Por Mauricio Dias, na revista CartaCapital:
Discursos do presidente prefaciados pelo mote “nunca antes na história deste país…” tornaram-se troça da imprensa com Lula e de Lula com a imprensa. Mas, afora essa curtição, bem ao gosto do coração corintiano do ex-operário metalúrgico, a frase expressava, em várias ocasiões, situações inéditas como a que pode ser extraída agora de um estudo recente do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea) sobre “15 anos de Gasto Social Federal – de 1995 a 2009”.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Murdoch e o suborno na Scotland Yard
No sítio Opera Mundi:
Paul Stephenson, chefe da Polícia Metropolitana de Londres, a Scotland Yard, anunciou neste domingo (17/07) sua renúncia após ter sido envolvido no escândalo de escutas ilegais e subornos do tablóide News of the World. Stephenson tinha sido criticado nesta semana por ter mantido até setembro de 2010 o ex-sub-diretor do jornal sensacionalista Neil Wallis como consultor na Scotland Yard, e que foi detido nesta semana pelo escândalo.
Paul Stephenson, chefe da Polícia Metropolitana de Londres, a Scotland Yard, anunciou neste domingo (17/07) sua renúncia após ter sido envolvido no escândalo de escutas ilegais e subornos do tablóide News of the World. Stephenson tinha sido criticado nesta semana por ter mantido até setembro de 2010 o ex-sub-diretor do jornal sensacionalista Neil Wallis como consultor na Scotland Yard, e que foi detido nesta semana pelo escândalo.
Para onde vai Nuestra América
Por Marcelo Barros, no sítio da Adital:
No pensamento de José Martí, Nuestra América envolvia toda a América do Sul, a América Central e o Caribe, incluindo ainda o México, na América do Norte, deixando apenas os Estados Unidos e o Canadá. É exatamente a América dos pobres, desde séculos, colonizados e há tempos dominados pelo grande vizinho do Norte.
No pensamento de José Martí, Nuestra América envolvia toda a América do Sul, a América Central e o Caribe, incluindo ainda o México, na América do Norte, deixando apenas os Estados Unidos e o Canadá. É exatamente a América dos pobres, desde séculos, colonizados e há tempos dominados pelo grande vizinho do Norte.
domingo, 17 de julho de 2011
Imaginem se fosse o Dunga
Por Eduardo Guimarães, no Blog da Cidadania:
Luiz Antônio Venker Menezes, mais conhecido como Mano Menezes, assumiu o comando da Seleção Brasileira em 23 de julho do ano passado. Substituiu o técnico Dunga após a derrota do Brasil nas quartas de final da Copa do Mundo da África do Sul. Desde então, a equipe que treinou não logrou vencer um só adversário de peso.
Luiz Antônio Venker Menezes, mais conhecido como Mano Menezes, assumiu o comando da Seleção Brasileira em 23 de julho do ano passado. Substituiu o técnico Dunga após a derrota do Brasil nas quartas de final da Copa do Mundo da África do Sul. Desde então, a equipe que treinou não logrou vencer um só adversário de peso.
Berlusconi cai; Itália afunda na crise
Por Altamiro Borges
Na quinta-feira à noite, o fascistóide Silvio Berlusconi, primeiro-ministro da Itália, caiu no chuveiro, bateu a cabeça e sofreu um “pequeno traumatismo craniano”, segundo informou seu médico pessoal, Alberto Zangrillo, à agência de notícias Efe. “Depois da queda realizamos um exame traumatológico para avaliar a inflamação, que sempre ocorre depois de um traumatismo, mas Berlusconi está bem e apenas tomou analgésicos”.
Na quinta-feira à noite, o fascistóide Silvio Berlusconi, primeiro-ministro da Itália, caiu no chuveiro, bateu a cabeça e sofreu um “pequeno traumatismo craniano”, segundo informou seu médico pessoal, Alberto Zangrillo, à agência de notícias Efe. “Depois da queda realizamos um exame traumatológico para avaliar a inflamação, que sempre ocorre depois de um traumatismo, mas Berlusconi está bem e apenas tomou analgésicos”.
Murdoch lá, alguns Murdóquis aqui
Por Alexandre Haubrich, no blog Jornalismo B:
Repercutiu por aqui o fechamento, na última semana, do jornal News of the World, um dos muitos veículos do maior conglomerado de comunicação do mundo, de propriedade de Rupert Murdoch. O magnata australiano é dono do Wall Street Journal, do The New York Post, da Fox e de diversos outros canais de TV por assinatura, além de dezenas de jornais espalhados pelo mundo.
Repercutiu por aqui o fechamento, na última semana, do jornal News of the World, um dos muitos veículos do maior conglomerado de comunicação do mundo, de propriedade de Rupert Murdoch. O magnata australiano é dono do Wall Street Journal, do The New York Post, da Fox e de diversos outros canais de TV por assinatura, além de dezenas de jornais espalhados pelo mundo.
sábado, 16 de julho de 2011
Radialista é agredido a paulada em Ilhéus
Por Charles Carmo, no blog O Recôncavo:
Fábio Roberto é radialista e trabalha na Rádio Bahiana, em Ilhéus (BA), aonde apresenta o programa Compromisso Verdade, em que costuma levar ao ar muitas denúncias.
Nesta quinta-feira (14/07), Fábio Roberto foi vítima de uma agressão quando andava no Bairro da Conquista, também em Ilhéus.
Fábio Roberto é radialista e trabalha na Rádio Bahiana, em Ilhéus (BA), aonde apresenta o programa Compromisso Verdade, em que costuma levar ao ar muitas denúncias.
Nesta quinta-feira (14/07), Fábio Roberto foi vítima de uma agressão quando andava no Bairro da Conquista, também em Ilhéus.
A morte em vida de FHC
Por Walter Pinheiro, no sítio Congresso em Foco:
Ao agradecer a homenagem que recebia no Senado em comemoração ao seu 80º aniversário, na semana passada, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou a certa altura que se sentia como se tivesse morrido, pois no Brasil, segundo ele, só se faz festa para quem já saiu desta vida para outra.
Ao agradecer a homenagem que recebia no Senado em comemoração ao seu 80º aniversário, na semana passada, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou a certa altura que se sentia como se tivesse morrido, pois no Brasil, segundo ele, só se faz festa para quem já saiu desta vida para outra.
Pochmann e a centralidade do trabalho
Por Marcio Pochmann, no jornal Valor:
O tema do trabalho voltou ao centro do debate revestido de novas questões e oportunidades após a passagem da grande noite em que predominou o pensamento conservador e as políticas de corte neoliberal no Brasil. Por mais de duas décadas o Brasil se viu constrangido das oportunidades de crescimento do emprego e da renda por decorrência das opções políticas adotadas de regressão do papel do Estado e do enfraquecimento das forças do trabalho.
O tema do trabalho voltou ao centro do debate revestido de novas questões e oportunidades após a passagem da grande noite em que predominou o pensamento conservador e as políticas de corte neoliberal no Brasil. Por mais de duas décadas o Brasil se viu constrangido das oportunidades de crescimento do emprego e da renda por decorrência das opções políticas adotadas de regressão do papel do Estado e do enfraquecimento das forças do trabalho.
Memórias, de Gregório Bezerra
Release da Boitempo Editorial:
Mais de trinta anos após a publicação das Memórias (1979), de Gregório Bezerra, o lendário ícone da resistência à ditadura militar é homenageado com o lançamento de sua autobiografia pela Boitempo Editorial, acrescida de fotografias e textos inéditos, em um único volume. O livro agora conta com a contribuição decisiva de Jurandir Bezerra, filho de Gregório, que conservou a memória de seu pai; e também da historiadora Anita Prestes, filha de Olga Benário e Luiz Carlos Prestes, que assina a apresentação da nova edição; de Ferreira Gullar, na quarta capa; e de Roberto Arrais, no texto de orelha. Há também a inclusão de depoimentos de Oscar Niemeyer, Ziraldo, da advogada Mércia Albuquerque e do governador de Pernambuco (e neto de Miguel Arrais) Eduardo Campos, entre muitos outros.
Mais de trinta anos após a publicação das Memórias (1979), de Gregório Bezerra, o lendário ícone da resistência à ditadura militar é homenageado com o lançamento de sua autobiografia pela Boitempo Editorial, acrescida de fotografias e textos inéditos, em um único volume. O livro agora conta com a contribuição decisiva de Jurandir Bezerra, filho de Gregório, que conservou a memória de seu pai; e também da historiadora Anita Prestes, filha de Olga Benário e Luiz Carlos Prestes, que assina a apresentação da nova edição; de Ferreira Gullar, na quarta capa; e de Roberto Arrais, no texto de orelha. Há também a inclusão de depoimentos de Oscar Niemeyer, Ziraldo, da advogada Mércia Albuquerque e do governador de Pernambuco (e neto de Miguel Arrais) Eduardo Campos, entre muitos outros.
A inflação e a dívida pública
Por Maria Lucia Fattorelli, no sítio do jornal Le Monde Diplomatique:
Em razão da marca negativa deixada pela inflação galopante dos anos 1980 até início dos anos 1990, não foi difícil convencer a população, parlamentares e poderes constituídos de que o país necessitava de um “Regime de Metas de Inflação”.
Em razão da marca negativa deixada pela inflação galopante dos anos 1980 até início dos anos 1990, não foi difícil convencer a população, parlamentares e poderes constituídos de que o país necessitava de um “Regime de Metas de Inflação”.
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