sábado, 10 de setembro de 2011

Jovens camponeses retornam ao Haiti

Por Camila Queiroz, no sítio da Adital:

Como resultado das ações da Via Campesina, no Brasil, em apoio e solidariedade ao Haiti, um grupo de 76 jovens camponeses haitianos deve retornar ao seu país de origem na próxima quarta-feira (14) deste mês, com mais conhecimento e prática na área rural. Isso foi possível por conta de um intercâmbio iniciado há um ano, onde os (as) participantes puderam ter acesso a técnicas de agroecologia, informações sobre estrutura de cooperativas, funcionamento de acampamentos e assentamentos, entre outros.

A fábrica de dossiês do PSDB

Por Helena Sthephanowitz, na Rede Brasil Atual:

O governo do estado de São Paulo mantém, há três anos, um contrato com uma empresa que, segundo seu proprietário, trabalha com "contrainformação" e faz "varreduras" em escutas telefônicas. Atualmente, Geraldo Alckmin (PSDB) ocupa o Palácio dos Bandeirantes, mas o contrato com a Fence Consultoria Empresarial Ltda. foi firmado durante a gestão de José Serra (PSDB) e foi mantido no período em que Alberto Goldman (PSDB) esteve no posto.

A consultoria Fence Consultoria Empresarial Ltda. pertence a um coronel da reserva, Ênio Gomes Fonteneli, e foi contratada em julho de 2008. No dia 19 de agosto, o Diário Oficial do Estado publicou a segunda prorrogação do contrato. As varreduras são feitas na Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo (Prodesp), empresa de economia mista que gerencia toda a rede de dados do Executivo estadual. As informações foram divulgadas pelo jornal O Estado de S. Paulo.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Boicote ao show de Roberto Carlos

Da Frente em Defesa do Povo Palestino:

Como brasileiros e brasileiras sabedores da importância da mídia como formadora de opinião, protestamos contra o anúncio de exibição pela TV Globo do show do cantor Roberto Carlos realizado em Jerusalém, a convite do Governo de Israel, no último dia 7 de setembro. Essa apresentação encobrirá questões importantes que precisariam ser colocadas para a sociedade brasileira, como a ocupação ilegal de territórios naquela região por parte de Israel.

A reação da mídia à posição do PT

Por Venício A. de Lima, no Observatório da Imprensa:

A cobertura jornalística do 4º Congresso Extraordinário do Partido dos Trabalhadores, realizado em Brasília de 2 a 4 de setembro, e a reação homogênea da grande mídia em relação ao que foi dito e decidido sobre a regulação do setor de comunicações, mereceria um “estudo de caso” não fosse a eterna e enfadonha repetição do “mesmo de sempre”.

As suspeitas sobre o 11 de Setembro

Por Altamiro Borges

“Darei uma razão propagandística para começar a guerra, não importa se é ela plausível ou não. Ao vencedor não se pergunta depois se ele disse ou não a verdade”. Discurso de Adolf Hitler, em 25 de outubro de 1939, poucos dias antes da invasão da Polônia.

11 de setembro e as mentiras de Bush

Por Altamiro Borges

Para justificar a sanguinária ocupação do Iraque, iniciada em março de 2003 e que já causou a morte de 700 mil iraquianos e de mais de 3 mil soldados estadunidenses, o presidente-terrorista George W. Bush difundiu pelo mundo três falsidades grosseiras, que passaram a ser amplamente divulgadas pela mídia hegemônica. Contumaz mentiroso, ele garantiu que Saddam Hussein produzia armas biológicas, químicas e nucleares; que ele teve papel destacado no apoio operacional aos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001; e que ele mantinha estreitas ligações com a rede terrorista Al-Qaeda de Osama bin Laden.

IPEA derruba teses neoliberais

Por José Dirceu, em seu blog:

Saiu ontem um estudo de fôlego do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA): “Ocupação no Setor Público Brasileiro: tendências recentes e questões em aberto”. Suas 25 páginas são um antídoto à desinformação reinante. Desmascaram as críticas, não apenas infundadas, mas de má fé, dos que acusam os governos Lula de inchaço da máquina pública. Os número levantados comprovam que o total de servidores públicos ativos em 2010 ainda é menor do que havia no início da década de 1990.

A guerra contra diminuição de juros

Por Nivaldo Santana, em seu blog:

Financial Times, The Economist, The Wall Street Journal e todos os seus ventríloquos no Brasil desencadearam uma guerra contra o Banco Central. Tudo porque o COPOM decidiu diminuir 0,5% da taxa básica de juros (Selic), o suficiente para provocar um verdadeiro frenesi no "mercado financeiro".

Marcha contra corrupção: Acorda, Brasil

Por Matheus Pichonelli, na CartaCapital:

Um dia o Brasil despertou. Cansado das imoralidades promovidas pelo governo eleito, resolveu ir às ruas em marchas que deixavam claro o descontentamento da população com a condução política do País. Igrejas, representantes da sociedade civil e das indústrias engrossavam o coro no ato realizado em 19 de março, dia de São José, o padroeiro da família.

Chile: O outro 11 de setembro

Por Valter Pomar, em seu blog:

A grande imprensa vem dedicando grande espaço para falar do 11 de setembro de 2001, quando ocorreu o ataque contra as torres do World Trade Center, em Nova Iorque.

Nós da esquerda devemos analisar aqueles fatos e suas repercussões.

Mas devemos, também, analisar o 11 de setembro de 1973, quando um golpe militar derrubou o governo da Unidade Popular chilena.

Um mártir da “informação verdadeira”

Por Iroel Sánchez, no blog cubano La Pupila Insomne:

O diário espanhol El País, do Grupo Prisa, publicou editorial com o título “Ordem para calar” (1) – e tentou transformar seu ex-correpondente em Cuba, Mauricio Vicent, em um mártir da liberdade de expressão.

O editorial acusa o governo cubano – que decidiu não renovar a credencial de Vicent como correspondente do El País na Ilha – de pretender privar de “uma informação verdadeira e comprovada” os que têm interesse pela realidade da nação caribenha.

Os dilemas da política econômica

Editorial do jornal Brasil de Fato:

Na semana passada a imprensa se pautou pela diminuição da taxa de juros Selic, determinada pelo Banco Central, que caiu de 12,5 para 12% ao ano. Essa taxa de juros tem pouca influência no mercado real e apenas determina o valor pago de juros pelo governo sobre os títulos da dívida pública interna, que já estão nas mãos dos capitalistas brasileiros. Segundo levantamento do professor Marcio Pochmann, a maior parte dos títulos estariam nas mãos de apenas 10 mil credores - brasileiros e estrangeiros - que os compram nas corretoras de valores e bancos.