepe Escobar, traduzido pelo Coletivo VilaVudu e publicado no sítio Outras Palavras:

Nessa terça-feira, nada menos que 20% da população do Bahrein reuniu-se na rotatória Lulu (Pérola), em Manama, na maior manifestação contra a monarquia feudal, ação intimamente conectada à grande revolta árabe de 2011. Amostra de toda a sociedade bahraini – professores, advogados, engenheiros, suas mulheres e filhos – numa marcha infinita, em volta do monumento, coluna compacta nas cores vermelho e branco, da bandeira nacional.

A regulação da mídia no Congresso

Reproduzo artigo de Venício A. de Lima, publicado no sítio Carta Maior:

Ainda não se conhece sequer o pré-projeto de marco regulatório para as comunicações eletrônicas que o governo Dilma promete enviar ao Congresso Nacional (no segundo semestre?), mas deputados e senadores já explicitam suas posições para a eventual disputa que se antecipa.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Despesa com juros engole o Bolsa Família

Reproduzo artigo de Umberto Martins, publicado no sítio Vermelho:

A esta altura a oligarquia financeira deve estar soltando gargalhadas. Motivos não faltam. O setor público brasileiro consolidado (governos federal, estaduais e municipais) registrou superávit primário de R$ 17,748 bilhões em janeiro, de acordo com informações divulgadas nesta sexta-feira (25) pelo Banco Central (BC). O valor é bem maior do que o orçamento de um ano do Bolsa Família (cerca de R$ 12 bilhões). No primeiro mês de 2010, o superávit foi de R$ 16,084 bilhões.

Metrô: o estelionato eleitoral de Serra

Por Altamiro Borges

Passados mais de três meses das eleições presidenciais, o tucano José Serra parece que ainda não assimilou a fragorosa derrota. É um notívago amargurado. Na primeira entrevista que concedeu ao jornal O Globo, um típico ombro amigo, ele não poupou críticas ao governo Dilma Rousseff – que nem bem começou. Num dos trechos mais rancorosos, quando comentou os cortes no orçamento – tão comuns nas gestões tucanas –, Serra afirmou na maior caradura que a presidenta comete “estelionato eleitoral”.

Kassab afunda a oposição demotucana

Por Altamiro Borges

A história de Gilberto Kassab não inspira muita confiança. Ele se projetou na política graças a uma manobra do tucano José Serra, que traiu o candidato do seu partido (Alckmin) e bancou o desconhecido demo à prefeitura da capital paulista. O demo sempre foi grato ao tucano. Numa entrevista, ele chegou a dizer que “durmo de paletó” para atender ao chefe – um notório notívago.

Dilma na Folha: necessário e perfumaria

Reproduzo artigo de Edgar Borges Jr., publicado no blog Pitacos Genéricos:

A ida da Presidenta Dilma Rousseff ao aniversário de 90 anos da Folha de São Paulo, na última segunda-feira, suscitou uma enorme polêmica entre os blogueiros progressistas. Uma parte se mostrou descontente e até indignada com essa atituda da Presidenta, uma vez que todos sabemos do papel muitas vezes nefasto desse jornal em nossa história, como o apoio a ditadura, ideológico e material, emprestando seus carros para o transporte disfarçado de presos políticos, e os inúmeros factóides por ela criado durante o governo Lula e a última eleição (culpar o Presidente Lula pelo acidente da TAM em Congonhas, ficha falsa da Dilma, menino do MEP e tantos outros). Em suma: a revolta dessa ala dos blogueiros é sim justificada pelos fatos. Dilma foi congratular com o antigo algoz.