terça-feira, 13 de dezembro de 2011
O Brasil e os tempos de crise
Por Mauro Santayana, em seu blog:
Sarkozy teme que a Europa exploda, e quer uma solução urgente para o problema econômico do continente. O Tratado de Roma, de março de 1957, envelheceu. As confederações, e a Europa Unida é uma delas, têm a vigência das circunstâncias, amarradas ao perigo ou à esperança, mas se dissolvem quando um estado ou um grupo de estados pretendem nelas exercer a hegemonia. Assim ocorreu com a Confederação de Delos, que havia unido o mundo grego contra os persas. Ela sucumbiu diante do imperialismo ateniense, que levou à Guerra do Peloponeso. A definitiva dissolução ocorreu com a invasão de Filipe da Macedônia, em 378 a.C. – e a Grécia, também nisso, foi um modelo de todas as confederações e impérios do Ocidente.
Sarkozy teme que a Europa exploda, e quer uma solução urgente para o problema econômico do continente. O Tratado de Roma, de março de 1957, envelheceu. As confederações, e a Europa Unida é uma delas, têm a vigência das circunstâncias, amarradas ao perigo ou à esperança, mas se dissolvem quando um estado ou um grupo de estados pretendem nelas exercer a hegemonia. Assim ocorreu com a Confederação de Delos, que havia unido o mundo grego contra os persas. Ela sucumbiu diante do imperialismo ateniense, que levou à Guerra do Peloponeso. A definitiva dissolução ocorreu com a invasão de Filipe da Macedônia, em 378 a.C. – e a Grécia, também nisso, foi um modelo de todas as confederações e impérios do Ocidente.
Banqueiros são os ditadores do Ocidente
Por Robert Fisk, no sítio Outras Palavras:
Escrevendo da região que produz a maior quantidade de clichês por palmo quadrado em todo o mundo – o Oriente Médio –, talvez eu devesse fazer uma pausa e respirar fundo antes de dizer que jamais li tal quantidade de lixo, de tão completo e absoluto lixo, como o que tenho lido ultimamente, sobre a crise financeira mundial.
Escrevendo da região que produz a maior quantidade de clichês por palmo quadrado em todo o mundo – o Oriente Médio –, talvez eu devesse fazer uma pausa e respirar fundo antes de dizer que jamais li tal quantidade de lixo, de tão completo e absoluto lixo, como o que tenho lido ultimamente, sobre a crise financeira mundial.
Deputados comentam o silêncio do PIG
Por Kerison Lopes, no sítio Vermelho:
Brasília, terça-feira, 13 de dezembro. Primeiro dia de pleno funcionamento parlamentar depois do final de semana que veio a público as revelações do livro A privataria tucana, do jornalista Amaury Ribeiro Júnior, que mereceu a capa da revista Carta Capital. Em detalhes, são relatados em suas páginas como funcionou o maior esquema de corrupção da República brasileira, através das privatizações do governo Fernando Henrique.
Brasília, terça-feira, 13 de dezembro. Primeiro dia de pleno funcionamento parlamentar depois do final de semana que veio a público as revelações do livro A privataria tucana, do jornalista Amaury Ribeiro Júnior, que mereceu a capa da revista Carta Capital. Em detalhes, são relatados em suas páginas como funcionou o maior esquema de corrupção da República brasileira, através das privatizações do governo Fernando Henrique.
Liberdade de imprensa: para quem?
Por Ricardo Kotscho, no blog Balaio do Kotscho:
Lançado faz apenas quatro dias, com 15 mil cópias, o livro A Privataria Tucana, do meu colega Amaury Ribeiro Jr., já é o mais vendido do país e está esgotado nas livrarias. O fenômeno editorial só não teve a oportunidade ainda de aparecer nas folhas da grande imprensa.
Como trata dos malfeitos do processo de privatização promovido pelo governo anterior, envolvendo com provas e documentos a fina flor do tucanato, até o momento em que comecei a escrever este texto, no final da tarde de segunda-feira, o livro foi solenemente ignorado.
Lançado faz apenas quatro dias, com 15 mil cópias, o livro A Privataria Tucana, do meu colega Amaury Ribeiro Jr., já é o mais vendido do país e está esgotado nas livrarias. O fenômeno editorial só não teve a oportunidade ainda de aparecer nas folhas da grande imprensa.
Como trata dos malfeitos do processo de privatização promovido pelo governo anterior, envolvendo com provas e documentos a fina flor do tucanato, até o momento em que comecei a escrever este texto, no final da tarde de segunda-feira, o livro foi solenemente ignorado.
Tucano que distribuiu cabras pode cair
Por Altamiro Borges
Segundo o sítio Gazetaweb, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprecia hoje (13) o processo de cassação do governador Teotonio Vilela (PSDB), denunciado por abuso de poder político e econômico. A acusação contra ele é hilária, coisa de tucano fisiológico. Na campanha para a sua reeleição ao governo de Alagoas, em 2010, ele distribuiu 1,6 mil cabras às famílias carentes do estado.
Segundo o sítio Gazetaweb, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprecia hoje (13) o processo de cassação do governador Teotonio Vilela (PSDB), denunciado por abuso de poder político e econômico. A acusação contra ele é hilária, coisa de tucano fisiológico. Na campanha para a sua reeleição ao governo de Alagoas, em 2010, ele distribuiu 1,6 mil cabras às famílias carentes do estado.
Protógenes quer CPI da Privataria
Do blog Conversa Afiada:
Requerimento de abertura da CPI da Privataria:
Requer a criação de Comissão Parlamentar de Inquérito com a finalidade de investigar as denúncias de irregularidades e lavagem de dinheiro apresentadas pelo jornalista Amaury Ribeiro Júnior em seu livro, “A Privataria Tucana”.
Requerimento de abertura da CPI da Privataria:
Requer a criação de Comissão Parlamentar de Inquérito com a finalidade de investigar as denúncias de irregularidades e lavagem de dinheiro apresentadas pelo jornalista Amaury Ribeiro Júnior em seu livro, “A Privataria Tucana”.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
30,5 mil: o livro que a mídia ignorou
Por Conceição Lemes, no blog Viomundo:
A Privataria Tucana, do jornalista Amaury Ribeiro Jr., está bombando, mesmo. A primeira edição, de 15 mil cópias, já havia se esgotado na própria sexta-feira, 9 de dezembro, dia do lançamento.
"Só nesta segunda-feira, vendemos 15,5 mil exemplares", conta-nos, entusiasmadíssimo Luiz Fernando Emediato, da Geração Editorial. "A rede Saraiva pediu 6.500 exemplares, a Fnac, 4.000 e a Cultura, 5.000. Em consequência, aumentamos de 15 mil para 30 mil cópias a tiragem da reimpressão".
A Privataria Tucana, do jornalista Amaury Ribeiro Jr., está bombando, mesmo. A primeira edição, de 15 mil cópias, já havia se esgotado na própria sexta-feira, 9 de dezembro, dia do lançamento.
"Só nesta segunda-feira, vendemos 15,5 mil exemplares", conta-nos, entusiasmadíssimo Luiz Fernando Emediato, da Geração Editorial. "A rede Saraiva pediu 6.500 exemplares, a Fnac, 4.000 e a Cultura, 5.000. Em consequência, aumentamos de 15 mil para 30 mil cópias a tiragem da reimpressão".
Sucesso de vendas cercado pelo silêncio
Por Maria Inês Nassif, no sítio Carta Maior:
O livro "A Privataria Tucana", de Amaury Ribeiro Jr., foi lançado há quatro dias e já é um fenômeno de vendas cercado por um muro de silêncio. Produto de doze anos de trabalho - e, sem dúvida, a mais completa investigação jornalística feita sobre o submundo da política neste século -, o livro consegue mapear o esquema de corrupção e lavagem de dinheiro montado em torno do político tucano José Serra - ex-deputado, ex-senador, ex-ministro, ex-governador, ex-prefeito e candidato duas vezes derrotado à Presidência da República.
O livro "A Privataria Tucana", de Amaury Ribeiro Jr., foi lançado há quatro dias e já é um fenômeno de vendas cercado por um muro de silêncio. Produto de doze anos de trabalho - e, sem dúvida, a mais completa investigação jornalística feita sobre o submundo da política neste século -, o livro consegue mapear o esquema de corrupção e lavagem de dinheiro montado em torno do político tucano José Serra - ex-deputado, ex-senador, ex-ministro, ex-governador, ex-prefeito e candidato duas vezes derrotado à Presidência da República.
"Privataria": O escândalo do século
Por Luciano Martins Costa, no Observatório da Imprensa:
O livro do jornalista Amaury Ribeiro Jr, intitulado A privataria tucana, publicado pela Geração Editorial na coleção “História Agora”, está produzindo um estranho fenômeno na imprensa brasileira: provoca um dos mais intensos debates nas redes sociais, mobilizando um número espantoso de jornalistas, e não parece sensibilizar a chamada grande imprensa.
O livro do jornalista Amaury Ribeiro Jr, intitulado A privataria tucana, publicado pela Geração Editorial na coleção “História Agora”, está produzindo um estranho fenômeno na imprensa brasileira: provoca um dos mais intensos debates nas redes sociais, mobilizando um número espantoso de jornalistas, e não parece sensibilizar a chamada grande imprensa.
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