domingo, 15 de maio de 2011

Eduardo Galeano e a questão ambiental

Por Eduardo Galeano, desde Montevidéu, maio de 2011:

Quatro frases que fazem o nariz do Pinóquio crescer

1- Somos todos culpados pela ruína do planeta.

A saúde do mundo está feito um caco. "Somos todos responsáveis", clamam as vozes do alarme universal, e a generalização absolve: se somos todos responsáveis, ninguém é. Como coelhos, reproduzem-se os novos tecnocratas do meio ambiente. É a maior taxa de natalidade do mundo: os experts geram experts e mais experts que se ocupam de envolver o tema com o papel celofane da ambiguidade.

Amazônia: qual o código da nossa esquerda?

Enviado pelo professor Gilson Caroni Filho:

Equilíbrio ambiental e desenvolvimento sustentável são elementos indispensáveis para o futuro do país. Exigem do movimento ecológico uma reformulação radical que o torne matriz de uma nova esquerda. A Amazônia é um exemplo. Seu desmatamento é obra conjunta de latifundiários, grandes empresários e empresas mineradoras.

Vídeo da festa de aniversário do Barão



.

A marcha contra a homofobia em Cuba

Por Brizola Neto, no blog Tijolaço:

A diretora do Centro Nacional de Educação Sexual de Cuba, Mariela Castro – filha de Raúl Castro, irmão de Fidel (foto) -, liderou hoje uma marcha antihomofobia nas ruas centrais de Havana. Numa prova de que o regime cubano está cada vez mais aberto à diversidade – não apenas a política, mas também às sexuais e culturais – o ato transcorreu em paz e alguns dos manifestantes carregavam cartazes e fotos de apoio à Revolução.

Cruzada americana e lições de Nuremberg

Por Mauro Santayana, em seu blog:

Os filhos de bin Laden – conforme pronunciamento publicado ontem – acusam os Estados Unidos de terem violado os princípios imemoriais de justiça, como os do devido processo legal, ao assassinarem o chefe da família em Abottabad. De forma clara, eles reclamam das Nações Unidas investigação sobre os fatos, e admitem levar o caso à Corte Internacional de Justiça. Um grupo de advogados britânicos já foi contatado.

Higienópolis e a força das redes sociais

Por Antônio Mello, no seu blog:

Não importa o que diga ou não diga a "grande imprensa", ontem foi um dia histórico em Higienópolis, que veio coroar a semana de uma divertida batalha comandada pela internet e seus facebookeiros, twitteiros e blogueiros.

As desigualdades na América Latina

Por Karol Assunção, no sítio da Adital:

"Ao terminar 2010, América Latina seguia sendo a região com mais desigualdades do mundo”. Isso é o que afirma Anistia Internacional em seu "Informe Anual 2011 – o estado dos direitos humanos no mundo”. Além da desigualdade, o relatório ainda destaca outras violações ocorridas no continente americano ao longo do ano de 2010, como perseguição a defensores/as dos direitos humanos e violência contra mulheres e meninas.

O Bolsa Família da Dilma

Por Marcos Coimbra, no sítio da CartaCapital:

Uma das mais importantes decisões do governo Dilma Rousseff está prestes a se concretizar e poucas pessoas estão sabendo. Até o fim de maio, depois de meses de estudos e reuniões (que contaram com a participação ativa da presidenta), o Programa Brasil sem Miséria deverá ser lançado.

Pressão virtual contra trabalho escravo

Por Bianca Pyl e Maurício Hashizume, no sítio Repórter Brasil:

Foi lançada na Câmara dos Deputados, nesta quinta-feira (12), a comunidade virtual Pela Aprovação da PEC 438 - Contra o Trabalho Escravo. Administrado pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Casa, o novo espaço inaugurado na internet visa incentivar a participação cidadã em rede e aglutina novidades e materiais de referência sobre o tema.

A luta das Mães de Maio por justiça

Por Fabíola Perez, no sítio Vermelho:

Cinco anos dos ataques do PCC em São Paulo se passaram. Na expressão e no discurso das mães que perderam seus filhos, vítimas do confronto entre civis e policiais, a lembrança ainda é recente. Para homenageá-los e reivindicar os direitos que lhes foram tirados, as Mães de Maio se reúnem no lançamento do livro Do Luto à Luta e aproveitam para debater o preconceito social, a impunidade e as ações do Estado em regiões marginalizadas.

O sucesso do "churrascão" em Higienópolis

Por Maíra Kubík Mano, no sítio Carta Maior:

– Eu não imaginava que as redes sociais pudessem mobilizar tanta gente.

– Eu fiquei um tempão na Praça Vilaboim e não tinha ninguém. Pensei que era lá. Ainda bem que quando cheguei aqui encontrei a multidão.

– Eu acho que tem pouca gente. Mais de 50 mil confirmaram pelo Facebook e não vieram. Tem pessoas que se escondem atrás do computador, fazem ativismo só online.

Fotos do "churrascão" em Higienópolis










* Fotos de Conceição Oliveira.