domingo, 17 de julho de 2011

Murdoch lá, alguns Murdóquis aqui

Por Alexandre Haubrich, no blog Jornalismo B:

Repercutiu por aqui o fechamento, na última semana, do jornal News of the World, um dos muitos veículos do maior conglomerado de comunicação do mundo, de propriedade de Rupert Murdoch. O magnata australiano é dono do Wall Street Journal, do The New York Post, da Fox e de diversos outros canais de TV por assinatura, além de dezenas de jornais espalhados pelo mundo.

sábado, 16 de julho de 2011

Lula lança portal na internet



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Radialista é agredido a paulada em Ilhéus

Por Charles Carmo, no blog O Recôncavo:

Fábio Roberto é radialista e trabalha na Rádio Bahiana, em Ilhéus (BA), aonde apresenta o programa Compromisso Verdade, em que costuma levar ao ar muitas denúncias.

Nesta quinta-feira (14/07), Fábio Roberto foi vítima de uma agressão quando andava no Bairro da Conquista, também em Ilhéus.

A morte em vida de FHC

Por Walter Pinheiro, no sítio Congresso em Foco:

Ao agradecer a homenagem que recebia no Senado em comemoração ao seu 80º aniversário, na semana passada, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou a certa altura que se sentia como se tivesse morrido, pois no Brasil, segundo ele, só se faz festa para quem já saiu desta vida para outra.

Pochmann e a centralidade do trabalho

Por Marcio Pochmann, no jornal Valor:

O tema do trabalho voltou ao centro do debate revestido de novas questões e oportunidades após a passagem da grande noite em que predominou o pensamento conservador e as políticas de corte neoliberal no Brasil. Por mais de duas décadas o Brasil se viu constrangido das oportunidades de crescimento do emprego e da renda por decorrência das opções políticas adotadas de regressão do papel do Estado e do enfraquecimento das forças do trabalho.

Memórias, de Gregório Bezerra

Release da Boitempo Editorial:

Mais de trinta anos após a publicação das Memórias (1979), de Gregório Bezerra, o lendário ícone da resistência à ditadura militar é homenageado com o lançamento de sua autobiografia pela Boitempo Editorial, acrescida de fotografias e textos inéditos, em um único volume. O livro agora conta com a contribuição decisiva de Jurandir Bezerra, filho de Gregório, que conservou a memória de seu pai; e também da historiadora Anita Prestes, filha de Olga Benário e Luiz Carlos Prestes, que assina a apresentação da nova edição; de Ferreira Gullar, na quarta capa; e de Roberto Arrais, no texto de orelha. Há também a inclusão de depoimentos de Oscar Niemeyer, Ziraldo, da advogada Mércia Albuquerque e do governador de Pernambuco (e neto de Miguel Arrais) Eduardo Campos, entre muitos outros.

A inflação e a dívida pública

Por Maria Lucia Fattorelli, no sítio do jornal Le Monde Diplomatique:

Em razão da marca negativa deixada pela inflação galopante dos anos 1980 até início dos anos 1990, não foi difícil convencer a população, parlamentares e poderes constituídos de que o país necessitava de um “Regime de Metas de Inflação”.

Dívida e decadência do império

Por Umberto Martins, no sítio Vermelho:

A novela da dívida americana teve um novo e dramático capítulo nesta sexta-feira (15), protagonizado por Barack Obama. Durante entrevista coletiva, a segunda da semana, o presidente dos EUA renovou o apelo ao Congresso para elevar o teto da dívida pública, hoje em US$ 14,3 trilhões, e advertiu que “o tempo está se esgotando”. Se o Parlamento não autorizar a ampliação do endividamento até 2 de agosto, o governo não terá como pagar suas despesas e incorrerá em moratória.

Urgência do controle de capitais externos

Por Paulo Kliass, no sítio Carta Maior:

Ultimamente, a realidade tem dado uma verdadeira chacoalhada nos dogmas da ortodoxia monetária e econômica. A recentíssima tempestade na chamada “zona do euro”, em que a Itália foi elevada à bola da vez dos responsáveis pela especulação das finanças no plano internacional. E os integrantes da Comissão Européia começam a considerar também a adoção medidas de controle de capital, além das já conhecidas práticas de ajuda aos bancos e instituições financeiras.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Brasil: Um país de ricos e miseráveis

Por Raquel Júnia, no sítio da revista Caros Amigos:

O lançamento do programa Brasil sem miséria, na semana passada, pela presidente Dilma Roussef, propõe um exercício de imaginação. "Já pensou quando acabarmos de vez com a miséria?", dizem as peças publicitárias sobre a nova estratégia governamental. As propagandas associam ainda o crescimento do país ao fim da pobreza extrema, meta que o governo pretende cumprir.

A opção da moratória na Europa

Por Antonio Martins, no sítio Outras Palavras:

Ameaçada pela falência financeira e pela desmoralização completa da política institucional, a Grécia continua no centro do palco europeu — mas acaba de haver uma grande mudança no script de seu drama. A União Europeia (UE), que até o fim de semana exigia apenas sacrifícios dos gregos e respeito aos interesses dos credores, passou a trabalhar com outra opção, a partir de segunda-feira (11/7). Ela não está sendo, nem será, chamada por seu nome verdadeiro, mas é uma moratória parcial da dívida do país, seguida de renegociação.

A comunicação argentina começa a mudar

Por Laurindo Lalo Leal Filho, na CartaCapital:

Passou desapercebido por aqui. Não fosse a menção feita pelo jornalista Eric Nepomuceno, na revista Carta Capital, poucos ficariam sabendo que a Ley de Médios argentina está sendo implantada, apesar da oposição feroz dos grandes grupos de comunicação locais.

Na noite de 21 de junho, a presidenta Cristina Kirchner apareceu em rede nacional de televisão para fazer um anúncio capaz de tirar o sono dos controladores monopolistas da radiodifusão. O governo abria, naquela data, uma licitação para a concessão de 220 novas licenças de serviço de audiovisual no país.