domingo, 16 de outubro de 2011

Protestos contra ditadura do mercado

Por Eduardo Febbro, de Bruxelas, no sítio Carta Maior:

“A bolsa ou a vida!” O cartaz colocado na fachada do edifício da Bolsa de Bruxelas serviu de fio condutor da jornada “unidos por uma mudança global” que reuniu dezenas de milhares de pessoas em todo o planeta neste sábado. Ao longo trajeto pela capital belga, cada vez que os cerca de 7 mil manifestantes passavam por um banco ou qualquer outra instituição financeira um coro de vaias e gritos em todos os idiomas possíveis rompia o consenso festivo da marcha.

"Indignados": balanço da Telesur



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"Indignados": trabalhadores na Grécia



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"Indignados": milhares na Alemanha



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"Indignados": violência na Itália



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PCdoB rechaça calúnias da Veja

Do sítio Vermelho:

Na edição que circula desde este sábado, dia 15, a revista Veja, sem apresentar provas, acusa o PCdoB de ter montado “uma estrutura dentro do Ministério do Esporte para desviar dinheiro público”. Diz que o ministro do Esporte Orlando Silva seria o “chefe” da suposta operação. Em entrevista a jornalistas da TV Brasil e Rede Brasil, em São Paulo, o presidente do PCdoB Renato Rabelo, no final da tarde de hoje, dia 15, rechaçou acusações contra o PCdoB e defendeu Orlando Silva.

sábado, 15 de outubro de 2011

Quais os objetivos da revista Veja?

Fachada da academia This way Fitness, em Sobradinho, de propriedade do soldado da PM João Dias. Correio Braziliense 01-4-2010
Por Eduardo Guimarães, no Blog da Cidadania:

Após a última matéria antigoverno Dilma da Veja, agora contra o ministro Orlando Silva, o portal da revista noticia que fontes da Fifa que a matéria não identifica estariam se dizendo “preocupadas” com as denúncias em um momento em que uma delegação brasileira chega à Europa para tratar com a mesma Fifa detalhes da Copa de 2014.

Ministro aciona a Polícia Federal

Casa de João Dias avaliada em R$ 2 milhões. Foto: MARCELO FERRERIA/CB/D.A PRESS
Do sítio de Ministério do Esporte:

O ministro do Esporte, Orlando Silva, pediu ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que a Polícia Federal investigue denúncias feitas pelo Sr. João Dias em entrevista à revista Veja. Orlando Silva espera com isso não deixar dúvidas sobre a falta absoluta de fundamentação das acusações feitas contra ele pelo entrevistado. “Tenho a certeza de que ficará claro de que tudo o que ele diz são calúnias”, diz o ministro do Esporte.

Veja não apura, enlameia honras

Por Fernando Brito, no blog Tijolaço:

A revista Veja sai aos sábados. Com isso, garante seu principal objetivo “jornalístico”, que não é noticiar, mas “repercutir” nos jornais de domingo.

O que a revista tem contra o Ministro Orlando Silva é a declaração de um PM preso numa investigação sobre desvio de verbas, corroborada por um empregado seu.

Ministro do Esporte processará a Veja

Por Altamiro Borges

A revista Veja desembestou de vez. A cada semana ela aciona um de seus jagunços midiáticos para destruir reputações e produzir “reporcagens” com calúnias e difamações, sem qualquer consistência jornalística e sem ouvir as vítimas das agressões. A revista dá tiros para todos os lados, pouco se importando com sua credibilidade em declínio ou com a abertura de processos judiciais.

O capitalismo está condenado. E agora?

Por Sophie Shevardnadze, no sítio Outras Palavras:

A entrevista durou pouco mais de onze minutos, mas alimentará horas de debates em todo o mundo e certamente ajudará a enxergar melhor o período tormentoso que vivemos. Aos 81 anos, o sociólogo estadunidense Immanuel Wallerstein, acredita que o capitalismo chegou ao fim da linha: já não pode mais sobreviver como sistema. Mas – e aqui começam as provocações – o que surgirá em seu lugar pode ser melhor (mais igualitário e democrático) ou pior (mais polarizado e explorador) do que temos hoje em dia.

Indignados se mobilizam contra a crise

Do sítio Opera Mundi:

"Indignados" de todo o mundo saem às ruas de suas cidades neste sábado (15/10) para expressar sua fúria contra banqueiros, financistas e políticos, os principais acusados de arruinar a economia mundial e condenar milhões à pobreza e a dificuldades devido à sua ganância. Animados pelo movimento "Occupy Wall Street", que vem ganhando cada dia mais seguidores, manifestantes marcharão em várias partes do mundo, da Nova Zelândia ao Alasca, em cidades como Londres, Frankfurt, Roma e a própria Nova York.