Por Altamiro Borges
A morte de 377 operários no desabamento de uma fábrica de tecidos em Bangladesh, na semana passada, mostrou mais uma vez o lado sinistro da indústria de roupas de grife. O prédio de três andares não respeitava qualquer norma de segurança e reunia cerca de 3 mil trabalhadores. Segundo Andrew North, correspondente da BBC, a situação de outras empresas é idêntica. “É no norte da capital Dhaka que se concentra a maior parte das fábricas de roupas do país. Muitas delas fabricam peças para marcas internacionalmente conhecidas. Das casas de um quarto e dos casebres onde os operários vivem, podem-se ver blocos de concreto de múltiplos andares atravessando os céus da região. Nos telhados, vigas de aço estão aparentes, na esperança de que outro piso repleto de máquinas de costura seja erguido”.
A morte de 377 operários no desabamento de uma fábrica de tecidos em Bangladesh, na semana passada, mostrou mais uma vez o lado sinistro da indústria de roupas de grife. O prédio de três andares não respeitava qualquer norma de segurança e reunia cerca de 3 mil trabalhadores. Segundo Andrew North, correspondente da BBC, a situação de outras empresas é idêntica. “É no norte da capital Dhaka que se concentra a maior parte das fábricas de roupas do país. Muitas delas fabricam peças para marcas internacionalmente conhecidas. Das casas de um quarto e dos casebres onde os operários vivem, podem-se ver blocos de concreto de múltiplos andares atravessando os céus da região. Nos telhados, vigas de aço estão aparentes, na esperança de que outro piso repleto de máquinas de costura seja erguido”.















