segunda-feira, 5 de março de 2012
A saúde pública e a campanha da CNBB
Por Altamiro Borges
Pela segunda vez em sua história – a primeira foi em 1984 –, a Campanha da Fraternidade da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) terá como eixo a questão da saúde pública. A iniciativa é bastante oportuna e positiva, já que o governo e o parlamento discutem mecanismos para ampliar os investimentos públicos nesta área que aflige tanto o povo brasileiro.
Pela segunda vez em sua história – a primeira foi em 1984 –, a Campanha da Fraternidade da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) terá como eixo a questão da saúde pública. A iniciativa é bastante oportuna e positiva, já que o governo e o parlamento discutem mecanismos para ampliar os investimentos públicos nesta área que aflige tanto o povo brasileiro.
O Copom e os juros asfixiantes
Por Altamiro Borges
Nesta semana, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central volta a se reunir para discutir a taxa básica de juros. O próprio “deus-mercado”, meio zangado, já dá como certa uma nova redução da Selic – de 10,5 para 10 pontos percentuais. Mas nem esta tímida queda deverá reverter os preocupantes sinais de desaquecimento da economia brasileira.
Nesta semana, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central volta a se reunir para discutir a taxa básica de juros. O próprio “deus-mercado”, meio zangado, já dá como certa uma nova redução da Selic – de 10,5 para 10 pontos percentuais. Mas nem esta tímida queda deverá reverter os preocupantes sinais de desaquecimento da economia brasileira.
Demóstenes, o mafioso e a mídia
Por Altamiro Borges
E ainda tem gente que acredita na isenção da velha mídia! No final de 2011, ela simplesmente escondeu a publicação do livro “A privataria tucana”, do jornalista Amaury Ribeiro. Agora, ela evita falar sobre a Operação Monte Carlo, que resultou na prisão do mafioso Carlinhos Cachoeira e evidenciou as suas relações íntimas com demo Demóstenes Torres e o tucano Marconi Perillo.
E ainda tem gente que acredita na isenção da velha mídia! No final de 2011, ela simplesmente escondeu a publicação do livro “A privataria tucana”, do jornalista Amaury Ribeiro. Agora, ela evita falar sobre a Operação Monte Carlo, que resultou na prisão do mafioso Carlinhos Cachoeira e evidenciou as suas relações íntimas com demo Demóstenes Torres e o tucano Marconi Perillo.
A mentalidade colonizada dos tucanos
Por Maurício Caleiro, no blog Cinema & Outras Artes:
Em um samba composto em parceria com Maurício Tapajós, o grande letrista Aldir Blanc contrapõe o Brasil – território lúdico-mítico de “Sertões, Guimarães, bachianas” e de “Jobim, sabiá, bem-te-vi” - ao Brazil – projeção ditatorial de um país subalterno e ignorante, condenado a imitar os modismos, a estética e o consumismo norte-americanos. Gravada magnificamente por Elis Regina, “Querelas do Brasil” tornou-se, se não um sucesso, um objeto de culto nacional.
Em um samba composto em parceria com Maurício Tapajós, o grande letrista Aldir Blanc contrapõe o Brasil – território lúdico-mítico de “Sertões, Guimarães, bachianas” e de “Jobim, sabiá, bem-te-vi” - ao Brazil – projeção ditatorial de um país subalterno e ignorante, condenado a imitar os modismos, a estética e o consumismo norte-americanos. Gravada magnificamente por Elis Regina, “Querelas do Brasil” tornou-se, se não um sucesso, um objeto de culto nacional.
A reencarnação de José Serra
Por Maurício Dias, na CartaCapital:
A morte humana é constatável por diagnóstico técnico. A morte política, no entanto, é impossível de ser diagnosticada.
Falhou num veredicto desses, por exemplo, o deputado ACM Neto. Após a derrota de José Serra, em 2010, não se sabe se por informações sopradas por alguma ialorixá baiana, ele afirmou que Aécio Neves passaria a ser então, “o grande líder da oposição”.
A morte humana é constatável por diagnóstico técnico. A morte política, no entanto, é impossível de ser diagnosticada.
Falhou num veredicto desses, por exemplo, o deputado ACM Neto. Após a derrota de José Serra, em 2010, não se sabe se por informações sopradas por alguma ialorixá baiana, ele afirmou que Aécio Neves passaria a ser então, “o grande líder da oposição”.
O STF contra as crianças
Por João Brant, no jornal Brasil de Fato:
No final de 2011, começou a ser votada no Supremo Tribunal Federal (STF) uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) que ameaça a política de classificação indicativa dos programas de televisão. O resultado parcial deixou preocupados os movimentos que defendem a democratização da comunicação e o direito das crianças e adolescentes.
No final de 2011, começou a ser votada no Supremo Tribunal Federal (STF) uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) que ameaça a política de classificação indicativa dos programas de televisão. O resultado parcial deixou preocupados os movimentos que defendem a democratização da comunicação e o direito das crianças e adolescentes.
Correa diante da ditadura midiática
Por Angel Guerra Cabrera, do jornal mexicano La Jornada, no sítio Vermelho:
O presidente equatoriano Rafael Correa perdoou e solicitou a remissão da condenação imposta em tribunais pelo delito de injúria ao diário oligárquico El Universo, aos seus donos e ao editor de opinião. Isto seguramente não porá fim aos desabridos ataques da mídia, mas sua batalha pela verdade e a democracia informativa deixa um saldo político muito positivo na consciência dos equatorianos e dos latino-americanos em geral.
O presidente equatoriano Rafael Correa perdoou e solicitou a remissão da condenação imposta em tribunais pelo delito de injúria ao diário oligárquico El Universo, aos seus donos e ao editor de opinião. Isto seguramente não porá fim aos desabridos ataques da mídia, mas sua batalha pela verdade e a democracia informativa deixa um saldo político muito positivo na consciência dos equatorianos e dos latino-americanos em geral.
A natureza da disputa em São Paulo
Por Emir Sader, no sítio Carta Maior:
O aspecto mais importante que pode ter a campanha eleitoral em São Paulo não é sua nacionalização ou não. Ela será sobredeterminada pelas condições nacionais. É verdade que são duas concepções políticas do que se quer para o Brasil que estarão em jogo. Mas há outro aspecto, mais concreto e específico, que assume maior importância.
O aspecto mais importante que pode ter a campanha eleitoral em São Paulo não é sua nacionalização ou não. Ela será sobredeterminada pelas condições nacionais. É verdade que são duas concepções políticas do que se quer para o Brasil que estarão em jogo. Mas há outro aspecto, mais concreto e específico, que assume maior importância.
domingo, 4 de março de 2012
Prévias do PSDB viraram palhaçada
Por Altamiro Borges
O que sobrou da militância tucana até estava animadinha para participar da prévia partidária marcada para este domingo (4). Mas, por um placar apertado de 10 a 8, a direção do PSDB decidiu adiá-la para 25 de março. E a manobra dos caudilhos tucanos é para implodi-la de vez, garantindo que José Serra seja ungido como candidato de “consenso” à prefeitura da capital.
A resposta ao terrorismo da Sky
Por Altamiro Borges
Depois do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), que reúne várias entidades sindicais e populares, agora foi o Congresso Brasileiro de Cinema (CBC), que congrega os produtores culturais, que divulgou um manifesto contra a campanha terrorista da Sky sobre as mudanças na TV por assinatura. O texto foi enviado à presidenta Dilma Rousseff e está aberto a novas adesões.
Depois do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), que reúne várias entidades sindicais e populares, agora foi o Congresso Brasileiro de Cinema (CBC), que congrega os produtores culturais, que divulgou um manifesto contra a campanha terrorista da Sky sobre as mudanças na TV por assinatura. O texto foi enviado à presidenta Dilma Rousseff e está aberto a novas adesões.
FHC não vai falar da privataria tucana
Por Altamiro Borges
Em seu artigo no Estadão de hoje (4), o ex-presidente FHC volta a falar sobre o lamentável leilão dos aeroportos patrocinado pelo governo Dilma Rousseff. Num texto provocativo, ele questiona as “justificativas envergonhadas por parte de dirigentes petistas, segundo os quais ‘concessões’ não são privatizações, como se ambas não fossem modalidades do mesmo processo”.
Em seu artigo no Estadão de hoje (4), o ex-presidente FHC volta a falar sobre o lamentável leilão dos aeroportos patrocinado pelo governo Dilma Rousseff. Num texto provocativo, ele questiona as “justificativas envergonhadas por parte de dirigentes petistas, segundo os quais ‘concessões’ não são privatizações, como se ambas não fossem modalidades do mesmo processo”.
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